terça-feira, 30 de setembro de 2003

SEM PALAVRAS



Se eu for listar o nome das pessoas que compareceram ao evento do lançamento do meu livro, vai ficar parecendo uma lista telefônica sem os respectivos números. Não esperava receber a quantidade de gente que foi me prestigiar. Lógico que o número de convidados foi bem superior, - até por que foram confeccionados e distribuídos mil convites oficiais, fora os não oficiais – mas as pessoas que foram, em torno de setenta, deram um brilho extra ao evento. Estou sem palavras para agradecer a cada um de vocês que foram lá no Spaghetti. Mesmo os que não foram por algum motivo e me cumprimentaram depois, por mail, telefonema ou pessoalmente, considerem-se incluídos no meu agradecimento. Rostos que nunca imaginava ver naquela hora, surgiram estampando no meu rosto uma felicidade que eu não estava conseguindo conter.



O secretário de cultura da cidade, que não pode comparecer por ficar preso em um outro evento, foi muito generoso em mandar um fotógrafo para registrar os momentos da festa. Na edição de número 431 da Folha de Niterói, que circulará a partir da próxima sexta-feira dia 3 de outubro, provavelmente sairá uma foto e uma nota a respeito do evento. Como é impossível publicar todas as fotos, a gentileza do secretário se estendeu em me ceder o filme já devidamente revelado. Acho que não merecia tanto, mas todo o apoio pra quem está querendo começar em alguma empreitada é indispensável.



Sem palavras mesmo eu fiquei num programa de televisão. Vou relatar esse caso.



Minha tia Tânia, com o intuito de fazer a divulgação pra minha noite de autógrafos no clube que ela freqüenta, comentou sobre o evento com uma conhecida dela que trabalha na produção do programa Serginho Total. Esse programa é veiculado na Net, tv a cabo, nas cidades de Niterói e São Gonçalo através do canal 36. A produtora convidou a minha tia para ir lá no programa falar sobre o evento e, conseqüentemente, sobre o livro. Ela concordou. Mais tarde, ela pensou em mim e ligou para a produtora perguntando se eu mesmo não poderia ir lá fazer o convite e uma pequena explanação sobre o livro. Tudo certo. Na própria quarta-feira, antes do evento, lá fomos nós.



Saí de casa um pouco antes das três horas e fui me encontrar com tia Tânia no ponto de ônibus. Fomos até o trevo de Piratininga, onde fica o shopping em que aconteceu o evento. De lá pegamos outro e saltamos em frente ao condomínio da tia Branca, que encontrou com a gente lá mesmo e nos levou de carro até o estúdio da tv no Haras São Sebastião.



Esperamos um pouco até a produtora chegar. Pouco depois que ela chegou o programa do Serginho Total começou. É programa ao vivo, diário e com duas horas de duração. Eu estava ficando mais nervoso ainda, até pela hora do evento que se aproximava, fiquei gelado. No entanto, mais cedo ou mais tarde eu teria que enfrentar esse medo. Retardei o máximo possível. Entramos no ar logo depois da hora da Ave Maria. Eu e tia Tânia. Tia Branca e o Cláudio ficaram por trás das câmeras, nos bastidores. Nas primeiras perguntas até que me saí bem, mas quando ele me perguntou sobre a história do livro, me deu um branco, esqueci uma palavra e fiquei um tempo, que pareceu uma eternidade, tentando contornar até que consegui.



Sorte que pouca gente vê esse programa. E uma amiga da tia Dora teve a coragem de gravar o meu silêncio. Naquela hora fiquei literalmente sem palavras. Foi tão pavoroso que a tal fita está aqui em casa, na minha frente e eu estou sem coragem pra ver. Todos que viram discordam de mim. Nem faço questão de ver. Até a próxima!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2003

FOI ASSIM...



Na próxima quarta-feira, dia 24 de setembro, estarei fazendo o lançamento oficial do meu primeiro livro ‘Maria Joana – A cidade do prazer’ no restaurante Spaghetti, situado no Itaipu Multicenter.



Eu sempre gostei de escrever. Minhas redações de escola, principalmente no segundo grau, em sua grande maioria, eram as que tinham uma expectativa maior para serem lidas para a turma. Lógico que essa não era uma regra geral. Havia dias em que a inspiração não vinha e os resultados finais dessas não eram agradáveis nem pra mim. No entanto, foi a partir daí que eu percebi que minha criatividade estava ligada a inventar e contar histórias. Por exemplo: em uma certa aula a proposta de redação, já com a finalidade de treinamento para vestibular, era de fazer uma dissertação cuja última frase seria ‘Vende-se uma moto’. Pois bem, escrevi sobre a saga de um casal pelas décadas até que um certo dia o marido morre atropelado defronte a uma concessionária onde havia uma placa com essa frase.



Um dia tive uma idéia pra uma trama e comecei a desenvolve-la já criando hábito para o hobbie de escrever. A idéia surgiu do nada, como surgem as boas idéias. Queria pegar um tema que fosse, de uma certa forma, dramático e desenvolver um lado cômico nele, nem que para isso a realidade do livro fosse inexistente, uma realidade fantástica.

Foi o meu primeiro desafio. Sustentar uma trama por várias páginas e sem a pressão das aulas de redação onde tempo e prazo de entrega eram estabelecidos. Na época estava começando a fazer um cursinho pré-vestibular e esse momento em que concebia a arte solitária da criação escrita se tornou a válvula de escape da pressão que é sofrida na época do vestibular. Cada dia útil equivalia a uma lauda escrita e nos fins de semana, geralmente, eu ‘folgava’, mas sempre com possibilidade de flexibilização.



Porém a idéia original foi praticamente trocada, não na sua totalidade, já que esse meu primeiro livro seria uma espécie de introdução à história da minha idéia original.



Além do hábito que estava formando enquanto criava, o gosto que eu tinha por esse ofício foi se tornando paixão. Fui ficando tomado por essa tarefa lúdica e saudável de jogar com as palavras. Só que, por ser hobbie, não dizia pra ninguém que eu estava escrevendo um livro ou que tinha escrito um livro depois de tê-lo acabado. Engavetava tudo e esquecia, até pelo fato de ainda não me ver e nem me considerar como um autor ou escritor.



O ‘Maria Joana – A cidade do prazer’ levou, na velocidade que eu disse, de agosto de 1997 até março de 1998 para ficar da forma apresentada. Depois foi só ajustes, mas nada que comprometesse a história já montada. Ela ficou esquecida até o Natal do ano 2000 quando resolvi dar de presente alguns exemplares, ainda xerocados e encadernados para meus tios, numa tentativa de mostrar pra eles o que eu gostava de fazer, até como futura profissão. Todos gostaram. Fui elogiado e acho que todos sentiram orgulho de mim. Quanto a fazer disso uma futura profissão...



Nesse ínterim, passei pra faculdade e a cursei normalmente. Cheguei a começar a escrever o ‘Maria Joana 2 – A outra’, que um dia vai sair, mas eu, talvez por ser novato ou por ficar muito empolgado, perdi o controle da trama e a engavetei sem colocar um ponto final. Está lá, arquivada. Sinto que será meio doloroso trabalhar novamente sobre ela. È um sacrifício do qual ainda me esquivo, no entanto, mais cedo ou mais tarde, terei que sofrer. Não é um sofrimento masoquista, pelo contrário, é um dos mais agradáveis sofrimentos pelo qual irei passar.



E assim se dá a criação. Idéias são o que não faltam. Até a próxima!!!

terça-feira, 16 de setembro de 2003

TIROS PELA PAZ



No último domingo – é estranho escrever assim quando se começa a escrever o texto no sábado de madrugada, antes de acontecer o fato – mais uma vez um grupo de pessoas se reuniu, dessa vez na orla de Copacabana, em ato público pedindo paz.



Concordo que a situação da violência é periclitante para não dizer calamitosa, mas eu não agüento mais as pessoas se reunindo pra pedir paz. A desculpa é que a pressão da sociedade irá mobilizar os políticos para que eles possam mudar a legislação principalmente na área da segurança.



Como se essas caminhadas bastassem. Eu apoio qualquer manifestação pacífica e bem intencionada como essas, mas já há um bom tempo que essas caminhadas, marchas, desfiles pela paz são feitas e não resolvem nada. Ninguém agüenta mais o tamanho da violência com a qual a gente tem que conviver diariamente, mas ninguém também não faz nada para diminuir essa violência. Se o máximo que você consegue é segurar um cartaz e clamar por paz num dia de domingo, numa caminhada desse tipo, atualmente, com o que tem sido feito você se assemelha com o beija-flor da fábula da floresta em chamas onde enquanto todos fogem do incêndio, ele faz o trajeto rio-mata carregando água no seu bico para apagar as labaredas. Tudo bem, você está fazendo a sua parte, mas infelizmente vai ser em vão. E é por isso que eu não participo, apesar de apoiar, de nenhuma caminhada dessas, porque a gente corre o risco de, ao sair de uma marcha dessas, tomar um tiro e morrer ali mesmo, pela paz.



Do mesmo jeito que um beija-flor não apaga incêndio, uma andorinha só não faz verão. As caminhadas somente pelas caminhadas não bastam. Tem que haver um acordo, um pacto entre a sociedade e as autoridades para que essas marchas resolvam alguma coisa. Acho que uma das coisas que travam o resultado desses desfiles são os hipócritas. Aqueles pais de família que levantam seus cartazes, mas chegam em casa e a primeira coisa que fazem é lustrar o revólver de estimação. São contra as armas de fogo na mão dos outros, na dele pode. Ou aqueles jovens que acompanham suas namoradas na caminhada, mas quando saem à noite partem logo para a briga na primeira oportunidade que aparece.



Antes de qualquer atitude, principalmente as precipitadas, recomendo a todos os cidadãos, inclusive a esses que se dispõem a sair num domingo de chuva, às dez horas da manhã – agora podem fazer uma passagem de espaço-tempo para se situar na madrugada de domingo pra segunda, as duas da manhã, depois do fato realmente ter acontecido – o filme vencedor do Oscar de melhor documentário de longa duração desse ano, ‘Tiros em Columbine’ de Michael Moore. Pra refrescar a memória, quando ele foi receber o prêmio, metade da platéia o aplaudiu e metade o vaiou. E em seu discurso de agradecimento ele gritou aos quatro ventos que ‘Nós (no caso, os americanos) temos vergonha de você, seu Bush’. Na época as tropas americanas estavam começando a atacar o Iraque.



O documentário trata da legalidade do porte de armas para os cidadãos americanos e a conseqüência que isso acarreta quando essas armas caem em mãos despreparadas – se bem que eu acho que nenhuma mão é preparada pra pegar em armas – e mãos de pessoas com cabeças despreparadas e por causa disso ocorrem tragédias como os tiroteios em escolas ou outros espaços públicos. De acordo com o filme, a indústria do medo é uma das razões que eleva a aquisição das armas de fogo.



Uma das partes do filme, talvez a mais comovente, é quando Michael Moore tenta mostrar para o ator Charlton Heston (acho que é assim que se escreve), o membro mais importante da Associação Nacional do Rifle, que por causa de uma arma, uma criança de seis anos matou outra da mesma idade. Veja o documentário. Até a próxima!!

terça-feira, 9 de setembro de 2003

INDEPENDÊNCIA OU MORTE



Sobre o lombo do seu burricozinho, às margens do pequeno córrego do Ipiranga, Pedro, o escamoso, ou melhor, o primeiro, bradou retumbantemente esse grito de independência ou morte. O que pouca gente sabe, ou não se dá conta, é que seu próprio pai, D. João, o fujão, ou melhor, o sexto, disse pra ele antes de voltar pra Portugal, não com essas palavras, mas com esse sentido: Filho, se der merda segura esse rojão você mesmo antes que qualquer outro tabaréu o faça. E foi justamente o que ele fez no dia sete de setembro de mil oitocentos e vinte e dois, ou seja, há 181 anos. O que eu lamento, e isso é culpa dos livros de história, é que ninguém sabe exatamente há que horas foi dado esse grito. Isso ajudaria bastante os astrólogos a fazerem o mapa astral do país pra ver se há um jeito definitivo, ou ficaremos fadados ao que nos cercam e mostram constantemente nos jornais, principalmente em termos de corrupção e violência. Outra coisa que me deixa intrigado é se D. Pedro I ao dar o grito posou, juntamente com os homens que o acompanhava, pro pintor que fez aquele quadro que aparece estampado em todos os livros de história do Brasil. Por ele pode-se deduzir que o grito foi dado debaixo do sol da liberdade em raios fúlgidos. Mas o que daquela arte foi real e o que foi devaneio do pintor?



Dúvidas e simbologias à parte, esse ano o dia da pátria caiu no domingo, o que nada significa pro povo brasileiro que só considera feriado quando cai em dia de semana, mesmo numa quarta feira que não dá pra enforcar. Eu me lembro que quando era criança eu desfilei no mínimo duas vezes representando as escolas em que estudei. Lembro mais do desfile de quando era bem mais novo, ainda na primeira dessas duas escolas das quais me refiro, em que eu, agora, olhando pra traz, percebi o que é ser antipatriota. Não sei se antipatriota é o termo certo ou foi mais um caso de rebeldia pura, sem causa nenhuma. O fato é que eu estava desfilando com minha classe – se não me engano eu estava na terceira série – quando senti alguma coisa cair no meu pé esquerdo (que não é o que faz a marcação da batida do tambor). Olhei pra baixo e vi uma mancha amarelada no meu tênis e vários caquinhos brancos espatifados pelo chão. Tinham me tacado um ovo. Como estávamos passando pela frente de um edifício, olhei pra cima e vi dois ou três vultos em uma das janelas olhando pra baixo. Não sei nem se foram eles que tacaram. Dei uma de cavalo em dia de parada. Caguei pra isso e continuei sendo aplaudido pelos pais e parentes que acompanhavam a parada.



Não sei se as escolas ainda desfilam. Eu era obrigado, creio que, por dois motivos: ameaça de queda de nota no fim do bimestre e por mais que já estivéssemos na nova república, em oitenta e seis e oitenta e sete, ainda havia resquícios da ditadura militar no que dizia respeito a atos cívicos. A constituição promulgada em oitenta e oito, e que vigora até hoje, ainda estava sendo discutida. No entanto, voltando para o ano corrente, no sábado pela manhã, eu estava dormindo quando comecei a escutar aquela banda de escola que mais parecia a charanga da torcida do Bangu, com a marcação feita pelo bumbo. Alguma escola estava desfilando pelos arredores da minha casa em comemoração ao dia que ainda iria demorar algumas horas para chegar de fato. Só pra atazanar meu sono. Sorte minha que passou rápido e eu nem levantei da cama. Se eu tivesse realmente acordado talvez seria eu quem tacaria um ovo naquelas criancinhas.



Depois das considerações sobre a independência, a morte. Dia onze de setembro serão completados dois anos de ataques terroristas ao World Trade Center em Nova Yorque. Pode soar um pouco forçosa a analogia que eu vou fazer, mas esse dia foi quando uma parte do mundo que não aceita a dependência do mundo de modo geral para com os Estados Unidos, declarou morte a mais de três mil pessoas atacando e derrubando o símbolo do poderio americano. Até a próxima!!!

quarta-feira, 3 de setembro de 2003

EMBORMANDO



Bem, estou de volta. Fiz os testes na semana passada com esse blog e acho que consegui me livrar dos problemas dos pontos de interrogação que me apareciam em letras acentuadas. Os testes deram certos, no entanto só estarei convencido se esse texto aparecer às claras, sem nenhuma deturpação eletrônica e involuntária. Ainda não sei como fazer pra botar fotos ilustrando a página. Terei que recorrer mais uma vez a especialistas em blog porque o simples fato de recortar a figura de seu diretório original e colá-la aqui não deu certo.



E como eu ainda estou com a pulga atrás da orelha quanto a essa postagem vou falar de coisas bastante irrelevantes, principalmente pra quem está lendo esse texto agora. Por exemplo. A minha última aquisição musical foi um disco antigo – lá se vão dois anos de lançamento – do tremendão Erasmo Carlos. O que você, leitor, tem a ver com isso. Absolutamente nada. No entanto continuarei falando do disco.



São 25 faixas divididas em dois discos, com um número um pouco maior de músicas, que variam desde as mais famosas até as mais desconhecidas. Eu mesmo não sabia que ele já havia se enveredado pro lado do samba. Desde o seu lançamento me bateu vontade de comprar esse disco, vontade essa que acirrou com a entrega do Prêmio Multishow de Música Brasileira pelo conjunto da obra. Esse disco é um tipo compacto do conjunto da obra. Quem quiser a obra completa, recentemente foi lançada uma caixa com, praticamente, todos os álbuns completos e acho que dois em espanhol.



Não. Não estou sendo pago por ninguém pra ficar aqui falando do Erasmo Carlos, mas esse último disco ao vivo dele, pra quem curtia sem nunca se mobilizar pra comprar um disco do cara, é muito bom. E para mudar um pouco os artistas vou contar como eu estou fazendo até adquirir novos discos.



Segunda feira, que já foi dia de Maria Bethânia fazer seu show no meu cd player com sua consagrada ‘Maricotinha Ao Vivo’, cedeu lugar, depois da aquisição do Erasmo, para Gilberto Gil e o tributo a Bob Marley ‘Kaya n’Gandaya’. Terças feiras, de um tempo pra cá, são os dias em que o ‘Acústico MTV’ de Marina Lima reina nas caixas de som. Quarta feira, que outrora foi dia de Gilberto Gil, atualmente impera um ótimo disco confeccionado pelo meu também ótimo amigo Jeferson com 24 músicas da década de 70 compostas e cantadas por Sérgio Sampaio, sendo que duas na voz de Zeca Baleiro e uma interpretada por Luiz Melodia. Quinta feira é dia de 40 sucessos dos Bee Gees, que por sua vez cedeu a sexta feira para o Erasmo Carlos. Os mais cotados pra sair da lista de cd’s executados no meu aparelho, assim que um outro qualquer for adquirido, são Gil, Marina ou Bee Gees que dentre esses são, vamos por assim dizer, os mais ‘antigos’.



Da música pra letra. Na parte literária estou muito bem guarnecido. Desde as aventuras bienais, já contadas aqui, tenho lido constantemente. Está rolando, aqui no Rio pelo ‘O Globo’, lançamentos semanais dos livros mais queridos do século XX, ou algo parecido. Desde o mês de junho – a bienal acabou em 25 de maio – todo domingo há um livro diferente sendo vendido nas bancas. Adquiro todos religiosamente, porém não os leio como beato, ou seja, se no último domingo foi lançado o número 13, é porque eu vou começar a ler o 12º naquela semana.



Quanto aos livros que vieram comigo da bienal, já foram lidos todos. Minto. Tem apenas um que ainda não foi aberto justamente pelo fato de eu estar acompanhando essa coleção. Deixei para lê-lo no verão quando voltarei a freqüentar livrarias em busca de novos lançamentos. ‘Os 100 melhores contos de humor da literatura universal’ vão me garantir um princípio do ano que vem mais leve, mais tranqüilo, mais relax e muito mais engraçado. Até a próxima!!!