segunda-feira, 29 de março de 2004

CERTOS ALGUÉNS



Não sou um sujeito que se enquadra na dita ‘parcela digitalmente excluída’ e certamente vocês também não, senão não estariam lendo esse blog. E para isso preciso da internet. Não chega a ser vício, mas é uma necessidade básica e de sobrevivência. Deixou, ao menos no meu caso, de se supérfluo para virar obrigatório. É mais um meio de comunicação que veio se somar com os outros já existentes e, assim como eles, tem ocupado seu espaço na vida da gente.



O primeiro computador chegou aqui em casa no ano de 1993. Pra quem não sabe, o sistema windows estava entrando no mercado brasileiro naquela época e grande parte dos comandos era utilizados no sistema DOS. Meu primeiro curso de informática foi com base nesse sistema, além do DBASE. Nem lembro mais como se usam essas coisas. Quatro anos depois, em 97, fizemos uma recauchutagem aproveitando a carcaça dele, mas trocando as peças internas para deixar de ser uma máquina jurássica.



No entanto, apenas no ano 2000 que a internet finalmente aportou aqui em casa. Foi quando o país foi apresentado pro primeiro provedor de internet gratuita. Até então, apenas alguns programas de mails da rede eram acessados de graça. No fim desse mesmo ano, esse computador novamente deixou de ser jurássico para ser, não o top de linha, mas um que tinha uma capacidade inúmeras vezes maior, de modo que a evolução tecnológica regesse esse fator.



Foi nessa época em que eu fui apresentado e aprisionado pelos programas de conversação instantânea, basicamente o ICQ. Depois surgiram vários outros e eu ainda utilizo, de quando em vez, o messenger do yahoo. Me lembro que no dia em que foi instalado eu fiquei horas atônito na frente dessa mesma tela, conversando com vários primos meus ao mesmo tempo, como se fosse uma mini conferência. Falei também com minha prima que mora ns Estados Unidos. Enfim, essa máquina, quando em perfeitas condições, é uma mão na roda assim como seus programas.



Porém eu quero me focar no ICQ. Desde quando foi instalado, é freqüente o aparecimento de seres, a maioria se dizendo meninas, de várias idades, querendo ‘teclar’ comigo. No inicio ficava desconfiado, com o pé atrás, achando que todos eram hackers e queriam, no fundo, acabar com meu hard disk. Mais tarde, depois do avanço também dos antivírus que evita esses tipos de invasão, fiquei mais liberal. Atualmente existem cinco mulheres que estão na minha lista cuja cara eu não tenho idéia de quem sejam. Os nicknames de Tatysol, Luana, Fernanda, Carinhosa e Vavinha florescem na minha lista de ICQ. É lógico que eu não sou besta de ser cegamente verdadeiro ao falar com esses certos alguéns, apesar de ser franco e mais sincero do que antigamente e, elas estando on-line, a segurança de uma conversa ou mesmo um cumprimento atualmente é bem melhor.



Ainda tenho repúdio, birra e ojeriza às salas de bate papo. Pra vocês terem uma idéia fiz um teste há pouco tempo atrás, entrando com o apelido de Nit-RJ. Em todas as salas que entrei, de diversas faixas etárias e portais, sempre a primeira pergunta que faziam era se eu era homem ou mulher.



E pensar que meus avós se conheceram mais ou menos dessa mesma maneira. Claro que na época o supra-sumo da tecnologia em conversas ao vivo e de longa distância eram os rádios amadores. E é baseado nisso que eu ainda acredito que existam certos alguéns que se conheçam e comecem um relacionamento sem sequer terem se visto uma única vez. Existe até um programa em um canal a cabo que mostram os encontros dos chamados e-lovers. Casamento virtual, sexo virtual e traição por internet já é um outro assunto que a gente pode abordar em outra ocasião. Até lá, cuidarei para que certos alguéns não sejam tão intrusos na intimidade que me é de direito.

segunda-feira, 22 de março de 2004

AINDA SOBRE O ÚLTIMO



Se lembra daquela piada em que Deus mostra a Pedro a sua criação, até que Deus aponta o Brasil e diz que não vai ter maremotos, terremotos, vulcões ou furacões, mas, em compensação, o povo que habitará essa terra... . Ainda analisando sobre os últimos acontecimentos que pintam o quadro nacional e mundial pelo qual estamos passando essa piada me veio a cabeça.



Na época do atentado ao World Trade Center a caixa postal dos mails ficaram cheias de piadas de tese, teorias e conspirações sobre como seria um ataque terrorista no Brasil. Essa semana eu parei pra pensar melhor sobre essa maluquice.



Todos os fatos nos levam a uma conclusão básica. Para um ataque terrorista ser bem sucedido o alvo tem que ser um lugar que tenha uma contingente populacional considerável. Os exemplos vistos até agora são um edifício e uma linha de trem.



Será que no Brasil esses dois alvos seriam considerados potenciais? Qual o prédio mais alto do Rio e o que ele representa pro mundo? Sendo eu não muito bom de perspectiva, meu voto vai para a torre do shopping Rio Sul. Joga-se um avião contra aquele prédio. De preferência um da TAM cuja fama é de cair mesmo sem que seja jogado. Quem serão as vítimas? Além das empresas que tem ou podem abrir salas em outros lugares, o pessoal que trabalha nos escritórios e a clientela do shopping. Qual o impacto que isso causaria no mundo, pra uma pessoa que por ventura, assistisse a reportagem em Liechtenstein, por exemplo? Nenhum. Ou você acha que um habitante de Liechtenstein iria se preocupar com algum amigo que trabalhe na torre do Rio Sul? Alguém conhece uma pessoa de Liechtenstein?



Descemos então da torre pro shopping propriamente dito. Num primeiro momento dizimaria parte da peruagem e das patricinhas zona sul. Porém isso pouco importa aos olhos internacionais. E, além do mais, perua e patricinha são seres de rápida reprodução que invadiriam outros shoppings em velocidade recorde.



Se o atentado fosse em algum vagão do trem da Supervia provavelmente o pesar pelas mortes teria mais atenção pelo fato de se criar aí uma intriga maior. Primeiro que a hipótese de se falar em terrorismo seria logo descartada, a não ser que assumisse logo o estrago que tinha feito. Depois, o estado iria jogar a culpa na prefeitura e vice versa, usuários iriam por a culpa num grupo de PM a paisana que estavam indo pro quartel tirar serviço e vice-versa e o comando vermelho falaria que os autores seriam as pessoas do terceiro comando e vice versa. Isso certamente não comoveria o mundo. Aos olhos internacionais o trem espanhol tem cidadãos de mais valor que os trabalhadores que pegam o trem pra Central do Brasil.



Outro lugar em que se junta uma grande quantidade de gente reunida e que haveria grande possibilidade de ataque terrorista é o Maracanã num dia de domingo onde estivesse acontecendo uma partida do tipo Fla X Flu. Teoricamente pode até dar certo, mas na prática vai ser meio difícil. O Maracanã é um anel e certamente uma torcida sairia mais prejudicada que a outra. Claro que a responsabilidade cairia sobre a torcida menos atingida, por mais que essa também sofra alguma perda com o impacto entre a fuselagem da barriga do avião e o lado em que elas estão.



Agora, assim de cabeça, não me recordo de nenhum lugar em que junte gente para que possa ocorrer um atentado terrorista aqui no Rio. Talvez num desses shows que acontecem na praia, mas isso é uma coisa menos freqüente e/ou regular e por isso não haja tempo de ser planejado com antecedência. Quem sabe na sede da igreja Universal, na repudiada Av. Dom Hélder Câmara. Também não daria certo. Assim como peruas e patricinhas, crente também é igual praga. Tem em tudo quanto é lugar.



É. Não tem jeito. A Al-Qaeda aqui no Brasil não teria onde fazer seus serviços.

segunda-feira, 15 de março de 2004

DEUS NOS ACUDA



Religião é igual gosto. Não se discute. Mas o que eu estou colocando em pauta é o excesso, o exagero, a supervalorização da sua crença, não importa qual a corrente religiosa de que você é praticante. Cada um tem seu credo e eu acho até saudável que seja defendido e praticado sem que incomode os outros. É repugnante quando alguém tenta convencer uma outra pessoa de que a sua verdade é a melhor.



Ultimamente esse tipo de convencimento tem extrapolado a barreira da religião em si e partido para o campo político. Há dois anos e meio nós vimos o resultado disso no ataque ao World Trade Center, em Nova Yorque e na semana passada foi numa estação de trem, em Madri.



A data de onze de março certamente foi uma referência sobre o onze de setembro, muito mais impactante e aterrorizante, mas não menos chocante, apesar da discrepância do número de vítimas. Dúvidas sobre a responsabilidade do ataque existiram e até, formalmente, o grupo separatista basco ETA foi considerado culpado, num primeiro instante, no entanto tudo leva a crer, e já há provas quanto a isso, que os radicais muçulmanos integrantes da Al-Qaeda, grupo terrorista que fica sob as barbas de Osama Bin Laden, foram os idealizadores e executores do atentado que matou duzentas pessoas e feriu em torno de mil e quinhentas.



Agora não só os Estados Unidos são vulneráveis ao terrorismo. Todos os países aliados a eles na guerra do Iraque estão sobre a mira terrorista. Japão, Itália, Polônia, Inglaterra e outros estão preocupados em onde serão os próximos ataques, em quem será o alvo do próximo dia onze de não se sabe quando.



O quadro que está passando às nossas vistas é a brutalidade de uma real guerra santa. Pode até soar forte, mas até parece uma inquisição às avessas no sentido de que agora são os muçulmanos que querem impor sua verdade religiosa e que vai de encontro à verdade política ocidental imposta pelos Estados Unidos. Os interesses podem ser essencialmente diferentes, mas a finalidade é acabar com civis que seguem quaisquer das duas facções: a política e o modo de vida ocidental ou o fanatismo religioso muçulmano oriental.



Será que está na hora de Deus nos mandar um outro messias para que faça uma reviravolta nesse cenário que está se formando? Não precisa ser alguém que tenha uma revelação gloriosa ou um outro filho que morra pela gente na cruz, mas alguém que tenha a consciência e o discernimento para cessar com esse tipo de guerra sem que ninguém saia prejudicado e nenhuma religião saia perdendo.



Quem está furioso também são os judeus. Não tanto pala guerra contra a palestina, – parece que essa nunca vai acabar – mas pelo novo filme de Mel Gibson. O senhor máquina mortífera é o diretor do mais recente filme sobre o martírio de Jesus Cristo, lançado nos Estados Unidos no fim do mês passado e chegando ao Brasil no próximo fim de semana, e está causando uma polêmica enorme por revelar cenas de extrema violência, um massacre mesmo, na hora em que é feita a via sacra. Os judeus estão receosos de que esse filme cause um anti-semitismo para com eles.



Gibson fez questão de que o filme fosse falado em aramaico e é, ou tenta ser, fiel a um dos evangelhos. E se os judeus judiaram de Jesus nos momentos que antecederam a crucificação por quê eles estão tão amedrontados assim? Um filme é só um filme e esse é mais um filme que fala sobre Jesus Cristo. As pessoas conscientes não vão sair do cinema com mais ou menos raiva de judeus. Esse argumento não é válido pra ninguém, principalmente pra um cristão.



Bem, que Deus nos acuda quanto a essa guerra santa, feita direta ou indiretamente no nome dele e nos ilumine ao ver o filme de Gibson sem que cause algo.

segunda-feira, 8 de março de 2004

SEMANA DIANA



Na semana que passou, uma parte do Brasil parou. Considerando a extensão da minha família e as amizades construídas ao longo da geração vigente, estatisticamente foi mesmo uma parte do Brasil que parou. É possível que, provavelmente, essa tenha sido a semana de maior audiência de uma produção global que está no ar desde o início do ano.



‘Um só coração’, minissérie que retrata a evolução da cidade de São Paulo entre os anos vinte e cinqüenta em comemoração aos 450 anos da capital, teve no seu elenco, durante quatro cenas, a Diana, filha da minha prima Lívia e neta da minha madrinha, Tia Dôra.



Não é o primeiro trabalho dela na casa. No episódio da Rapunzel, do Sítio do Pica-pau Amarelo, ela foi a própria, quando raptada pela madrasta. Depois disso o rostinho dela aparecia muito rapidamente na campanha do governo sobre a merenda nas escolas. E, como atrizes que durante grande parte da carreira têm que fazer inúmeros testes, recusaram-na para a propaganda de sessenta anos da ‘Sadia’. Mas ela não se deu por vencida e novamente a vênus platinada a chamou para uma pequena – que se tornou longa – participação nessa superprodução.



A personagem que ele interpretou de maneira magnífica - te cuida Fernanda Montenegro - foi a Antônia, filha do Madiano (Ângelo Antônio) e Maria Luisa (Letícia Sabatela), com mais ou menos dois anos de idade, que é a idade dela. Na trama, Maria Luisa abandona a filha que é criada pela família de Yolanda Penteado (Ana Paula Arósio). Ela se casa com um turco (?) que não sabe que Maria Luisa teve uma filha. Diana, ou melhor, Antônia entra aí. Durante a Revolução de 32, Samir, o turco (?), numa das suas cruzadas acaba parando na fazenda de Yolanda Penteado para reabastecer as energias e acaba conhecendo sem querer e sem saber que é, sua enteada. E conforme a evolução da minissérie, Antônia cresce. No entanto, seguindo o ditado, vão-se as Antônias e fica a Diana.



Cada dia da semana passada, em alguma cena, Diana estava lá. Na terça foi quando a Maria Soldado chega com sua tropa que segue rumo a cidade de Cachoeira Paulista. Antônia (lê-se Diana) está no colo de Rita ao lado de Isolina (Chica Xavier) e Guiomar (Cássia Kiss). Na quarta foi a cena já descrita do Samir. Na quinta, foi na última exibida do capítulo, onde ela entra no colo de Yolanda Penteado e sai de cena carregando a bolsa dela. E a última vez que ela apareceu, na sexta, é quando a Yolanda chama Antonieta e Antônia e pede para que elas brinquem fora daquele ambiente. O detalhe fica na reaparição de Antônia quando a Antonieta larga a mão dela e Diana tenta voltar à cena.



Coube a mim a incumbência de acompanhar a estrelinha nas gravações das cenas externas exibidas terça e quarta. A locação ficava na Ilha de Guaratiba, um lugar longe, principalmente se o ponto de referência for Niterói, e o calor também era um tanto desagradável. Lá eu reiterei minha idéia de que nem só de glamour, fotos e festas vivem essas celebridades. Às vezes elas perdem dias e dias para gravar três ou quatro cenas em cada dia desses. Não há uma rotina certa de oito horas trabalhadas e bem aproveitadas por dia como em um trabalho normal. Talvez seja esse o preço que se paga por ser um global.



Mas Diana ainda é muito pequena e, por mais que ela seja chamada pra fazer essas aparições, a equipe de produção tem consciência disso e não permite, mesmo que, por acaso, venha a acontecer uma vez ou outra, que ela perca o dia como os atores experientes. Aliás, a paciência é a principal virtude para um ator. Eu, além de não ter talento, vocação e nem capacidade e competência pra atuar, não tenho muita paciência.

terça-feira, 2 de março de 2004

PEGANDO FOGO



Mal o ano começa – só agora depois do carnaval que tudo volta a funcionar com força total – e a coisa já ta pegando fogo. O primeiro foco de incêndio foi ainda no sábado de carnaval onde mais de 40 mil foliões que curtiam o Cordão do Bola Preta e os outros que se juntaram a esse bloco ficaram estatelados quando tiveram que dar passagem pro corpo de bombeiros pra apagar o incêndio causado pelo estouro da tubulação de ar condicionado de um dos edifícios que ficam ao longo da avenida Rio Branco. O segundo foi na madrugada da quarta feira de cinzas pra quinta feira de chamas no edifício da Eletrobrás, na esquina mais movimentada do centro do Rio, Presidente Vargas com a Rio Branco – olha ela aí de novo. Dá pra imaginar o caos do trânsito?



Talvez essa esquina não seja tão famosa quanto a Ipiranga com São João, em São Paulo. Nem sei se o movimento de veículos e pedestres se equipara ao daqui. Mas que ultimamente a esquina carioca tem estado mais quente disso ninguém duvida.



Mantendo a temperatura, agora nem tão literalmente assim, também tá pegando fogo o caso Waldomiro Diniz, ex-assessor do Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu, e trambiqueiro e corrupto de marca maior. O vídeo que mostra o oferecimento de propina ao bicheiro Carlos Cachoeira desencadeou uma crise política, além do pedido de abertura de uma CPI e o decreto fechando todas as casas de bingo do país. Quanto a CPI, acho que é uma forma de vingança dos partidos atualmente de oposição pra dizer à opinião pública que o PT não é tão imaculado assim. Ora, nenhum partido é imaculado. Todos estão propensos a encontrar esse tipo de situação, principalmente quando se está na situação. Os que hoje se opõem certamente passaram por isso também, e pelo visto, lido e ouvido, não foram poucas vezes. Pode-se até abrir uma CPI, deve-se fazer uma investigação apurada sobre esse caso e principalmente desse senhor. Agora, crucificar o partido por causa disso eu já acho um exagero. Todos os que tiveram por lá, de alguma forma, passam por algo semelhante a isso. E olha que nem sempre o trambique é negociado com uma câmera ligada e nem sempre o caso vem à tona como esse.



Outro trambique que abalou a estrutura desse pós-carnaval foi o da musa das escolas de samba, Luma de Oliveira. Pra tentar segurar seu casamento, que não teve como ser segurado, ela inventou que estava grávida de três meses e, como esse período é o mais delicado da gravidez, principalmente para uma mulher na idade dela, ela abriu mão dos holofotes da avenida e não desfilou pela atual escola dela, a Mocidade Independente de Padre Miguel. Os próprios ritimistas da escola fizeram uma bonita homenagem desfilando com coleiras onde o nome dela estava gravado.



Agora ela desmentiu tudo. Não está grávida, não está casada – se está é por pouco tempo, pelo menos, por enquanto – e foi opção dela não querer desfilar no carnaval. De acordo com o noticiário, o marido dela, empresário Eike Batista, disse a famosa frase ‘ou ela (a avenida) ou eu’. Como o casamento estava quase arruinado ela optou por ele. Mesmo assim não teve jeito e o casamento acabou, até que falem ao contrário.



Não foi por cause desse mal entendido que destituíram-na do posto oficial de madrinha da bateria da Mocidade. No entanto, numa declaração, o advogado dela disse que ela fez isso por amor. Amor a quem? Ao homem a quem ela dedicou a vida e descobre-se ou revela-se que ele tem outra família? O máximo tolerável é que, mesmo se desfilasse as perguntas que poderiam ser feitas a ela certamente iriam ser de cunho pessoal, pelo fato de estar se separando. E como ela preserva essa imagem de boa mãe de família, ela não foi pra avenida pra evitar as perguntar impertinentes de repórteres.