segunda-feira, 29 de maio de 2006

AQUI É MEU LUGAR

Pelo menos por mais um tempo. Deixa-me explicar melhor para quem não está entendendo nada. Outra coisa que aconteceu durante esse tempo em que postava as aventuras foi a minha saída de casa.

Nos dois últimos meses fiquei fazendo a ponte Niterói-Jacarepagua ficando lá durante a semana e voltando pra casa nos fins de semana e, às vezes, dando uma fuga pra cá durante a semana também. Foi uma experiência bacana e curiosa. Dois meses convivendo com gente que nunca havia visto antes, com exceção de uma pessoa, e fazendo descobertas ótimas. Não me arrependo de ter feito isso e assim que me surgir oportunidade novamente farei novamente. No entanto tive que voltar por ter mudado a minha prioridade.

Quatro pessoas, comigo cinco, completamente diferentes, de lugares diferentes, com histórias diferentes, sonhos, desejos e interesses diferentes convivendo num apartamento de dois quartos. Sem contar os amigos vizinhos que volta e meia batiam lá pra chamar alguém ou ficar jogando conversa fora. Carlos William, Letícia Cristina, Diego e Lílian Karina foram as pessoas com quem eu morei.

A minha decisão de ir pra lá foi única e exclusivamente pra ficar mais próximo do projac e acabar com o sacrifício de enfrentar horas dentro de dois ônibus pra ir e voltar de lá. Onde eu fiquei, um condomínio alcunhado de ‘espigão’, era quinze minutos de distância caminhando da Central Globo de Produção, ou seja, uma espécie de anexo do projac. Essa foi a única vantagem que eu vi de querer ficar por lá, uma questão de comodidade. Mas comodidade por comodidade eu preferi continuar, durante mais um tempo, a enfrentar o sacrifício que havia deixado de fazer durante esses dois meses pra começar a me preparar pra realizar uma difícil façanha, mas que não é impossível.

Tive que optar por voltar pra casa por um conjunto de fatores que não vem ao caso descrever agora, mas, principalmente, por que a decisão que tomei agora vai demorar um bom tempo pra ser realizado e preciso concentrar todas as minhas economias e por isso, o dinheiro que eu gastava no aluguel tem que ser reservado para tal também. Senão continuaria por lá.

Tem outra coisa que me fez voltar pra cá além da realização dessa missão quase impossível. Quem é nascido e criado em Niterói não consegue se desvencilhar da cidade. É impressionante, mas eu não conseguiria morar em outro lugar. Por isso as idas e vindas. Não estou pronto pra mudar de porto seguro. Ainda mais que minha vida, minha família, meus amigos estão todos aqui. As vezes que me pegava sozinho no apartamento de Jacarepaguá, e sentia um eremita, isolado de tudo. Pode ser que a falta da TV a cabo e da internet tenham agravado mais essa condição de ‘isolamento’. Todos que estão a minha volta, moram aqui. Se precisarem de mim pra qualquer coisa, como atender prontamente já que estou a duas horas de distância.

Escolhi morar perto do trabalho, mas decidi voltar e ficar perto da minha família e dos meus amigos, por que é deles que eu preciso pra recarregar minhas forças e encarar o que me espera pela frente. Não que as novas amizades que lá fiz não cumprissem esse papel, mas como diz o ditado ‘panela velha é que faz comida boa’. Carregarei sempre a experiência de não morar em casa, apesar de fazer questão de não ter desatado o nó do laço com as pessoas que já faziam parte da minha vida. Espero ter outras oportunidades como essa, mas agora a meta é outra.

Falando em oportunidades, minha mãe sempre diz que eu as deixo passar. Dessa vez não. Raciocinem comigo. Se eu estou querendo comprar um carro e minha amiga está querendo se desfazer de um, o que teremos pela frente? A resposta correta é negociação. Pois então a meta agora tem rodas, motor e me leva pra onde eu quiser.

segunda-feira, 22 de maio de 2006

SE ALGUÉM TEM ALGO CONTRA...

Foram dois casamentos e um noivado em três sábados seguidos. (In)Felizmente meu estoque de lágrimas acabou no segundo dia. Mas também noivado não e motivo pra choro. Casamento também não, mas eu chorei. Tinha que extravasar minha alegria e foi só com o choro que eu consegui isso.

No dia vinte e dois de abril os primeiros a subirem no altar do Salesiano foram Sabrina e Filipe e eu tive a honra, o privilégio e o prazer de integrar o conjunto de casais de padrinhos representantes da noiva. Na semana seguinte, dia vinte e nove, três dias depois do aniversário do noivo e dois dias depois do aniversário da noiva Christian e Carla trocaram suas juras de amor na Igreja do São Vicente. Duas cerimônias maravilhosas e que me fizeram refletir muito, daí também o choro.

Tanto eu quanto Sabrina e Carlinha fomos nascidos e criados no mesmo prédio, estudamos na mesma escola em certa época da vida, brincávamos juntos com outras pessoas que passaram por aqui e, momentaneamente, ou não, cruzaram nossas vidas, enfim, somos praticamente irmãos e apesar das famílias serem diferentes uma sempre “cuidou” da outra. Mais do que vizinhos somos amigos. E amigos para sempre.

O terceiro sábado ficou por conta do meu primo Gabriel e a sua agora noiva Adriana. Anunciando o noivado em um almoço em Guaratinguetá, os dois mais do que nunca estão comprometidos. Engraçado que eu sinto uma diferença. Pode ser paranóia ou esquizofrenia minha, mas com família é diferente dos com amigos. São dois laços de amizades que se parecem, por mais que sejam diferentes, mas que nesse sentido que de alguma forma engloba as núpcias, pra mim, são diferentes, por mais que se pareçam.

Quando se trata de família, eu vejo como uma união, uma soma, um acréscimo benéfico. É como se os galhos da árvore genealógica desabrochassem criando outros ramos e a deixando mais frondosa. Consequentemente os frutos virão de alguma forma. Na minha família, contando os dois lados, já são oito da geração abaixo da minha que eu carinhosamente chamo de sobrinhos-primos (se essa categoria não existe acabo de inventá-la) já que meus pais são tios-avós.

A diferença para os amigos é que de certa forma eles se afastam da convivência, apesar da amizade ser eterna. Não sei se convivência é o melhor termo. Talvez contato seja a palavra que se encaixe melhor. Por exemplo, Carlinha, da mesma forma que fez sua irmã Rachel, vai morar na região dos lagos e só vai nos ver quando ela vier visitar os pais dela aqui. Isso se nós tivermos na área no dia que ela aparecer e enquanto os pais dela morarem por aqui. Já Sabrina não mudou de cidade, mas de bairro. Está mais perto em se comparando à Carlinha, mas é diferente de quando eu subia um lance de escada e batia na porta dela. Donas de casa, com mais responsabilidade e a gente com menos liberdade devido aos compromissos que elas assumiram com a sociedade depois que deram o sim. Claro que elas não vão recusar uma visita minha, por exemplo, mas só o fato de eu ter que pedir permissão diretamente a eles pra entrar em suas casas é uma atitude que eu ainda tenho que trabalhar no meu interior.

O fato de eu chorar no casamento das duas é que enquanto rolava a cerimônia, um filminho da minha infância com toda a turma que brincava junta até ontem passava na minha cabeça e agora todo esse pedaço alegre e nostálgico da minha infância está sendo transformado. Não sei se é um choque até por elas ficarem noivas durante um bom tempo dos seus respectivos e assim ‘curtir’ a idéia do casamento, mas é uma transformação benéfica não só pra eles, que escolheram ser assim, como pra mim que tinha que acatar essa decisão, e a fiz sem titubear, de modo que a felicidade deles auxiliam na minha. Três princesas, das quais duas já puseram o vestido branco, vivendo seus contos de fada. Pois então desejo sinceramente que eles vivam felizes para sempre.

segunda-feira, 15 de maio de 2006

JOAN MIRÓ

A alegria da obra de Joan Miró cruzou o mar e ancorou em Niterói. Até o dia quatro de junho fica em cartaz a exposição Mirabolante Miró instalada no Museu de Arte Contemporânea (MAC) onde são expostas cento e setenta e duas obras entre gravuras, litografias e xilogravuras originais além de vinte e cinco pôsteres dos seus últimos vinte anos de vida, pertencentes ao acervo da Galeria Lelong de Paris.

Suas pinturas com traços fortes e pretos preenchidos predominantemente com as cores verde, vermelha, amarela e azul dão a impressão de que, ao entrarmos no museu estamos entrando em um parque. Não de diversões, mas de sensações. Seguindo as etapas elaboradas pela curadoria da exposição, numa divisão bem feita acarretando uma seguimentação das obras do gênio, a seqüência que os visitantes fazem é a seguida abaixo.

Num primeiro momento a exposição traz uma série de desenhos iguais, ou seja, com a mesma forma, o mesmo traço preto, no entanto com o preenchimento de cores e consequentemente experimentações diferentes. Suas gravuras têm traços delicados e marcantes pretos em fundos brancos e de diversas formas.

Em três quadros; o ‘Olho azul do vulcão’, ‘O Poeta Assassinado’ e ‘O Pregador’, as formas deslumbrantes e geometricamente discrepantes são simplesmente mirabolantes. Os trabalhos em água forte e água tinta sobressaltam nas dez gravuras batizadas de ‘Os Montanheses’. Assim como, além dos materiais já citados, o metal têm destaque nas cinco gravuras d’O Cantor da Rua’.

As xilografias são indefinivelmente fantásticas. E esse setor da exposição é denominado Miro Graveur. E como destaque quatro quadros da série ‘Camponesas’. ‘Escutando o mar’, ‘Com pássaros’, ‘Adormecida’ e ‘Furiosa’ são as quatro camponesas criadas por Miró expostas ao público.

Em uma outra etapa, a última do primeiro patamar do museu, vê-se treze telas do artista dentre as quais as que me chamaram mais atenção foram: ‘Salve-se quem puder’, ‘O Náufrago’, ‘A Abordagem’, ‘O Guardião do Farol’ e ‘A Mulher do Marinheiro’.

Subindo para o anel superior do museu a primeira seqüência de obras que eram avistadas eram ‘As Aparições’, uma série de gravuras cheias de curvas e espirais. O universo de criação das curvas e espirais nas aparições do Miró têm uma certa semelhança com as curvas do museu criadas por Oscar Niemeyer. As sinuosidades dos desenhos curvilíneos e a construção não reta do espaço físico se compõem muito bem. Obras marcantes do século XX com a construção futurista no século XXI se unem de modo hermético e harmônico.

Quem se apresenta é o Miró Litógrafo exibindo obras de 1977. Em seguida tem uma seqüência de dezesseis quadros denominados ‘O fluxo do Imã’ onde os traços e os pontos coloridos são a essência dessas obras. Uma bancada expõe exemplares das revistas ‘Atrás do espelho’, pinturas sobre cartões, cartazes para a fundação Maeght e outras obras com a colaboração dele. Para finalizar, um vídeo mostrando o artista durante uma de suas criações observando seus próprios traços, os dedos sujos de tintas, a utilização dos pincéis finos, uma matriz sendo prensada e seu resultado antes sem as cores e depois com elas. É Miró mirabolando suas impressões surrealistas do mundo em suas obras.

Enquanto eu observava o trabalho do artista escutava alguns comentários:
1- Vou mandar minha filha fazer uns rabiscos e assinar em baixo Miró.
2- O que isso te remete de cara? R: Um bebê dentro do útero.
3- Nada a ver isso com o náufrago / Eu tava tentando adivinhar/ Eu nunca iria adivinhar.

segunda-feira, 8 de maio de 2006

EU VOLTEI

Foram vinte e três semanas de postagem pra descrever duas semanas de viagem. Mas agora eu estou de volta, inédito depois de seis meses compartilhando aventuras com vocês. Claro que teve a exceção do fim do ano e do carnaval. Espero que tenham mais aventuras durante o ano pra postar aqui.

No entanto agora a dificuldade maior é descrever o que aconteceu durante esses seis meses numa única postagem, essa. Não vai acontecer. Não tenho memória suficiente e nem espaço pra fazer isso. Se precisei de vinte e três postagens pra descrever duas semanas, imagina pra descrever vinte e cinco semanas quantas postagens não seriam necessárias. De qualquer forma farei um breve resumo desses meses revelando o que aconteceu com parte da minha vida.

Em novembro, logo depois de voltar de Curitiba, dei início ao curso de pós graduação em Jornalismo Cultural na Estácio da Barra, onde encontrei uma turma bacana e professores legais também. Estamos indo de vento em popa. No fim desse mesmo mês meu amigo Pedrinho, outro dissidente da agência Phoenix, me chamou pra gravar pela agência Luz e Cor, na qual ele estava trabalhando à época. Entre fim de novembro e a semana do Natal foram sete dias de gravação: um em Belíssima, dois no Didi e quatro em JK. Tudo bem que depois das festas de fim de ano eles não me chamaram novamente e só foram me pagar por essas gravações no fim de março, mas pelo menos pagaram.

Em janeiro, já está virando tradição, passei a primeira semana em Saquarema Fui na quarta já que na terça era dia de ensaio da Viradouro e havia a possibilidade deu participar de uma das alas da comunidade, possibilidade essa que na semana seguinte caiu com a demissão da pessoa que poderia me conseguir isso através de amigos meus. Ainda sobre a escola de samba, terceiro lugar na classificação desse ano, o preço do ingresso popular subiu de três reais ano passado pra dez esse ano e somente os ingressos destinado ao público masculino mantendo o mesmo valor para as mulheres.
Janeiro também foi o mês em que a casa de Saquarema entrou em obras. E pouco mais de um mês depois estava de piso novo. Ainda há outros pontos para se modificar a casa, de modo que há também a necessidade de um certo acúmulo de capital para tal. Confesso que ainda não vi a casa nova. Acho que todos da família já tiveram lá depois da obre, menos eu, mas oportunidades não vão faltar.

Fevereiro foi um mês histórico. Primeiro por ter acontecido uma reunião de família logo no primeiro fim de semana do mês em virtude do anúncio de noivado do meu primo Tiago com a Thais. Nos juntamos num casarão lá em Guaratinguetá onde passamos um fim de semana inteiro – ou quase – em plena comemoração, tanto do noivado quanto dos quinze anos da Vanessa, filha do Cláudio e do aniversário do Guilherme também. Segundo pelo fato de duas semanas depois, e exatamente uma semana antes do carnaval ter acontecido o maior evento de rock a céu aberto da história. Não posso afirmar como mundial por que eu não sei se em Woodstock teve mais quantidade de pessoas. Mas nacional com certeza foi. A gravação do DVD dos Rolling Stones num show que fizeram de graça na praia de Copacabana reuniu um milhão e trezentas mil pessoas num evento histórico e transmitido ao vivo pra várias partes do mundo. Depois veio o carnaval com a vitória histórica da Vila Isabel dezoito anos depois fazendo um desfile impecável e merecedor do campeonato.

Viu? Não falei que não iria dar? Parei no carnaval. Faltaram ainda os meses de março e abril. E não contei da missa a metade. Tá rolando muita coisa, e muita coisa boa. Vamos passar várias e várias semanas falando sobre as boas e as nem tanto. Eu estou de volta, pronto, renovado, no pique, em clima de 2006, copa, eleições...

segunda-feira, 1 de maio de 2006

AVENTURAS CURITIBANAS (8)

Quando ela surgiu no palco todos ficaram boquiabertos com tamanha semelhança. O nome da banda cover era doze por oito e a vocalista encarna a Janis perfeitamente bem. Tudo lembrava a Janis. As roupas, o cabelo, os trejeitos, a voz, a loucura. Guilherme ficou gamado nela. Eu saí dali prometendo a mim mesmo que iria procurar mais sobre as músicas de Janis e foi o que eu fiz quando voltei de viagem. A apresentação foi tão boa que o tempo correu e a gente nem percebeu. Saímos de lá maravilhados com o show. E considero essa uma das melhores bandas covers da atualidade.

No dia seguinte, domingo, último dia de Curitiba depois de ter chegado em casa altas horas da madrugada, fui acordado por André perguntando se eu não queria ir pra feirinha de artesanatos do Largo da Ordem, centro histórico da cidade. Olha eu novamente no centro. Me arrumei e fiquei no aguardo dos meus anfitriões. A gente ainda passou na casa de um amigo do André que, assim como ele, fazia parte do projeto Gazetinha, jornal das Organizações Globo, onde eles tinham que ir ao cinema pra fazer uma crítica sobre o que foi exibido na tela.

Tio Sérgio nos deixou no Largo da Ordem. Tia Sandra já tinha ido. Descemos do carro e encontramos com ela. Não demorou muito pro André e o amigo dele irem para o cinema e eu fiquei ali com tia Sandra. Da feira, comprei uma carteira, mas não gostei e dei pro meu pai, dois bombons um de morango e um de cereja devidamente comidos e, não me lembro, mas acho que algo salgado pra comer também. Mas a gente rodou a feira toda até o início do desmonte das barracas. Domingo foi dia de feira tanto em Porto Alegre quanto em Curitiba. Feiras com propostas diferentes, mas parecidas pelo fato de serem feiras. O artesanato predominava em Curitiba apesar de terem algumas antiguidades à venda. Em Porto Alegre era o contrário. Tinha mais antiguidades apesar de alguns artesanatos.

Do Largo da Ordem depois de rodarmos a feira toda e ao mesmo tempo fazer hora para que o filme fosse exibido, caminhamos para o shopping onde estava a sala de cinema em que se encontravam o André e o amigo dele. Não demorou muito depois de chegarmos para encontrar os dois. Nessa altura tio Sérgio já estava a caminho do shopping pra recolher a gente. Os dois ainda brincaram nas máquinas eletrônicas de jogos antes e entrarmos no carro. Deixamos o amigo do André em casa e voltamos. Tio Sérgio aproveitou o tempo em que estávamos fora para preparar uma carne na brasa da churrasqueira.

Não me lembro se passei o resto do domingo entre o livro e a tv ou entre o dvd e a tv. Pelo que me vem em mente, eu terminei de ver um dos três dvd’s que o André alugou no sábado à noite (ou teria sido na sexta?). O de suspense esqueci o nome. Os outros dois foram ‘Carlota Joaquina’ e ‘American Pie 3’. Esse último eu tinha visto pela metade antes de sair com Guilherme no sábado (ou teria sido na sexta?) e complementei na noite de domingo (ou teria sido de sábado?).

Minha estada em Curitiba estava se encerrando. O vôo de volta estava marcado para pouco antes das sete da manhã, o que queria dizer despertar por volta das cinco e meia. Deixei a mala pronta. Me despedi de todos menos do Guilherme que estava dormindo. Tio Sérgio me levou na manhã chuvosa de segunda para o aeroporto. Voltei voando ‘Gol’, mas tinha que passar no guichê da BRA antes pra resolver os trâmites burocráticos. Depois de despachar a mala pela ‘Gol’ tio Sérgio voltou pra casa pra devolver o carro pro Guilherme e ir trabalhar. O vôo foi tranqüilo e antes do avião pousar no Rio, fez escala em Campinas. Entre os dois trechos foram servidos sucos e barra de cereais. Só quando eu cheguei em casa, encerrando a viagem, que comi.