segunda-feira, 30 de julho de 2007

FILHOS, MELHOR NÃO TÊ-LOS

Reza lenda que para um ser humano morrer realizado ele deveria fazer três coisas. Plantar uma árvore, fazer um filho e escrever um livro. Desses, o mais difícil atualmente é fazer um filho. Não que o ato seja difícil, o problema são as conseqüências. Ou seja, fazer é o de menos, conduzir, estruturar e criar é que são elas.

Eu incluiria a adoção nesse meio. È um gesto bonito, um ato de amor louvável e reverenciável. Abrir a porta e o coração pra uma criança alheia à própria família que por infelicidade do destino teve que ser deixada em um abrigo é uma atitude nobre. Eu atualmente digo que não terei um filho, seja biológico ou adotado. Não tenho coragem de educar uma criança no mundo do jeito que está com valores invertidos, pra não dizer sem valores, onde não há um mínimo de respeito pelos outros e cuja tendência é piorar mesmo com alguns focos descentes de resistência.

O mundo está louco e eu não acho de bom tom criar um indivíduo com o mundo desse jeito e com a situação na qual eu me encontro financeiramente principalmente. Se eu ainda não consigo me sustentar sozinho que dirá eu e mais um. Além disso, a natureza foi bastante generosa em ter me feito homem. Sinal de que posso ser pai mesmo com idade pra ser avô.

Outro ponto que tem que ser tocado ao se tratar de adoção. A burocracia ainda é muito grande apesar de algumas medidas que são tomadas pra que a adoção que se faça seja eficaz como acompanhamento social e fase de adaptação da criança para com a pretensa família. Mesmo assim levam-se anos e anos pra se conseguir a custódia definitiva de uma criança. E uma vez conseguida torna-se irreversível. Afinal uma criança não é uma mercadoria que se obtém num mercado e se não gostar devolve. Há uma vida e todos os tipos de sentimentos envolvidos nela. O carinho, as dúvidas e questões, a revolta, o preconceito, as descobertas e por aí em diante. O responsável tem que saber lidar com isso tudo. Eu confesso que ainda estou imaturo nesse ponto também pra cuidar de uma criança. Mal sei lidar com esses sentimentos em mim, imagine não saber lidar em dobro.

Definitivamente a fase que estou passando atualmente não pede, não requer, não impõe em ter filhos sejam eles adotados ou legítimos. O mais engraçado ou estranho é que acerca de uns dez anos as advertências que eu dava pra algumas amigas minhas era justamente ao contrário. Pra sorte minha ninguém levou a sério. Avisava a elas para caso engravidassem e fossem registrar a criança que eu cederia o meu nome pra por na lacuna ‘pai’ com a intenção de a suposta criança ter uma referência paterna. Ainda bem que ninguém acreditou em mim. Estaria amargamente arrependido ou adaptado a outra realidade que provavelmente não me agradaria pra cumprir a boa vontade da amiga que tivesse feito isso. Essas sim são amigas por não terem me deixado fazer isso. Aliás, acho que até hoje nenhuma delas teve filhos ou se teve não me avisou.

Bem, confesso que além de não querer filhos tão cedo ainda na minha fase, e cada vez mais atuante, de sexo, drogas e rock’n roll. Não necessariamente nessa ordem ou com a mesma intensidade pedidas pelas palavras. O rock pode se diversificar em outras modalidades de música. As drogas podem ser vistas como vícios, e cada um tem o seu, a sua dependência física, química ou psíquica não necessariamente de algo pesado e prejudicial à saúde. Existem vícios bons, creio eu. Pode ser vício de trabalhar, por exemplo. E o sexo é uma coisa pra se fazer entre quatro paredes e ninguém tem nada com isso. Acho um absurdo sair falando bem ou mal de uma pessoa com a qual a intimidade foi dividida. Talvez por ainda estar aproveitando essa fase tríade eu seja um maior abandonado. Se quiser ou conhecer alguém que queira me adotar juro que não dou trabalho nenhum.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

FAÇAM SUAS APOSTAS

Há cinco anos atrás passei uma temporada na Califórnia. À época a minha prima morava na grande Los Angeles, no condado de Santa Ana, perto de Anaheim no distrito de Orange County. Fiquei lá durante quase um mês e minha idéia seria conhecer a costa oeste toda de San Diego até San Francisco, mas, se tempo é dinheiro, não tive ‘tempo’ suficiente pra subir até San Francisco e fui só até Santa Bárbara.

Nessa viagem também tive a experiência de passar vinte e quatro horas no paraíso da jogatina. Las Vegas no meio do deserto de Nevada, e por isso considerado um dos dias mais quentes que passei durante essa temporada, é muito atraente. E tem que ser. Aqueles hotéis cassinos gigantescos com luzes coloridas e sempre com atrações e shows e com saguões com máquinas, roletas e mesas de carteados parecem cinematográficos.

O Brasil teve seus momentos de glória nos cassinos fechados por decreto lei na época do presidente Dutra. Hoje a operação navalha se faz presente nos noticiários. Os caça-níqueis tão famosos em Las Vegas aqui servem como pretexto para briga de quadrilhas e principalmente lavagem de dinheiro. O que mais se aproxima dos cassinos são as casas de bingo. Em algum lugar do passado cheguei a comparar Las Vegas com Brasília, duas cidades construídas no meio do nada, onde a grana rola solta e o volume de grana é enorme.

Me lembro de ter entrado em casa de bingo por duas vezes na vida. Uma foi no Bingo Botafogo que ficava ao lado da entrada do Canecão e eu na fila pra entrar e assistir ao show da Rita Lee apertado pra ir ao banheiro não consegui segurar e entrei só pra ir ao banheiro. O engraçado foi que mesmo avisando ao porteiro da minha finalidade ele me deu um papelzinho, uma espécie de comanda que lhe foi devolvido cinco minutos depois. A outra vez foi numa gravação da novela ‘América’ na cena em que a protagonista ganhava dez mil dólares. Dessa vez eu joguei numa maquininha daquelas. Claro que foi o dono do bingo que botou a nota de cinqüenta reais e cedeu os créditos para que eu jogasse cenograficamente. No início até que eu comecei ganhando. Sorte de principiante. Mas depois eu fui perdendo, perdendo até que apertei o botão errado e travei a máquina. Quem deu sorte até por estar mais acostumada a jogar nesse tipo de máquina foi a mãe da atriz Deborah Secco que estava visitando a gravação. Se tivesse valendo ela teria ganhado uma boa nota.

Que a justiça seja feita com os lavadores de dinheiro e formadores de quadrilha, mas que o governo ponha a mão na consciência e veja que as casas de bingo dão o pão pra muita gente. Claro que tem uns doentes que gastam o que têm e o que não têm, fazem dívida, pegam empréstimos e perdem casa e carro por conta de jogo. Isso não é um fenômeno particularmente brasileiro. Acho que o governo poderia reverter a situação para ele mesmo regularizando e quem sabe se com a arrecadação não seria possível a diminuição de impostos ou incentivos a outras atividades como esportivas e culturais.

Me posiciono inclusive a favor da volta dos cassinos de modo que assim a possibilidade do ganha pão é expandida para vários segmentos profissionais. Se fosse de interesse público e político e souberem como implementar e administrar, daria certo uns cassinos no Rio e em outras cidades de apelo turístico. Tenho quase certeza de que os cassinos não irão voltar à ativa nem agora e nem tão cedo. O jogo de interesses por trás dessa hipótese é muito grande. Na verdade, apesar de eu ser a favor, acho que nunca mais vão abrir um cassino no Brasil. Irão continuar os clandestinos e as casas de bingo provavelmente voltarão a funcionar depois que essa navalha cortar quem tiver com a carne a mostra agora e cicatrizar essas chagas abertas por essa operação.

domingo, 15 de julho de 2007

BAIXAR E PIRATEAR

Ainda tendo a música como mote, provavelmente em alguma postagem mais antiga já tenha abordado esse assunto. Não que eu esteja sendo repetitivo, mas volta e meia esse assunto volta à tona e a discussão sempre se faz valer. Em voga novamente a pirataria e suas conseqüências. Antes de qualquer coisa temos que definir o que é exatamente a pirataria. Eu vejo como a apropriação indevida de algum produto com finalidade de reprodução em série e lucro com a venda das cópias desse produto. Frisemos bem a palavra lucro.

Antes da chegada do CD, dominava no mercado fonográfico o LP de vinil e a fita cassete. Era raro eu comprar uma fita. Geralmente eu adquiria o disco. E quando não comprava e se soubesse de alguém que tinha tal disco pedia pra gravar pra mim numa fita. Esse esquema permaneceu em vigor até pouco tempo atrás. Só que ao invés da obra ser reproduzida de LP pra fita, com o avanço da tecnologia, atualmente se faz de CD pra CD. Houve modificação apenas no formato da mídia.

O crime se constitui quando há a obtenção de lucro com essa reprodução. Já é a segunda vez que digo isso justamente para enfatizar. Há uma diferença brutal entre copiar pra vender e copiar pra deleite próprio. Com o advento da internet tudo pode ser encontrado na rede inclusive músicas. Eu mesmo confesso que baixo muita música por um programinha próprio pra isso e não me sinto um criminoso por conta disso. Primeiro, se eu consegui baixar foi pelo fato de alguém ter chegado na minha frente e posto o arquivo lá. Tenho também por convicção ou mania comprar discos dos artistas que eu gosto de consumir sem sequer cogitar em baixar as músicas pela internet. Salvo quando o hiato entre o lançamento e a minha aquisição fique muito grande. Mesmo assim é uma música ou outra.

Esse sistema de pirataria tem feito com que artistas e gravadoras estabeleçam um novo esquema de revelação. Como o custo de produção de um disco está bem acessível para qualquer um, a parceria com as gravadoras existe mais na parte de lançamento e distribuição. Uma das pioneiras a fazer isso foi a Marisa Monte com a Phonomotor Records. Existem exceções como a Ivete Sangalo que ainda é contratada da Universal Music e posa de galinha dos ovos de ouro devido a grande vendagem de discos empurrados pelos sucessos sempre nos topos das paradas. Seria devido ao famoso e também discutível jabá? Isso já é uma outra história.

Dois pontos importantes que também precisam ser tocados é que as grandes empresas de tecnologia com braços na produção musical não pode reclamar do aumento abusivo da pirataria. Se ela perde por um lado, ganha ao vender os próprios gravadores de CD e CD’s virgens que põem no mercado. O outro é que artista ganha dinheiro com suas apresentações. Ninguém vive só de vendagem de disco. Existe uma série de cantores que não precisam nem de ficar exposto ao grande público que assiste TV para fazer seu próprio marketing que mesmo assim lotam seus shows. No entanto suas interpretações estão sendo executadas em novelas e programas de grande circulação.

Se por um lado baixar músicas na internet é visto como um meio ilícito por várias pessoas, alguns artistas que vivem de música já confessaram que fazem o mesmo, principalmente em termos de pesquisa para se informarem mais sobre qual som tem rolado lá fora e descobrem bandas e grupos os quais até então desconhecidos e vêem afinidades para com eles. Tudo o que é ruim tem seu lado bom. Eu vou sim continuar a baixar música pela internet e volta e meia compilar num CD para uso próprio ou coletivo, presenteando amigos também, mas em hipótese nenhuma obtendo lucro com esses discos, no máximo repondo o que foi gasto na compra da mídia, coisa que não tenho o hábito de fazer. Nesse ponto, a bandeira do meu navio musical é a branca.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

QUAL É O RITMO?

Quando eu chegava à casa dos meus avós pro almoço de domingo a televisão de lá geralmente estava ligada no programa Silvio Santos. Um dos programas embutidos nos vários que eram apresentados por ele na época em que sozinho ficava no ar até as dez da noite era o ‘Qual é a música’ onde os cantores disputavam uma gincana na qual ganhava o que demonstrava ter melhor conhecimento musical. Atualmente esse programa voltou a ser exibido. Por se tratar de Silvio Santos e por mais que ainda seja ele que apresente não se sabe até quando.

Na década de oitenta não existia o CD e o programa se atualizou conservando todas as suas provas. A mistura do antigo e tradicional com o novo e moderno dá a graça ao programa. Araci de Almeida e o grupo Skank, por exemplo, podem ser compartilhados no mesmo tipo de prova. Música é sempre bom. Pra quem foi criado em ‘jam session’ de modo que reunião de família sempre rola uma roda de viola e cantando as músicas passadas pelo meu avô aos meus tios como as passadas pra gente pela execução maciça das ondas do rádio a música é uma das melhores vias de comunicação. Talvez por isso eu seja bastante eclético. Claro que como todo mundo tenho minhas preferências, mas procuro escutar de tudo mesmo se for pra dizer que não gostei ou não me atraiu determinado ritmo ou música. Tolero a grande maioria. Em festas concordo que tenha que tocar de tudo um pouco. O que ainda me incomoda um pouco, provavelmente por não ter ouvido condicionado e/ou prática é escutar o tempo todo o mesmo ritmo.

Botando na berlinda como exemplo a música baiana conhecida também como ‘axé music’, é muito difícil eu passar o carnaval em Salvador. Salvaguardando Ivete Sangalo e Daniela Mercury que surgiram desse nicho, mas conseguem magistralmente passear por outras tendências musicais, os outros baianos de sucesso da geração pós-tropicália são mais focados nesse ritmo. Exemplifiquei com duas mulheres e confesso que gosto de ouvir mulheres cantando. Não desprezo os homens, sempre gostei mais das vozes femininas e as consumo. Rita Lee, Marisa Monte, Gal Costa e Vanessa da Mata são cantoras as quais procuro sempre ter os trabalhos delas. Dizem que as vozes femininas são mais requisitadas por reportar a memória musical ao cântico de ninar das mães.

Voltando às festas de um ritmo só, entre o carnaval em Salvador, um baile funk e uma festa rave a minha tendência é ir para essa última. Sei que deve ser um porre ficar o tempo todo escutando uma só batida durante horas, mas tem uma vantagem sobre as outras duas. È só o ritmo. Não tem o ‘aê aê aê’ das músicas de trio elétrico baiano e nem os grunhidos e gritos dos mc’s do funk com aquelas letras ricas na língua portuguesa e melodias apuradíssimas. Apesar de ainda ser um pouco arredio a musica eletrônica confesso que estou me aproximando dela. Alguns DJ’s são felizes na minha opinião em misturar o ritmo eletrônico com a música brasileira. É esse mix que tem me atraído. Gosto quando se coloca numa pista de dança uma música cantada pela Elis Regina, Maria Bethânia ou Ney Matogrosso. Acho que isso enriquece a cultura dos baladeiros de plantão. Ainda é difícil de se escutar isso na noite, mas quando toca com certeza é sucesso a ponto de agradar grande parte dos freqüentadores de uma boate. Claro que numa rave a barreira é maior e a resistência também. Afinal eles só estão interessados na batida.

Duvido que um freqüentador de rave acerte alguma música na prova do leilão das notas musicais do ‘Qual é a música’ que é a última e mais valiosa em termos de pontuação no jogo. Sete ou dez notas seriam poucas para eles. No entanto se fossem sete ou dez batidas diferentes a identificação da música eletrônica seria imediata.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

EM FASE DE MUDA

Desde a minha entrada no ramo e figuração, há dois anos e quatro meses já vi acontecer muitas coisas. Concordando com umas e discordando de outras fui formando o meu conceito, o meu método de como lidar com algumas situações já presenciadas por mim. Me considero meio gato escaldado. Mês passado aconteceu mais uma reviravolta na minha vida o que está abalando as prioridades das minhas metas, a exceção da primeira que continua firme.

Com a expansão e o alto investimento da Rede Record de Televisão no setor de teledramaturgia, as oportunidades também estão crescendo pra todos, inclusive para as agências de figuração. Como por questão de ética, lógica e/ou concorrência não podem ser as mesmas que estão abrindo braços para entrarem na Record, ou seja, se reinventando, abrindo outras salas, criando outros nomes, mas com algum tipo de vinculo. Uma dessas agências me contatou mês passado para que eu começasse com ela essa empreitada. De certo modo eu comecei com ela. Um bom filho a casa torna. A mesma agência com a qual eu comecei a fazer figuração na Globo me chamou para recomeçar com ela na Record. Recomeçar de uma forma digamos superior a da Globo de modo que estou em fase adaptação para com a agência e a Record onde estou começando a conhecer o esquema que é parecido, mas não o mesmo da Globo.

Claro que não podemos comparar quarenta anos com quatro. A Record está começando agora e se não desistir da empreitada vai acirrar mais ainda a concorrência. O que de certa forma é bom pra cortar o monopólio da Globo. Falta bastante para que as duas concorram de forma igual. As novelas da Globo são muito mais vistas, estruturadas e trabalhadas, mas a Record está plantando as condições de superestrutura pra colher no futuro algo do tipo projac. Se o Renato Aragão voltasse a pisar hoje no que um dia já foi o estúdio dele, ficaria pasmo, boquiaberto.

Enfim, mudanças. Não que eu tenha largado de vez o projac e a agência com a qual eu trabalho na Globo, pelo contrário, não quero perder o contato com o pessoal de lá. Só to passando uma chuva na Record que, de qualquer forma, vai ser bom pra mim. E como essa agência, como a grande maioria, é um braço da que está na Globo, sinal de que as duas portas, ou uma porta e uma janela estão abertas pra mim. É só saber lidar com essa dualidade. E caso não valha a pena volto pra minha doce e pacata vida de figurante, recomeço minha escalada até chegar ao posto o qual atualmente tenho vontade de atingir.

Esse ‘atualmente’ também pode sofrer variações de uma hora pra outra. Já não respondo por ele amanhã. No entanto ficaria muito satisfeito se esse posto que almejo fosse na Globo. Como há uma abertura a possibilidade é muito maior, ou seja, o caminho está bem mais curto. Não sou de atropelar ou passar por cima de quem quer que seja pra chegar a esse objetivo. Nesse ramo, pelo menos eu adotei o estilo Zeca Pagodinho de deixar a vida me levar.

Mudanças como essa, repentina, de um dia pro outro, e que requer uma fase de adaptação por mais que se conheça e se saiba como é o esquema de trabalho é um pouco assustador, mas como é uma coisa que eu gosto que me dá prazer e por enquanto é meu objetivo, enquanto não sofrer outra metamorfose, estou encarando sem medo. Afinal já tirei isso de letra em dificuldades maiores. Dois anos e quatro meses no meio e chegar onde estou acho meteórico, por mais que o tombo que tomei tenha sido feio meu caráter e minha integridade permaneceram inalterados e foi por isso que eu insisti em continuar.

Reconheci a queda, que não foi proposital, não desanimei, levantei, sacudi a poeira e agora estou dando a volta por cima mesmo que não seja na Globo, mas é por cima que eu pretendo voltar pra lá, pelo menos a princípio.