terça-feira, 30 de outubro de 2007

A FORMATURA

Certos acontecimentos são dignos de comemoração. Quando se cumpre uma etapa da vida ou quando se começa outra como um casamento, por exemplo, tem que se festejar. Se depois o casamento não vingar, não der certo, aí são outros quinhentos. No meu caso não é bem um casamento, apesar de durar mais anos que muitos casamentos, mas sinto que sou um privilegiado por ter conseguido até hoje manter contato com meus amigos da faculdade. Atualmente é difícil porque cada um toma um rumo depois que se forma. Nossa dificuldade maior é o contato visual, é parar e juntar a turminha, porém, por telefone e por outros meios de comunicação esse contato não parou. Até mesmo porque aconteceu o inevitável conforme eu havia dito cada um tomou seu rumo na área ou não. Mesmo assim a gente sabe e sempre conta um com o outro pro que der e vier. Isso é um pacto que a gente tem, mesmo que não assinado ou verbalizado, desde que a gente se juntou nos tratamos assim.

Por todas as escolas que passei não consegui fazer isso. Contato mesmo só com um ou outro, mas não com o grupo grande como temos conseguido ao longo desses cinco anos. É. Já temos cinco anos de formado que com mais quatro de faculdade totalizam nove anos juntos. Faculdade é a melhor fase da vida. Quando a gente se formou estávamos com uma idéia que durou pouco. Queríamos fazer uma festa que parasse o Rio uma vez por mês. Que pretensão a nossa. Tinha até nome. Revelia. E já havíamos feito duas edições no extinto Barman Club em Copacabana. O que fazer então pra comemorar nossa formatura? Outra Revelia.

Como não houve continuidade da festa no Barman estávamos à procura de uma outra casa. Encontramos a também extinta Spin em Ipanema e fizemos mais duas edições. A segunda devido o sucesso da primeira em treze de abril de 2002. Nossas aulas que eram pra acabar no fim de 2001, devido as várias greves que pegamos, acho que umas três sendo que a primeira durou três meses e acarretou no atraso do calendário, só acabou no fim de março.

A decisão então, já que estávamos voltando com a Revelia em outra casa, era fazer dessa terceira edição a nossa festa de formatura. Não que a gente fechou a boate só pra gente. Teve gente que passando por ali resolveu entrar, curtiu a festa tanto quanto a gente e sem saber que era na verdade a comemoração de uma formatura de turma de faculdade. Foi uma festa que ficou marcada na minha vida não só pela formatura como pra ratificar esse pacto que a gente fez. Pra se ter uma idéia a casa com dois ambientes, o bar em baixo e a pista de dança em cima, que devia ter capacidade para umas cem pessoas no total nesse dia tinha em torno de cento e cinqüenta, ou seja, estava intransitável. Porém, foi isso que deu a sobrevida pra festa de mais um mês. E só. Depois ficou muito difícil conciliar idéias, horários, funções e disponibilidade pra pensar em outra Revelia. A gente até brincava que o nome da nossa produtora de festas e eventos era Prajacu devido a um desenho do Pica Pau.

Bons tempos. E o mais curioso foi que a gente se formou de direito antes de se formar de fato. Porque se fosse pra esperar a colação de grau era bem capaz dessa comemoração não ter acontecido. De fato nossa colação de grau só ocorreu no mês de setembro. Isso porque o diretor tinha se cansado de fazer uma colação pingada, ou seja, ele esperou que juntasse um contingente razoável de pessoas para proceder formalmente com a colação de grau no próprio salão nobre da faculdade.

Se eu fosse contabilizar aqui todas as festas e celebrações teria que ter no mínimo um ano pra que parte delas fossem expostas nesse espaço. Quem sabe daqui a um ano eu revele mais quatro aventuras festeiras das quais fiz parte. Até lá espero fazer da minha vida uma festa constante.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O DÉCIMO QUINTO

Veja o que são e fazem as coincidências e/ou acasos da vida. Hoje é dia vinte e um de outubro e há exatos quinze anos e cinco meses eu estava comemorando meus quinze anos. Foi uma festa para poucos convidados. Se tinham vinte e cinco era muito. Talvez tenha sido a primeira festa, o primeiro aniversário sem as ligações, os abraços e as felicitações de amigos e parentes. Do mesmo jeito que foi o primeiro que passei em outro país. As pessoas mais próximas a mim eram minha mãe e meu irmão que também se encontrava na mesma situação. Mas no fundo eu nem estranhei até pelo fato de todos terem sido avisados com bastante antecedência de que não estaríamos em casa.

E realmente não estaríamos nem no Brasil. Meus quinze anos foram comemorados durante uma curta temporada, de apenas dez dias, por Orlando e Miami. Primeira excursão internacional da minha vida. Tudo era novidade a começar pelas horas de vôo que foram muitas perante as minhas poucas experiências aeroviárias. Com a gente tinha umas vinte pessoas que também faziam essa excursão em pleno mês de abril, ou seja, em se tratando de Disney que enche nos meses de janeiro e julho principalmente, é baixa temporada.

Não me lembro exatamente do roteiro elaborado pela agência de viagem. Lembro que chegamos em Miami, pegamos um ônibus e fomos pra Orlando. Lá deixamos as malas no hotel, atravessamos a rua e fomos pro parque aquático. Eu tava tão cansado que nem aproveitei direito esse parque. Mas tudo bem, aquele era só o primeiro dia. Nesse mesmo dia, à noite, a decisão particular sobre o rumo dessa viagem em termos financeiros. Compramos uma câmera pra filmarmos a nossa viagem e mais o que fosse interessante pra gente a partir daquele momento. A conseqüência dessa decisão foi exatamente o dinheiro dar conta até chegarmos no aeroporto no dia da volta cujo lanche nos foi gentilmente cedido por um veterano em excursões que provavelmente já passou por isso também. Claro que em quinze anos muita coisa muda inclusive algumas atrações nos parques temáticos. Vi coisas que não existem e não vi coisas que atualmente podem ser curtidas.

Voltando ao foco, o dia do meu aniversário foi o que estava reservado para conhecermos os estúdios da Universal. Já tínhamos estado nos estúdios Disney-MGM e no dia seguinte iríamos voltar pra Miami onde passamos os dois ou três últimos dias de excursão. Então, além de ser festejado com personagens de cinema como ET, King Kong, Tubarão e depois de ter dado uma passadinha no Hard Rock Café onde, se não me engano, comprei a mochila preta que depois virou um objeto comum, voltamos para o hotel e fizemos uma pequena festinha.

Três razões colaboraram para o pequeno happy hour que lotou o quarto do hotel onde a guia estava hospedada com outras duas passageiras. A primeira era a despedida da cidade. Depois de visitarmos os principais parques na época iríamos passar alguns dias em Miami. A segunda foi a apresentação do vídeo oficial da excursão e quem quisesse que comprasse. Claro que a gente comprou. Na época, mesmo lá nos Estados Unidos, não se ouvia falar em DVD. E a terceira e mais importante era a comemoração em si do nosso aniversário. A praticidade do mercadinho próximo ao hotel foi primordial pra compra dos apetrechos festivos tipo bola, potinhos e espuma, tipo essas que jogam na gente no carnaval, pra ficar parecendo bolinhos individuais, refrigerantes e uma pequena torta, eu acho, pra ser distribuída entre as pessoas.

Na verdade essa parte da torta eu não me lembro, mas cantar parabéns sem bolo fica meio capenga. Esse foi o episódio que marcou a celebração dos meus quinze anos. Vou deixar o egocentrismo um pouco de lado e falarei de um outro tipo de evento, de comemoração no qual eu não tenha ficado um pouco mais velho.

domingo, 14 de outubro de 2007

O SÉTIMO

O primeiro grande evento do qual participei, vale ressaltar que foi um evento familiar, aconteceu se não me falha a memória na semana santa de 84. Aliás, desse ano eu me lembro bem do carnaval passado em Saquarema onde ficamos de olho na transmissão dos desfiles das escolas de samba na qual tia Tania estreava como ritimista, mais precisamente chocalheira, pela União da Ilha.

Voltando ao evento, na época tio Marcos morava na cidade mineira de Três Marias e foi a primeira vez em que decidimos alugar um ônibus pra fazer uma visita a ele. Claro que por trás disso tudo havia a festa, a comemoração do nosso aniversário, visto que ele faz dois dias antes do meu e calhou de naquele ano cair justamente na semana santa. Juntando a fome com a vontade de comer metemos o pé na estrada.

Lembro que o ônibus fretado era da Viação ABC, que ele se perdeu pra chegar até aqui em casa, que em um determinado ponto da viagem furou o pneu bem no meio da madrugada e que tinha umas pessoas desconhecidas se não me engano de Campo Grande que também estavam indo pras mesmas bandas fazer não me lembro bem o que. O que me vem a memória desse mega evento são só flashes. Não tem uma seqüência lógica dos fatos e acontecimentos, mas os anais familiares estão aí pra isso.

A gente não ficou hospedado em hotel na cidade. Na verdade era uma vila militar e ficamos confinados em casas dessa vila. Lembro da piscina e de algumas outras cenas. A festa também foi numa das casas dessa vila. (Atenção parentada se eu tiver falando alguma besteira me corrijam, por favor.) Disso eu me lembro nitidamente. E tem bastante foto pra comprovar o clima ótimo da festa tocando os hits do início dos anos oitenta, auge de Michael Jackson e surgimento de Madonna.

Histórias são o que não faltam. Tio Aloísio vestido de fantasma pra assustar não sei quem, o espanto em descobrir o tal do minhocossu, a vaca atolada que serviu de bóia pra galera presente, alguém que escondia as garrafas de wisky, os fogos de artifício que foram soltos na chegada do ônibus na vila, enfim, várias situações cômicas que ocorreram durante os dias em que estivemos lá. Até hoje quando sinto algum cheiro específico a primeira imagem que me vem é Três Marias. Dessa vez acho que só tia Branca e derivados – caramba, que nome mais esquisito pra falar dos meus primos – não embarcaram nesse ônibus. Tia Dora foi direto de Goiânia. Tio Sérgio acho que foi direto de Assis também. Não me lembro. Só lembro que a farra foi muito boa, que mais uma vez meu lado festeiro sobressaiu e que essa foi a primeira de uma série de outros eventos/excursões familiares que sucederam inclusive internacionais.

Três Marias foi o ponto de partida e ao mesmo tempo, pra minha pessoa, a consagração da missão da minha família que é fazer de qualquer festa, celebração, comemoração ou não, de modo que só o fato de um ir à casa do outro já é motivo passível de festa mesmo que surja uma discussão, a melhor festa, o melhor aproveitamento daquele evento ou reunião ou qualquer outra coisa. Se é inevitável, relaxa e aproveita pra não dizer outra palavra.

Coincidência ou não, a última vez que fizemos isso foi novamente para a cidade em que tio Marcos mora hoje, em Guaratinguetá, São Paulo, para celebrarmos o casamento do meu primo, filho do meio dele, o Tiago, agora, no início de agosto passado. Os tempos são outros e a família tem a mesma base de Três Marias, mas há os novos membros, os agregados e a nova geração. O que éramos nós naquele tempo, vinte e poucos anos depois, tem seus representantes. O ônibus foi um micro com menos lugares que o tradicional, mas também fomos pra bem mais perto que Três Marias. Nossas idades avançaram, nosso pique não é mais o mesmo, mas nossa essência continua festiva, festeira e festejando todos os acontecimentos bons da família.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O PRIMEIRO

A primeira de inúmeras festas que participei eu não me lembro e vou tentar fazer dessa minha não lembrança, isto é, baseado em comentários de família e registros fotográficos existentes, o relato da minha primeira festa de aniversário. Sou totalmente contra festinha pra comemorar o primeiro ano de vida de qualquer criança salvo se ela passou por algum problema de saúde ou coisa parecida. Festa de um ano os pais fazem pra eles. A criança em si não aproveita nada. Pelo contrário, vira o foco, o centro das atenções sem entender o porquê daquele carnaval todo. Quem curte mesmo são os pais e as crianças maiores um pouco. Aliás, criança tem que ter festa depois que ela tiver um pouco de percepção de mundo, mesmo que essa percepção seja camuflada nas histórias dos desenhos infantis. Creio que a criança fica assustada com tantos afagos, amedrontada com tanta gente e perdida por estar descumprindo o ritmo e os horários as quais ela está acostumada a cumprir com sua alimentação e seu sono.

Festa que eu lembro de ter curtido foi a dos meus cinco anos cujo tema foi a Copa do Mundo de 82 na Espanha. Não lembro da festa em si, mas as fotos que por ventura me reportam aquele tempo me fazem ter uma sensação mais nítida do que aconteceu naquele dia quanto à minha festa de um ano. Quando era menor, e tenho a impressão que toda criança passa por esse estágio, dava importância ao aniversário principalmente pelos presentes. Hoje sei que o que importa são as lembranças que têm de você, as ligações, os recados, os abraços, o carinho que se percebe das pessoas para com você.

Com um ano eu não percebia nem uma importância e nem outra. Mas o meu caso foi peculiar e também, por que não dizer, pitoresco. E a festinha de um ano que tive talvez tenha sido a melhor solução para o que se passava naquele dia. Arrumaram, acho que já estava prevista, essa festinha pra mim. Provavelmente o que não estava previsto era o corre corre do hospital que iria acontecer exatamente um ano depois. Minha primeira festa de aniversário foi meio que um disfarce já que meus pais não puderam comparecer. Então foi uma festa meio que armada para que eu não sentisse falta da presença deles, segundo os anais familiares. O bolo era um palhaço. Hoje eu posso brincar dizendo que me fizeram de palhaço e que a ausência dos meus pais no meu primeiro aniversário e o meu trauma de infância. Dizem que só fui perceber que meus pais não estavam lá na hora que cantaram os parabéns pra mim. Mas pode ser que eu também tenha me assustado com aquela parafernália toda.

Meus pais não estavam lá por um bom motivo. Isso não é raro, mas também não é comum. Eles foram receber o meu primeiro e duradouro presente. No hospital mesmo. Por voltadas três da tarde minha mãe pariu meu irmão. Que loucura devia estar sendo aquele dia outonal de abril trinta anos atrás. Aniversário e nascimento ao mesmo tempo, quem fica, quem vai pro hospital. Ainda bem que eu não me lembro de nada e praticamente era uma inocente vitima daquilo tudo. Imagino os esforços dos meus avós, tios e primos pra me distrair e fazer uma festa com a qual eu me sentisse confortável. Não me lembro dos comentários sobre o pós parabéns. No entanto existe, se é que não foi comido por fungos e traças, um filme de rolo de uma filmadora que meu avô tinha, e eu assisti uma vez só na vida, onde me mostrava já no hospital, não sei a que horas, dando os meus primeiros passos entre os braços de alguém e a cama em que minha mãe estava. Essa foi a imagem do filme que ficou retido na minha cabeça.

Veja o que o acaso ou o destino faz com a gente. Por incrível que pareça a festa do meu primeiro aniversário, apesar do foco ser todo meu, havia por trás a celebração do nascimento do meu irmão também. Comecei a vida de uma maneira bem diferente, celebrando duas coisas numa festa só. Assim começou a minha saga de festejador.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

VOU FESTEJAR

Apenas três meses é o que falta pra terminar o ano. O tempo, à medida que passa, parece que dobra sua velocidade. Esse ano passa mais rápido que o ano passado e certamente mais lento que o ano que vem. No entanto, como todos os humanos vivos, rapidamente ou não ficamos mais velhos a cada ano que passa. Esse mês que ta chegando agora quem faz aniversário é esse blog.

Há cinco anos atrás lá pra abril ou maio surgiu a idéia e o caminho foi aberto, mas só no mês de outubro, depois de vários testes e tentativas que o molde atualmente em vigor estreou e sobrevive até hoje. Claro que em cinco anos já publiquei um monte de besteira e acertei na mosca por várias vezes também. Tenho que confessar agora, devido também a cumplicidade e intimidade criada com as pessoas que me freqüentam, apesar de eu não tirar da cabeça que ninguém lê esse blog, que o método que passei a usar esse ano nas composições das minhas postagens é o que tem dado certo.

Crio os meus textos numa folha comum de papel de caderno usando a frente por inteira e metade do verso acrescido de mais três linhas que quando transcritas pro arquivo do editor de texto word dá exatamente uma lauda que acho que seja o padrão ideal até mesmo pra não tomar o tempo e encher a paciência de quem está fazendo alguma coisa na internet, mesmo que seja conversar via mensagem instantânea. E os crio num intervalo máximo de duas semanas. Isso é sinal que os faço com uma boa frente.

Geralmente o mês tem quatro domingos, ás vezes cinco, mas procuro e tenho conseguido com grande freqüência, ao postar o primeiro texto do mês já ter prontos os três ou quatro seguintes. Por exemplo, esse texto foi escrito na última semana de agosto antes da postagem do primeiro texto do mês que ta terminando agora. É estranho escrever como se tivesse um mês a frente do meu tempo mais ou menos, mas já to acostumando. Do papel pra tela pode ter algumas modificações. Às vezes eu acrescento algumas palavras ou frases pra que o tamanho certo seja respeitado. A quantidade de tinta gasta no papel geralmente dá quando passada pro computador. E depois disso tudo ainda tenho que administrar a verborragia. Escrevo tudo direto e só depois que faço a divisão dos parágrafos e intitulo o texto caso ainda não tenha idéia de um título.

Como todo aniversário merece uma festa, uma comemoração. E pra comemorar esses cinco anos juntos todas as postagens de outubro tratarão de peculiaridades presenciadas por mim ou que participei em festas e celebrações da minha vida. Além disso, na segunda parte da comemoração, é porque idade redonda a gente comemora bem comemorado, vou escolher cinco dos textos já publicados pra postar entre dezembro e janeiro até o já tradicional na palma da mão entrar no ar as vésperas do carnaval que ano que vem cai no início do mês de fevereiro.

Eu sou daqueles que acha que se deve comemorar qualquer coisa. De extração de unha encravada até aniversário de divórcio. Acho a vida tão curta que deve ser regada a festas. Não importa o tema da celebração, importa sim celebrar. Como o futuro é incerto talvez esse possa ser a última vez que estejamos comemorando a manutenção desse blog na rede mundial de computadores. Aos pessimistas de plantão isso não significa que eu vou acabar com minhas postagens semanais. Só estou alertando que como tudo vida tem um tempo de duração. Então vamos comemorar enquanto é tempo. E pra terminar queria dar os parabéns. Em primeiro lugar a mim mesmo que insisto em publicar meus textos. Os faço com maior prazer e respeito pelo compromisso assumido há cinco anos. Veja que o prazer vem na frente. Acho que se não for feito com prazer nem vale a pena ser feito. E em segundo lugar a você, seja quem for, assíduo ou não, recebe de braços abertos essas loucuras literárias. Obrigado.