domingo, 30 de dezembro de 2007

SEMANA DIANA

Na semana que passou, uma parte do Brasil parou. Considerando a extensão da minha família e as amizades construídas ao longo da geração vigente, estatisticamente foi mesmo uma parte do Brasil que parou. É possível que, provavelmente, essa tenha sido a semana de maior audiência de uma produção global que está no ar desde o início do ano.

‘Um só coração’, minissérie que retrata a evolução da cidade de São Paulo entre os anos vinte e cinqüenta em comemoração aos 450 anos da capital, teve no seu elenco, durante quatro cenas, a Diana, filha da minha prima Lívia e neta da minha madrinha, Tia Dôra.

Não é o primeiro trabalho dela na casa. No episódio da Rapunzel, do Sítio do Pica-pau Amarelo, ela foi a própria, quando raptada pela madrasta. Depois disso o rostinho dela aparecia muito rapidamente na campanha do governo sobre a merenda nas escolas. E, como atrizes que durante grande parte da carreira têm que fazer inúmeros testes, recusaram-na para a propaganda de sessenta anos da ‘Sadia’. Mas ela não se deu por vencida e novamente a vênus platinada a chamou para uma pequena – que se tornou longa – participação nessa superprodução.

A personagem que ele interpretou de maneira magnífica - te cuida Fernanda Montenegro - foi a Antônia, filha do Madiano (Ângelo Antônio) e Maria Luisa (Letícia Sabatela), com mais ou menos dois anos de idade, que é a idade dela. Na trama, Maria Luisa abandona a filha que é criada pela família de Yolanda Penteado (Ana Paula Arósio). Ela se casa com um turco (?) que não sabe que Maria Luisa teve uma filha. Diana, ou melhor, Antônia entra aí. Durante a Revolução de 32, Samir, o turco (?), numa das suas cruzadas acaba parando na fazenda de Yolanda Penteado para reabastecer as energias e acaba conhecendo sem querer e sem saber que é, sua enteada. E conforme a evolução da minissérie, Antônia cresce. No entanto, seguindo o ditado, vão-se as Antônias e fica a Diana.

Cada dia da semana passada, em alguma cena, Diana estava lá. Na terça foi quando a Maria Soldado chega com sua tropa que segue rumo a cidade de Cachoeira Paulista. Antônia (lê-se Diana) está no colo de Rita ao lado de Isolina (Chica Xavier) e Guiomar (Cássia Kiss). Na quarta foi a cena já descrita do Samir. Na quinta, foi na última exibida do capítulo, onde ela entra no colo de Yolanda Penteado e sai de cena carregando a bolsa dela. E a última vez que ela apareceu, na sexta, é quando a Yolanda chama Antonieta e Antônia e pede para que elas brinquem fora daquele ambiente. O detalhe fica na reaparição de Antônia quando a Antonieta larga a mão dela e Diana tenta voltar à cena.

Coube a mim a incumbência de acompanhar a estrelinha nas gravações das cenas externas exibidas terça e quarta. A locação ficava na Ilha de Guaratiba, um lugar longe, principalmente se o ponto de referência for Niterói, e o calor também era um tanto desagradável. Lá eu reiterei minha idéia de que nem só de glamour, fotos e festas vivem essas celebridades. Às vezes elas perdem dias e dias para gravar três ou quatro cenas em cada dia desses. Não há uma rotina certa de oito horas trabalhadas e bem aproveitadas por dia como em um trabalho normal. Talvez seja esse o preço que se paga por ser um global.

Mas Diana ainda é muito pequena e, por mais que ela seja chamada pra fazer essas aparições, a equipe de produção tem consciência disso e não permite, mesmo que, por acaso, venha a acontecer uma vez ou outra, que ela perca o dia como os atores experientes. Aliás, a paciência é a principal virtude para um ator. Eu, além de não ter talento, vocação e nem capacidade e competência pra atuar, não tenho muita paciência.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

AGORA É HORA DE ALEGRIA

Uma polêmica parou o país na semana passada. O apresentador mais carismático da televisão brasileira declarou que ia morrer. Como minha mãe diz, a única certeza da vida é a morte, ou seja, todos nós vamos morrer um dia. Ele, no entanto, disse que morreria em no máximo seis anos. Estava com uma doença degenerativa coronariana que limitava sua expectativa de vida. A declaração foi feita a uma das mais conceituadas revistas de fofoca que circulam no Brasil. Foi um susto nacional e durante dois ou três dias não se falou de mais nada.

Silvio Santos, o homem do baú, ainda tinha dito nessa mesma entrevista que o pequeno império que ele construíra, o Sistema Brasileiro de Televisão, estava sendo vendido por dois bilhões de reais e que na negociação a Televisa, empresa mexicana, e o Boni, ex-comandante da Globo, dividiriam a compra ficando cada um com metade do patrimônio do ‘patrão’. É sabido, público e notório que com a abertura para o capital internacional dos meios de comunicação, a Televisa estã de olho, e provavelmente será a preferencial, da obtenção de trinta por cento, valor máximo que a lei permitirá, do patrimônio do SBT.

Porém, o próprio Silvio revelou que todas essas declarações dadas por ele eram gozações. Silvio, que atualmente está em um bairro de Orlando, Flórida, chamado Celebration, que fica na região da Disney, passando uma temporada de ‘férias’ foi surpreendido por um telefonema – vou reproduzir aqui as palavras dele que foram captadas por um repórter correspondente do programa do Gilberto Barros na Band, na última sexta feira – da tal repórter da Contigo, que tinha conseguido o número do telefone da casa dele por lá – casa essa que é avaliada em mais ou menos seiscentos mil dólares – e cuja primeira pergunta feita por ela foi se ele estaria aposentado. Com a inteligência dele e um raciocínio rápido, inventou toda essa históia provando mais uma vez que sabe trabalhar o marketing da própria figura.

Voltar a atenção para ele sempre foi um bom negócio, mesmo que sem querer terceiros fizessem isso. Lembro de alguns episódios como o problema que teve na garganta que forçou ele a ficar menos tempo no ar aos domingos, dividindo as atrações e consolidando o Gugu Liberato no horário vespertino do dia dos programas dele, o lançamento da pré-candidatura para a presidência do Brasil que foi impedida pelo partido (que, se não me engano, era o PFL), e mais recentemente, aí que digo que feito por terceiros, a homenagem que a escola de samba Tradição fez a ele no carnaval de 2001 e o seqüestro ocorrido com a filha dele poucos meses depois, em que o meliante, dias depois de dar liberdade à menina voltou ao local do crime e ‘seqüestrou’ o próprio Silvio.

Não creio que seja característica de nenhum grande comunicador e/ou empresário dar declarações de tamanha importância, capaz de mobilizar a população e até modificar estratégias de conduta de várias empresas, para uma revista cujo conteúdo exposto é basicamente sobre fofoca de bastidores da mídia televisiva. Se as declarações que ele deu para a revista fossem verdade, não seria por meio dessa categoria de revista que viriam à tona. Existem revistas mais bem conceituadas e mesmo assim notícias desse peso sã dignas de coletivas de imprensa. Ou então fazer como a Ana Maria Braga. Falar francamente sobre o seu quadro de saúde no programa comandado por ele.

Soube que ele participou e se desculpou ao vivo no programa do Gugu, mas eu raramente ligo a TV em algum canal aberto num dia de domingo e não fiquei sabendo quais foram as suas palavras sobre o fato acontecido.

Com essa confusão desfeita, esperem mais coisas surgidas da brilhante cabeça desse homem. Quanto menos se esperar, Silvio Santos vem aí. Até a próxima!!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

ESSE ANO...

Dentro de quinze dias o ano termina. Mais um ano se vai e é chegada a hora de fazer aquele famoso balanço de fim de ano e reestruturar as metas e ou promessas pro ano que chega. As minhas metas continuam sendo as mesmas três fixas e uma volátil. Na verdade eram duas voláteis, mas uma ao ser realizada caiu e casou com uma dessas fixas.

Não faço promessas nem resoluções de fim de ano, entretanto procurarei atingir pelo menos duas das minhas metas até o próximo reveillon. Caso não as consiga cumprir, ao menos estarei bem mais perto do feito. Duas das três metas fixas pra ser bem claro. A volátil como o próprio nome diz, não tem um prazo pré-estabelecido por mim como as fixas, portanto, apesar de essencial e digna de ser cumprida, não há certa urgência embutida nela.

Mais uma vez aplicando a frase ‘eu não acredito nas bruxas, mas que elas existem, existem’ tenho que arrumar um lugar novo pra passar o reveillon. Esse ano a virada foi assistindo aos fogos da árvore da Lagoa debaixo de uma chuva fina e incessante. Confesso que esse ano não foi ruim. Claro que como todos os outros cheio de autos e baixos, mas na minha avaliação gráfica a crescente esteve bem mais constante nesse ano em relação ao passado. Houve algumas estagnações em alguns meses, mas no geral foi muito bom tanto no campo profissional quanto no pessoal. Por isso que mesmo não sendo supersticioso preciso de um novo local pra passar o reveillon que não seja nem na Lagoa, nem Copacabana nem a praia de Icaraí. Se bem que desses três locais, caso tenha que repetir algum, a Lagoa tem muito mais crédito que os outros dois.

Como eu só costumo azeitar meu reveillon depois do natal, só daqui a dez dias que começarei a concatenar e armar o meu reveillon. Em termos profissionais continuei me dando bem e sendo um figurante sempre dando suporte e ajuda a quem precisasse até o fim do mês de setembro, quando também terminou a novela ‘Paraíso Tropical’. Em termos pessoais as amizades estão crescendo e as já existentes se fortalecendo e até então sem nenhuma decepção. A família também cresce. Esse ano nasceu o Igor, filho do meu primo Artur, a Thais entrou oficialmente pra família se casando com o Tiago, casualmente irmão do Artur, e pra fechar o ano meu irmão se declarou grávido no início do mês de outubro. Perdas eu estranhamente não estou contabilizando. Vai ver que é porque não tive ao menos nenhuma considerável a ponto de se contabilizar. Cheguei aos trinta bem. Fechei três décadas bem, sem fortuna, sem patrimônio, mas feliz. Fazendo o que eu gosto. Ainda tenho que me ajustar em alguns setores, mas acho que está quase tudo equalizado.

Tudo bem. Concordo que ainda não esteja vivendo o meu ideal de vida, mas se a curva crescente continuar do jeito que está creio que não vai demorar pra chegar no meu ideal. Talvez não no prazo que prevejo, talvez demore mais que um ano e meio ou dois, mas chegarei lá. Assim espero. Por que do nada tudo pode mudar. Não só pra mim que não tenho uma estabilidade financeira como pra quem tem também. Vamos esperar o que o ano que vem tem pra nos oferecer. Eu tô pronto pro que der e vier. Esse ano eu soube aproveitar bem e o próximo saberei melhor ainda.

Esse ano foi um ano de reestruturação com mudanças ao mesmo tempo. Ano que vem é só saber administrar as mudanças desse ano, estar aberto e apto às mudanças que o ano me reserva e consolidar essa minha reestrutura. Apesar de não ter nenhum fato marcante, daqueles que a gente diz antes e depois de tal coisa, terei um carinho especial por esse ano. Numa escala de um a dez digamos que minha nota pra 2007 é oito e meio, que já é uma nota alta. Agora fiquemos no aguardo das surpresas de 2008.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

DERRADEIRO

Madrugada de domingo (21) pra segunda (22 de outubro). Meus pais estão viajando, meu irmão, o mais novo pai da família, dorme na cama dos meus pais e eu estou na sala vendo na Globonews a reprise do Fantástico. To começando esse texto assim por que não tenho idéia do que escrever aqui. Devo revelar que é a última vez que eu pego uma folha de papel pra produzir um texto pro blog esse ano. Último texto produzido em 2007. Pra não dizer que é o último talvez eu faça a coluna do carnaval antes do reveillon, mas isso só na última semana do ano.

Pro computador creio que até o fim dessa semana, até o dia 26 eu passo a limpo e dou um ponto (quase) final nos textos das postagens desse ano. Até o inédito da semana que vem foi escrito antes desse e do da semana passada. Eu não lembro se reforcei no texto da semana que vem, mas não um lembrete a mais ou a menos não vai fazer diferença. Ainda em comemoração aos cinco anos do blog no ar vou escolher cinco textos pra postar no hiato entre festas de fim de ano e carnaval, ou seja, agora só vou escrever mesmo no ano que vem. Por um lado vou me dedicar mais, quase que integralmente, a minha nova função. Por outro vou sentir uma falta de parar, sentar, bolar um texto, produzir e postar. No entanto achei bem sacada essa minha idéia de fazer vários textos de frente e alargar a margem de segurança.

Nem acabou o mês de outubro e eu já to fechando o ano e olha que entre o dia em que escrevo e o dia da previsão de postagem que é entre dia nove e dez de dezembro tem em torno de cinqüenta dias. Quase dois meses. Tudo pode acontecer nesse tempo. Então ao invés de eu fazer previsões é melhor quem lê se conscientizar de que tudo que está sendo aqui escrito foi feito há quase cinqüenta dias.

Parei. Acabaram as explicações e sobra espaço ainda. O famoso branco. Acho que isso acontece com todos os seguimentos artísticos. Atores e músicos principalmente. Creio que o único que não pode sofrer desse mal é o pintor. O branco pra ele é a tela. Assim como o branco pra mim é essa folha de papel que eu tenho que preencher a qualquer custo já que esse é o oficio de um escritor, ou aspirante a escritor, que é o meu caso apesar de muita gente discordar.

E agora? Que mais que eu digo? Não sei. Começou a chover. Amanha eu trabalho pela primeira vez com crachá pendurado no pescoço. A responsabilidade aumenta, a tensão e a atenção também. To seguro de mim afinal não é nenhum bicho de sete cabeças. Tô tentado a compra um laptop. Na verdade eu vou comprar um só não sei quando. Acho que já falei isso. To tentado a fazer tanta coisa. Mas cada um ao seu tempo. Atualmente essa tanta coisa pode ser reduzida a cinco. Uma de cada vez pra dar pra cumprir todas e cumpri-las bem.

Acho que vou contar sobre o suspiro. A última comida que minha mãe fez foi o empadão no qual se utilizou gemas de ovos na sua feitura deixando as claras em separado. O que fazer com elas? Liguei pra tia Leila. A primeira sugestão foi um pudim de claras, no entanto por causa da minha parca experiência culinária fui desaconselhado a fazer sobrando a confecção dos suspiros. Bati, conforme receita passada pela minha tia, as claras em neve, coloquei porções em tabuleiros untados com manteiga sobre outro basicamente com água pra fazer o banho-maria. Minutos depois os suspiros estavam prontos. Não com a consistência de um suspiro. Parecia um híbrido de maria-mole com nhá benta. Acho que mais pra nhá benta. Não havia uma casquinha crocante que revestisse o aumento como se conhece, contudo eles saiam com facilidade do tabuleiro. Tirei antes do tempo necessário, mesmo assim não ficou ruim. Tava mais pra baforada que pra suspiro, mas valeu a pena.

Pronto. Agora sim. Consegui preencher o espaço restante com uma boa história.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

PEGAR OU LARGAR? PEGUEI.

Será que vale a pena se sacrificar pra tentar atingir um sonho ou uma vontade que você tenha sabendo que se pode não chegar à sua meta? Olha eu falando de metas novamente. As pessoais continuam sendo as mesmas e as profissionais estão sofrendo mudanças há mais ou menos dois meses. Pelo caminho que por ventura eu estava traçando desde quando caí de pára-quedas no ramo de figuração mais cedo ou mais tarde eu chegaria aonde cheguei.

Mas se por um lado eu to feliz pelo fato de não apenas ajudar e ficar em segundo plano, e isso também me ajudou muito pra traçar uma linha de trabalho, já que agora eu posso pegar uma produção, ficar de frente produzindo figurantes pra novelas, minisséries e programas por outro o sacrifício será grande, a princípio em curto prazo, de modo que se não tiver um produto na minha mão também não terei grana. Somente aqueles pingados e não uma boa quantidade como em alguns meses que fechei bem em termos de valor de cachê e por sinal o mês de setembro, na reta final de ‘Paraíso Tropical’ foi o último que consegui fazer isso. Por essas e outras que volto à pergunta lá de cima.

O lado profissional ta quase completo. Sua totalidade só será atingida quando eu pegar uma produção, mas pelo menos tenho vontade e disposição pra bater o crachá na portaria e bater perna lá dentro pra correr atrás de algum produto e consequentemente da grana que pode me render que pode até ultrapassar os meses de glória como figurante. Por outro lado eu tenho plena consciência de que esse período de passe livre também pode não acarretar em nada, pode não dar resultado. Claro que minha luta é pra que isso não aconteça, porém monetariamente haverá um sacrifício sim.

Vale a pena eu arriscar ou o melhor mesmo é continuar com a vidinha de figurante? Bem, vou arriscar. Até por que é mais experiência que eu adquiro e se eu me der mal dessa vez pelo menos to sabendo dessa possibilidade e não estou sendo ludibriado como das outras vezes. Quem não arrisca não petisca, não é mesmo? Dependendo da situação na dúvida eu não arrisco, principalmente se envolve terceiros. Como dessa vez o maior prejudicado ou beneficiado serei eu então arriscarei. Tenho bagagem suficiente e necessária pra não desapontar a ninguém. E como todo ser humano sou passível de falhas. Apesar de buscarmos a perfeição não somos perfeitos.
Tem uma música que diz que tudo é uma questão de manter a mente aberta, a espinha ereta e o coração tranqüilo. Juntando esses três elementos ao otimismo e a força de vontade não tem porque não dar certo. O cuidado que eu tenho que ter são com as pessoas que em qualquer empresa, setor e área de trabalho fazem de tudo pra te prejudicar. E a guerra de ego lá dentro é grande. O fato de eu ser ‘carne nova no pedaço’ é um bom motivo pra eles caírem em cima de mim. No entanto boa parte deles me conhecem e não é por causa de um simples crachá pendurado no meu pescoço que meu jeito de ser vai mudar. O crachá não me dá o direito de ser arrogante e ter o nariz empinado, muito pelo contrário. Minha postura que muda. Passa a ser de figurante para produtor e consequentemente isso acarreta em alguma mudança que é extremamente adaptável á situação e perfeitamente compreensível. Mas é uma ou outra.

Antigamente havia o vendedor de produtos farmacêuticos, representante de laboratórios que ia de porta em porta oferecendo seus produtos aos médicos. Eu me sinto o próprio. Batendo de produção em produção oferecendo o casting da agência. Algumas pessoas que me conhecem há um pouco mais de tempo até já me acenaram pra alguma futura possibilidade de trabalho. Só espero e preciso que não fique só no aceno.

Plantando agora pra colher no futuro. Essa é minha função. Semear e cuidar pra não dar pragas só pra ver a safra lucrar nos tempos da colheita.