segunda-feira, 31 de março de 2008

MERGULHANDO FUNDO

Apesar de o nosso planeta ser chamado de Terra, sabemos que ele tem em três quartos da sua superfície o que chamamos de água. Se for pura, potável ou poluída é um outro problema o qual também temos que estar atentos por conta das gerações futuras. Se bem que, creio eu, até lá algumas providências pelo menos de curto prazo já deverão ser tomadas. Mas o foco não é esse. O mundo é enorme e várias coisas foram, são e serão descobertas. Tudo bem que acho um exagero que haja gente pesquisando sobre a vida sexual das vespas da ilha de Tonga e que registram em vídeo com a finalidade de volta e meia passar no National Geografic. Mas existem pessoas que fazem isso com afinco tão grande que apesar de não influenciar em nada na minha vida, chega a ser interessante. E mal ou bem, devemos sim saber sobre a vida sexual das vespas de Tonga até pra saber se elas têm um exemplo para nos dar, o que, sinceramente, acho difícil.

As pessoas que trabalham em pesquisas seja ela em que âmbito for e as fazer por gostar e não apenas por fazer, mas pra mostrar seus êxitos e os efeitos que causam sobre a população merecem os louros dos méritos da conquista. E existe muita coisa a ser investigada e até descoberta. Em todos os setores. Desde as mais profundas e abissais águas do oceano quanto a mais remota galáxia que fica pra lá de Plutão. Aliás, plutão deixou ou não a condição de ser o último planeta do sistema solar? Mistério.

Na televisão também existe diversos setores que pesquisam para que haja a mais perfeita réplica de uma parte da cidade, de uma roupa de época ou de uma casa de shows, por exemplo. A isso se dá o nome de pré-produção. Tudo tem que ser consultado e pesquisado nos seus mínimos detalhes pra que haja verossimilhança. E é justamente dessa parte que eu gosto.

Essas pesquisas, essas descobertas que são feitas pras produções de teledramaturgias me agradam e me atraem cada vez mais. Tudo pra mim é novidade e é justamente por isso que investigo e compartilho com quem se interessar. Foi assim com a minissérie ‘Amazônia’ e agora com o programa ‘Por toda minha vida’ cuja artista em voga é Dolores Duran. A série já foi ao ar, mas antes dela estrear eu já sabia quais os caminhos ela percorreria na parte histórica da trama. No caso da Dolores o que se vai contar é a trajetória da carreira dela passando, claro, por um pouco da sua história de vida.

Pra isso conto com uma das mais poderosas ferramentas, a internet. Pra esses casos não há nada melhor do que um google pra gente jogar um nome e aparecer aqueles milhões de sites relacionados a determinado nome. Ponto de partida para esmiuçar, escarafunchar todos os detalhes já publicados ou comentados sobre determinado assunto. Não só em relação a uma cantora famosa na década de quarenta, mas qualquer assunto sobre o qual se queira descobrir, investigar está de um jeito ou de outro na rede mundial de computadores.

Até então Dolores Duran pra mim era uma das inúmeras cantoras de sucesso da época glamurosa do Rio e autora da música ‘A noite do meu bem’. Por conta desse especial e da pesquisa não só a música acima citada, mas ‘Estrada do sol’ é uma parceria dela com Tom Jobim que barrou Vinícius de Moraes fazendo com que esse rasgasse a letra que iria sobrepor na música do parceiro. Não que isso tenha gerado uma briga. Tanto que os dois continuaram a ser parceiros. ‘Fim de caso’, uma música que considero genial também é dela. Essa e tantas outras aventuras pela qual Dolores Duran, cujo nome de batismo era Adiléa, passou, como num circo, ou a viagem pra Moscou que ela desertou e ficou em Paris, encontra-se nos meandros da internet e futuramente de modo resumido na telinha da televisão num misto de dramaturgia e documentário.

Há muito sobre muitas coisas nas quais podemos mergulhar fundo e desvendar.

segunda-feira, 24 de março de 2008

NANO

Sou uma pessoa nano. Quem me conhece pessoalmente sabe que isso não é verdade, mas ultimamente eu procuro ser uma pessoa nano. A saber, nano é tudo que é pequeno. Por exemplo, nanotecnologia é a tecnologia em pequenos objetos. Quando eu digo que sou ou procuro ser nano é que quero ser adepto dessa visão de mundo, ou seja, de tudo, ou quase tudo pequeno. Quanto menos, melhor. Do mesmo modo que esse menos serve pra menos bagulhos acumulados serve também para objetos usuais cada vez menores.

Eu tenho uma tese que é a das sete caixas. Existem pra vender em grandes lojas de departamentos umas caixas de plástico grandes especificamente pra que se guarde alguma coisa a fim de organizar o que quer que seja. A minha tese das sete caixas é defendida pelo fato de que tudo que nos pertence em termos de objetos e roupas não podem ultrapassar sete caixas dessas.

Obviamente que algumas coisas não cabem como nanos. Uma televisão, por exemplo, por mais que já esteja chegando ao Brasil a receptividade de uma transmissão através de um aparelho de telefone celular já segue o oposto da visão nano, ou seja, quanto maior melhor. Alguns móveis como cadeiras e a louça do banheiro também não cabem em tamanho muito pequeno. Imagina uma privada bem pequena. Não tem cabimento uma privada que não caiba a bunda encaixada enquanto fazemos o número dois.

O nano tem que servir pras coisas práticas do dia-a-dia. Não é uma questão de egoísmo ou solteiriçe convicta. Não tem nada a ver. Eu só acho que um computador que ocupa um espaço grande com a CPU, o monitor, a impressora e o teclado pode ser reduzido a um laptop. Pra que ter um aparelho de dvd enorme se aquele disco ocupa um espaço pequeno. Os portáteis estão aí. Taí. Nano é pra ser portátil. Pra ter uma mobilidade maior, pra se levar pra onde quiser.

O mesmo eu penso de um carro. Nos anos cinqüenta os carros que circulavam pelas ruas ocupavam o espaço de dois populares atuais. Pra que ter um Honda Civic se um Fiat Uno leva pros mesmos lugares. Agora tem anunciado carros novos com cambio automático. Já foge um pouco do nano já que não diminui nada, mas cai na comodidade. Bem, compra quem tem e pode sustentar. A princípio fico com meu Fiat uno mesmo até pelo fato de não ter outro e nem ter como sustentar.

Voltando pro nano, pra que ter uma coisa que ocupa um enorme espaço se tem similar que não ocupa quase nada? Daí a minha opção pelo nano. Tudo que eu tenho tem que caber em sete caixas. O que sobrar, o excesso dá-se um fim. Mas antes que as sete caixas surjam aqui, eu ainda tenho que tomar coragem pra me desfazer de algumas coisas como as fitas vhs que ainda me restam por aqui e a coleção com todas as oitenta edições da revista Bundas. As únicas coisas que eu sei que não caberão em nenhuma das sete caixas, ou seja, o excesso que não será desfeito é o meu ferrorama e a minha vitrolinha, que, por mais que não funcionem, têm um valor afetivo inestimável. Tem alguns livros também dos quais eu irei me desfazer, mas nesse caso tenho que fazer uma triagem muito bem feita pra saber com quais histórias eu fico e quais irão para o limbo. Limbo é o lugar destinado a todas e quaisquer quinquilharias que não tem endereço certo ao sair dos meus poderes de conservação.

Ainda acho que sete caixas é um número grande pra mim depois das desfeitas que acontecerão assim que eu tiver coragem de fazê-las, ou, no caso, desfaze-las. No entanto, continua sendo o número limite de espaço para que todos os meus pertences se aglutinem. Acompanhando a tecnologia, minimalizar tudo é a meta. Inclusive aqueles problemas que se mostram enormes. Será que conseguirei nesse caso? Só o tempo dirá.

quarta-feira, 19 de março de 2008

AND THE OSCAR GOES TO...

O mês de fevereiro começou e terminou em festa. Tanto o primeiro quanto o último fim de semana foi de celebração. O primeiro domingo do mês já era carnaval enquanto que no último teve a festa do Oscar.

Há oitenta anos são entregue estatuetas premiando várias categorias que os membros da academia de cinema elegem. Nas quatro categorias principais os vencedores foram: melhor ator para Daniel Day-Lewis por Sangue Negro, melhor atriz para Marion Cotillard por Piaf – Um hino ao amor, melhor direção para Joel e Ethan Coen por Onde os fracos não têm vez que também levou a estatueta de melhor filme.

Há alguns anos eu era muito mais ligado no Oscar que atualmente. Me lembro que cheguei a gravar e deve estar perdido por aqui em alguma fita vhs trechos da festa de setenta anos onde Titanic afundou com as expectativas de alguns dos seus concorrentes levando onze douradinhos no seu total igualando o número de recordes em prêmios de Bem Hur. Já até passou pela minha cabeça em adquirir todos os filmes campeões do Oscar em dvd. No entanto ainda penso em fazer o mesmo com os filmes seqüenciais que marcaram minha infância e adolescência tipo Indiana Jones, de volta pro futuro e Superman entre outros, mas a TV a cabo e a quantidade por ela ofertada de canais de filmes fazem com que eu pense e repense antes de efetivar tais aquisições. Até pelos filmes com os quais tive uma parcela de culpa ajo dessa forma.

Por falar nisso eu acho que o cinema brasileiro já merece uma festa nos moldes do Oscar, de modo que a qualidade da grande maioria emparelha com os da academia de Los Angeles. Concordo que aqui a parte de efeitos especiais não é tão aguçada quanto a de lá, mas também damos nosso jeito quando se trata de croma e back-lot. Pra começar a festa brasileira teria que ser numa cidade como o Rio ou São Paulo.

Esse seria o primeiro dilema. São Paulo tem mais estrutura pra uma festa desse porte, mas o Rio é mais glamuroso e eu puxando a sardinha pra minha brasa escolheria o Rio, claro. Não há um local específico para a entrega do prêmio como o Kodak Theater. Aqui ou faríamos nas casas de show espalhadas pela cidade ou no tradicional teatro Municipal do Rio. De preferência num domingo mesmo e á noite de modo que somente assim o transito não fica tão atrapalhado devido ser o dia em que não há movimento intenso no centro da cidade.

Por mais que seja num domingo e de noite sempre haverá uns papagaios de piratas, os populares ‘populares’ na porta gritando esgoeladamente ao chegar uma celebridade ou convidado. No pensamento deles se ta entrando é por que é famoso. Como os artistas daqui não ganham as cifras de lá ou juntam-se em grupos pra alugar uma limusine e ao abrir a porta sai seis ou sete pessoas ou então ao invés desses carros luxuosos grande parte da frota de táxi da cidade seria utilizada.

Segundo dilema: o nome. Tudo bem que o modelo sirva de inspiração, agora, copiar o nome também já é demais. Oscar brasileiro nem pensar. E até por ser brasileiro deveria ser um nome mais descontraído mantendo a seriedade do prêmio. Eu imaginei PUTA. Sigla de Prêmio Unificado do Trabalho Audiovisual. Realiza alguém abrindo o envelope e falando: “E a PUTA vai para...” Seria o máximo. Se alguém tiver idéia de siglas excêntricas como essa pode mandar.

Garanto que todos os atores e atrizes buscariam se aperfeiçoar ao máximo nas suas interpretações assim como técnicos e diretores também se esmerariam nas suas funções para que uma PUTA chegasse até as mãos deles. As revelações chorariam ao pegar pela primeira vez na PUTA e grandes nomes receberiam a PUTA pelo conjunto de sua obra, no caso, a PUTA especial. O cinema brasileiro mais do que nunca tem que ter mais um puta prêmio além dos quiquitos e festivais que rolam por aí.

segunda-feira, 10 de março de 2008

TENTANDO VENDER

Tem certas profissões que para exercê-las é preciso de um dom. O saber lidar com certas coisas não é qualquer pessoa que tem e justamente por isso não se encaixam no perfil, nas características mínimas para trabalhar com certas coisas. Claro que uma pessoa ou outra é mais flexível e topa qualquer coisa, mas a grande maioria tem que ter o dom.

Eu me tiro como exemplo. Durante quatro anos dei aulas de inglês para uma escola de ensino infantil. Saí de lá depois de descobrir que me faltava dom e paciência para lecionar. Valeu a experiência. Aliás, como sempre. Mas não me atrevo a ser, por exemplo, vendedor de loja. Primeiro por que eu não consigo ser falso a ponto de dizer que uma peça de roupa horrível, mal ajambrada e nada combinando com um cliente está ótima, linda e que levaria duas se fosse o tal freguês só por uma comissão melhor no fim do mês. Não sou falso e nem mercenário.

No entanto, por outro lado, trabalho numa indústria cultural. E se é indústria sinal de que se fabrica um produto, no caso, vários. Só que nesse caso há um departamento especializado apenas para a venda desses produtos. Se nessa área eu ajudo a produzir alguma coisa, tenho outros dois produtos prontos e não tenho a mínima idéia de como eu faço para passar adiante, um modo mais delicado de dizer ‘vender’.

Um é o meu livro. Caso eu tivesse o dom da venda já estaria rico, ou pelo menos já teria recuperado todo ou parte do investimento feito para publicá-lo. Mas não. Praticamente todo o estoque está encaixotada no meu armário e no que depender de mim pode ser que seja um excelente farnel para traças. Sinceramente estou precisando esvaziar meu armário, mas não sei como, não sei como achar loucos que queiram comprar e ler meus escritos assim como existem os ‘loucos’ que lêem esse blog. Se alguém souber, por favor, me dê uma luz.

Não contente em não saber como vender um produto, ainda peguei outro pra tentar recolocar no mercado. Esse, a princípio, parece ser mais fácil até por ser mais conhecido. A ‘vendagem’ dele não deve encontrar grandes obstáculos, espero eu. E de certo modo o ramo do show business é novato pra mim.

Tem uma música que a Elis canta que diz ‘vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar’. Eu agora to jogando com o ramo empresarial. Inclusive já até me perguntaram se eu era empresário. Minha resposta não foi sim nem não. Mas gosto de aprender. Me interesso por coisas novas que me atraem. Sei que é loucura eu mergulhar de cabeça nesse meio por ser um meio que eu não costumava freqüentar até conhecer um astro da música e dar uma força pra ele. Sou atraído por loucuras e as faço consciente de que as estou cometendo. Outra citação: Rita Lee em ‘Papai me empresta o carro’ canta ‘meu único defeito é não ter medo de fazer o que gosto.’ Atualmente concordo em Gênero, número e grau com essa frase e já virou um dos meus lemas de vida.

Sei que por mim mesmo ainda sou capaz de levar muita pernada desse meio, já que o ramo é novo pra mim. No entanto com a experiência que meu amigo astro tem creio que nesse sentido estarei mais protegido do que imagino que já esteja. Resta saber em quem chegar, em quais pessoas que sejam potenciais compradores do meu produto – acho horrível tratar uma pessoa como produto, mas isso também não deixa de ser um jogo de marketing – e queiram exibi-lo para o público-alvo de seus estabelecimentos.

A única coisa que me faltava agora é ter que ir pra rua, numa espécie de feira, montar minha barraquinha e gritar pras pessoas que aqueles produtos na minha mão são mais baratos. Ou então subir no ônibus e falar que podia estar roubando, podia estar matando, mas não estou ali tentando garantir o pão do dia tentando vender os produtos.

segunda-feira, 3 de março de 2008

DE TUDO

Tem gente que faz de tudo para ver um ídolo de perto. Imagino coisas e ouço histórias cabeludas sobre isso, gente que se esconde em quarto de hotel, se veste de funcionário da casa de shows, enfim, loucuras.

Na semana anterior ao carnaval quem fez uma loucura por um ídolo fui eu. Mas foi uma loucura sã e bastante consciente. Uma artista a quem admiro muito estreou sua turnê no Rio. Claro que já havia comprado o meu ingresso não para a estréia, mesmo assim passei lá no Canecão pra ver se conseguia um ingresso vip em nome do meu amigo astro que por ventura é amigo também da minha idola e o que eu queria fazer pra ele e pra mim era a promoção de um reencontro entre duas pessoas que não se viam há tempos.

Horas antes da estréia do show cheguei lá e pedi pra falar com alguém da produção. Expliquei a situação do meu amigo astro, dei o telefone dele por via das dúvidas, mas não levei muita fé que ele se esforçaria pra conseguir o que eu queria. O chefe da segurança da casa ouvindo nosso papo, depois que o cara da produção foi embora, chegou perto da gente e depositou alguma esperança. Disse que gostava muito do vip e que antes dele virar chefe de segurança o próprio foi expulso do camarim de um show feito pelo meu amigo astro no próprio Canecão. Ainda estava cedo e eu queria uma confirmação, pois o meu ingresso valia pro dia seguinte e eu tinha que resolver a logística da vinda do astro vip. O chefe da segurança pediu pra que eu passasse por lá depois do show começado. Por motivos de força maior – meu amigo encontrou um outro amigo dele que é produtor musical – voltei ao Canecão no fim do show, quando as pessoas já estavam indo embora. Procurei desesperadamente o chefe da segurança que também acabara de deixar o local.

Aí resolvi apelar e dar uma de tiete, mas foi por uma boa causa. Fiquei na saída do backstage esperando a estrela principal sair. Saíram vários artistas. O que eu parei pra falar foi com o Erasmo Carlos por ser da mesma linhagem musical. Quanto o tal produtor com quem eu havia falado no início apareceu, disse que tentou falar comigo, mas não tinha conseguido. Desculpa pra não ceder ao meu pedido. No entanto, eis que de repente, não tão de repente e nem tão de surpresa já que era certo mesmo que todos saíssem por ali, surge o príncipe – filho de rainha príncipe é. Rapidamente contei a situação pra ele. “Traz ele que agente dá um jeito.” Aí eram dois votos, dele e o do chefe de segurança, contra um, o do tal produtor. Mesmo assim esperei, em vão, a saída da estrela. Com vidros fechados e outra meia dúzia de pessoas além de mim na mesma expectativa ela saiu apenas acenando pra gente.

Enfim, não arrisquei trazer o vip pro show do dia seguinte. O universo conspirou ao meu favor. Me vendo chegar o chefe da segurança perguntou logo por ele. Contei sobre o acontecido do dia anterior. Qual foi a minha sorte quando saiu o aviso do cancelamento do show por conta de uma forte chuva e interrupção de energia. Esse show foi transferido pro domingo seguinte, mas foi pro sábado que consegui trocar meu ingresso e garantir a presença do vip.

Logística montada. Tudo certo. Eis que o vip chega ao Canecão e fala direto com o chefe da segurança. Eu que comprei o mais barato fiquei com o vip na parte de valor mediano, mas não agüentei por muito tempo e fui pro pequeno espaço entre as mesas de cima e de baixo pra ficar dançando e volta e meia subia pra mesa pra ver como ele estava. Em determinada parte do show até gritaram o nome dele, mas a apoteose foi já no bis, na última música, quando o príncipe o viu na beirada do palco e beijou a mão do vip ele não agüentou e subiu no palco. Beijou a estrela e foi anunciado como o maior roqueiro do Brasil. O show acabou, ele desceu, fomos pra fila do camarim, e lá...