terça-feira, 30 de setembro de 2008

PASSANDO POR MAIS UM ANO

Se tudo corre bem, se não há imprevistos, principalmente causados pela própria evolução tecnológica, os quais já sofri, estamos no último fim de semana de setembro. O ano está acabando e até lá muita coisa ainda pode acontecer, afinal noventa dias são noventa dias. Desses noventa dias, trinta – tá bom, trinta e um – serão do mês de outubro, mês em que comemoro o aniversário desse blog. Mais uma vez eu repito (parece até o especial do Roberto Carlos no fim do ano) que esse espaço foi criado mesmo em maio de 2002.

Mal comparando, nasceu em maio, mas só foi registrado em outubro quando tomou forma de blog, pelo menos para os meus padrões de blogueiro, com textos curtos, escritos em uma lauda do programa Word. Até pelo fato da sensação que nós, internautas ativos e assíduos, temos de aceleração da velocidade das informações, não estendo meus textos mais que esse padrão. O que faço quando isso ocorre é dividir em vários capítulos a história que eu conto, geralmente alguma viagem a qual eu tenha sido um dos personagens ou o protagonista.

De acordo com o que aparece aqui no rodapé da página, são 291 postagens contando com essa. Esse número é um pouco maior, já que o furacão tecnológico me fez perder alguns textos – talvez uma dúzia deles que perto desse número é nada – colocados nesse espaço mais pro início dos tempos desse blog. Tenho quase certeza de que ninguém, além da minha tia Dora, lê as coisas que eu escrevo, mas como internet é um buraco de terceira dimensão, também tenho a sensação de que alguém em alguma parte desse mundo pode ter se deparado comigo virtualmente e até gostado, passando a me freqüentar. De modo que não tenho esse feedback, ou seja, ninguém vira pra mim e fala que me leu, a não ser minha tia.

Eu também, apesar de apoiar quem faz como eu, não freqüento o blog de ninguém por isso não exijo nada de ninguém e me mantenho fiel e ativo, sempre levando a sério, sendo responsável, como sempre fui, com minhas coisas. E quando junta a fome com a vontade de comer, claro que umas vezes só fome, outras só vontade de comer, mas ninca essa bariga aquivai estar vazia. Esse espaço pra mim e vital. Ninguém tem noção de como eu fico quando acontecem coisas que saem do meu domínio e/ou do meu controle como no início desse mês.

Pra minha sorte eu costumo deixar sempre alguns textos de frente, mas já aconteceu de ter que fazer um texto na hora, que eu não tinha mais prazo e o desespero bater. Falando assim parece até que eu trabalho em redação de jornal, com um chefe berrando nos meus ouvidos, cobrando, mas não, escrevo aqui por gostar de escrever. Aqui eu treino a minha escrita, solto e trabalho a minha energia intelectual, já que a física extravazo nas caminhadas diárias na orla de Icarai.
Gosto de freqüentar as colunas do jornal dominical. Às vezes imagino se o João Ubaldo Ribeiro escreve no mesmo padrão que eu. Certeza que não tenho nas colunas do Xexéo e do Veríssimo, mas a do João Ubaldo ainda tenho dúvidas.

Taí a idéia. Esse ano, pra comemorar os seis anos desse blog no ar vou fazer isso. Pegar, logicamente dando todos os créditos aos seus autores, colunas ou matérias de jornal que eu tenha lido e gostado e reproduzir aqui. Será bom também pra deixar registrado o momento em que o país e o mundo está passando. Será um trabalho de garimpagem, ou, em linguagem jornalística, um clipping de vários assuntos que ocuparão esse espaço nas próximas quatro postagens.

De resto é comemorar mais esse ano que a gente passou, ou pelo menos que eu passei, sempre mantendo meu compromisso assíduo e semanal, colocando minhas opiniões nesse espaço. E salve a liberdade democrática de opinião da internet.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

BEIJING 2008

Mês passado foi um mês atípico. Não tão atípico por ser previsível já que de quatro em quatro anos acontecem os jogos olímpicos. A atipicidade vem dos horários dos jogos. Foram três semanas de madrugadas em claro acompanhando diversas modalidades esportivas, às vezes com o Brasil sendo representado por algum atleta, às vezes entre países que a gente só lembra mesmo durante as olimpíadas , tipo Polônia e Hungria.

São países onde não devem acontecer nada. A última coisa importante que eu lembro da Polônia, por exemplo, é do pontífice anterior ao atual. Da Hungria, então, nem de Papa eu lembro. Aliás, existiu algum Papa húngaro?

A China foi o palco desses jogos olímpicos contabilizando vinte e nove dessa dita era moderna dos jogos que recomeçaram em 1896, graças ao Barão de Coubertain. Eu só vivi os últimos oito, de Moscou em 80 até China agora em 2008, mas lembrar, salvo alguns fatos que sempre marcam as competições e que volta e meia reaparecem em arquivos televisivos, só mesmo da de Barcelona 92 pra cá.

Cerimônias de abertura e encerramento, pela primeira vez deixei de acompanhar. Também, no horário que foi, de manhã, pra mim não tem jeito. E não tenho mais paciência em ficar parado em frente a TV durante horas pra tal. A única excessão ainda são as escolas de samba, fora isso, nem o Oscar que eu gostava de assisitir merece mais tanta atenção minha. Pela primeira vez só acompanhei o compacto, que podemos considerar realmente um compacto simples, já que as quase quatro horas foram resumidas em quase uma. De modo que o desfile das delegações ocupam o maior tempo, por que até o mundo entrar todo num estádio e em ordem alfabética, haja paciência. Existe uma ordem alfabética praqueles desenhos que os chineses chamam de letras?

Já é a terceira olimpíada que, aqui no Brasil, se trocou o dia pela noite. Sidney em 2000 na Austrália e Athenas em 2004 na Grécia, nem tanto, mas também teve suas noites em claro. As próximas não terão esse fuso horário tão louco. Londres difere quatro horas do horário oficial de Brasília. Quatro horas pra frente caso não haja horário de verão, ou seja, os programas de fofoca da tarde, se ainda existirem daqui a quatro anos, cederão seu espaço para os jogos olímpicos. Que bom.

O desempenho da equipe brasileira em se tratando do número de medalhas, foi igual ao da Grécia. Ficamos em vigésimo terceiro, o que não é tão ruim dado os mais de oitenta paises participantes, apesar do número de medalhas de ouro ter sido melhor quatro anos atrás. E nessa competição China e Estados Unidos disputaram palmo a palmo, modalidade por modalidade, quem ganhava mais. No fim as duas nações se deram bem. Uma pelo número total de medalhas, a América, e outra pelo número de medalhas de ouro, a China.

Apesar de todos os protestos contra a forma de tratamento do governo chinês, principalmente em relação ao Tibete, acho que, ao menos durante os jogos olímpicos, o espírito esportivo venceu todas as barreiras político-ideológicas, fato que os próprios chineses faziam questão de ressaltar, assim sendo efetuado. Agora que acabou tudo, voltemos a meter o pau na China comunista, opressora, controladora, dominadora e etc...

O mais interessante disso tudo é que por trás de toda olimpíada tem sempre uma para-olimpíada, ou seja, por menor que seja a quantidade de atletas em relação à competição normal, a oportunidade e o espírito de competitividade sempre recairá sobre os seres humanos, tenham eles alguma limitação física e/ou mental, ou estejam eles em plena condição saudável de participar de jogos com a dimensão de uma olimpíada.

sábado, 13 de setembro de 2008

MRDB.COM.BR

Entrem, por favor, fiquem a vontade. E podem reparar na bagunça. Uma bagunça bem feita, bem organizada, mas uma bagunça que nos é peculiar. Entrando em definitivo na era cibernética, esse site www.mrdb.com.br visa mostrar a nossa árvore genealógica a quem quiser saber um pouco mais sobre a gente. Árvore frondosa, florida, alegre e, para nós que somos galhos e ramificações, maravilhosa. De certo que na floresta desse mundo tenham árvores iguais a nossa, mas se a nossa árvore se destaca em meio a tantas outras, isso se deve ao fato de que nossa raiz que nos sustentou, que nos deu essa força, essa energia, essa confiança, se fincou em terreno apropriado, em solo fértil. Somos assim graças a essa base bastante sólida, rigida e que foi tomando forma, por que não dizer germinando, no início do século passado, quando o termo digital só se referia a impressão de dedos nas cédulas de identidade. De qualquer modo o avanço tecnológico sempre permeou nossas relações familiares.

Nos reportando à primeira metade do século pasado, a imprensa de Gutemberg, o cinema de Lumiere, o telefone de Graham Bell e o rádio de Marconi já tinham sido inventados e estavam em plena atividade. A televisão começava a dar seus primeiros passos na américa do norte e breve apareceria por aqui. No entanto, esses meios de comunicação não englobavam um no qual poucas pessoas tinham acesso, um que até lembra o princípio do telefone onde duas pessoas poderiam se falar com a particularidade de que outras pessoas também entravam na rodada de conversa. O radio amadorismo para a época era um meio no qual a maioria não sabia viver com. Hoje, dada as devidas proporções e a evolução da tecnologia, a maioria a maioria não save viver sem.

Formas de comunicação é o que não falta. E-mails, orkut, msn, skype além de outros, atualmenteagilizam os contatos interpessoais. Quanto à nossa árvore, na época que ainda não era banhada por toda essa tecnologia, e-mail ainda se chamava carta e consta nos nossos arquivos várias delas trocadas para pedir alguém em casamento ou para anunciar o nascimento de outrém. Não se escreve mais cartas e muito menos se guarda e-mails. Mas se recupera esses documentos e se guarda hoje “ad-eternum”.

Nessa era cibernética temos um endereço virtual que pode nos servir como um código para encontrar nossos amigos, reais ou não, pelo espaço e tempo dos gigabytes. Naquele tempo, os habitueés do radioamadorismo também se comunicavam por códigos, de modo que eles ainda podiam se camuflar mais ainda, adquirindo um apelido imediatamente após o prefixo que usavam pra se “logar” nas rodadas de papo. Um exemplo concreto e que tem muito a ver conosco é o PY4JG cujas duas últimas letras o alcunhavam de Jovem Galante. Assim foi o jeito que tudo teve início. O Jovem Galante realmente galanteou e começou uma saga que perdura até hoje e se plorifera cada vez mais, frutificando e pulverizando todos os valores e preceitos de amor, amizade, companheirismo e união em quem se habilita – e tem coragem – em pegar uma pontinha sequer da sombra produzida pela nossa árvore.

Somos grandes não só no número de componentes e penetrantes, mas também nos exemplos que recebemos e fazemos questão de repassar para as próximas ramificações. Somos sim uma família, apesar da incredulidade de lgumas pessoas de fora que nos vêem como qualquer coisa, tipo sociedade secreta, máfia, gang, grupo turma, bando, galera, e, por que não, confraria também. Podemos ter qualquer um deses adjetivos dede que mantenhamos nossa qualidade nata de família. E é nesse espaço que nós, radio amadoristas do século vinte e um podemos postar as nossas rodadas de alegrias, nossos momentos de felicidade e comunicar a quem quer que esteja interessado em nos conhecer que estamos a disposição pra qualquer esclarecimento.
ENCONTRO DE CASAIS: SABRINA E FILIPE

Quando Pigu me deixou em depoimento no orkut que vocês iriam fazer encontro de casal e me pediu pra que escrevesse uma coisa bem bonita pra vocês, imediatamente eu pensei com meus botões: “Mas eles já se encontraram, pra que fazer encontro?” Claro que é brincadeira. Aliás é o que toma conta da minha cabeça nesses momentos de choque são esses tipos de brincadeira.

Agora vem a segunda parte que seria escrever uma coisa bem bonita. O que eu iria escrever sobre vocês se uma imagem vale mais que mil palavras. Talvez nesse encontro tirem vocês dois como exemplo pra que os outros casais possam se espelhar em duas criaturas que juntaram suas luzes e consequentemente ofuscam as pessoas que se encantam por eles em qualquer lugar onde estejam. Até Nova Yorque ficou outra depois da passagem deles por lá. Deu pra sentir isso quando eu estive lá.

Não tem o que dizer sobre vocês já que se mostram e é só observar um pouco pra que a gente que tá de fora confirme isso. Mas já que é necessário escrever não farei nada mais além de relatar o meu ponto de vista sobre o melhor casal encontrado nessa reunião e nesse fim de semana. Saindo agora o dossiê sobre o casal. Como bom cavalheiro que sou, e Filipe vai concordar comigo, primeiro as damas.

Sabrina. A companheira que todos querem. Filipe deve entender mal, mas não é no sentido conjugal da palavra. As mulheres devem entender isso que eu vou dizer. Sabe aquela boneca que você se apega e não se desfaz em hipótese alguma? Sabrina é uma pessoa tipo boneca. Tipo essa boneca. Homem não tem muito disso não. Eu mesmo tenho uma vitrolinha vermelha daquela que a tampa é uma caixa de som e um ferrorama, mas estou começando a pensar em me desfazer dessas coisas, apesar dos valores afetivos imensos que eles exercem sobre mim. Mas são coisas. Sempre digo, e isso tá até no meu perfil do orkut, que os meus bens mais preciosos são os meus amigos. Sabrina é a minha bonequinha de porcelana chinesa da dinastia ming que não tem preço nem estimado. Ou seja, é um tesouro precioso que eu não troco, não vendo e nem dou pra ninguém.

A única excessão é que essa boneca encontrou um curador que eu faço questão e tenho a honra de deixar com ele. Claro que pra eu deixar meu tesouro nas mãos de outro, só depois de muita conversa, muita análise e muito papo. Se eu adotei Sabrina como uma irmã, nada mais justo que saber das intenções do meu cunhado adotivo também. E como sempre serão as melhores possíveis, os dois resolveram juntar as escovas de dentes com as bençãos desse ser que vos escreve.

Filipe é um sujeito completo, daquele que todas as mulheres querem que suas filhas o tenham por companheiro. Azar o delas porque ele já fez a escolha dele e muito bem escolhido. Nota-se que a relação entre esses dois é tipo abelha e flor, rio e mar, goiabada e queijo, arroz e feijão, samba e churrasco ou, pra encerrar, Tarcísio e Glória.

Sabrina e Filipe é um casal que deu certo e que serve de exemplo pra todo mundo. Exemplo de companherismo, de dedicação, de renúncia como no caso da temporada em Nova Yorque em que ele foi primeiro pra abrir os caminhos pra ela e, principalmente, de amor. É extremamente nítido, público e notório que os dois se gostam e mantêm valores que hoje não são tão divulgados e favorecidos por uma sociedade em eterna metamorfose. A tradição é o que dá uma quebrada nessa evolução.

Por falar em evolução, a união de suas luzes gerou um ser mais iluminado que por enquanto se desenvolve no ventre dela e rapidamente iluminará a vida deles e de nós que vivemos ao redor deles. É só aguardar a hora em que ela der a luz. Como ainda não se sabe o sexo, vou batizar de Filipina, união de Filipe com Sabrina. E que vocês continuem dando o exemplo. Parabéns.
AVENTURAS NOVA IORQUINAS (9)

Entramos no avião e ele levou quase uma hora do momento em que fechou a porta da aeronave até chegar na cabeceira da pista pra levantar vôo. Eu até pensei que o piloto havia desistido de voar e iria nos levar pra Miami via terra mesmo, tamanha a demora pra decolar.
Por esse trecho ser vôo doméstico, não sei se outras companhias aéreas americanas também estão operando nesse esquema, mas a American Airlines em seus vôos domésticos esta cobrando tudo por fora. Paga-se pela segunda mala e pelo que se consome durante o vôo. Pra escutar música o fone de ouvido custa dois dólares e pra beber, por conta da casa tem cafezinho, água e sucos de laranja, maçã e tomate. Uma latinha de refrigerante, por exemplo, custa três dólares.

Nós começamos a ficar preocupados com esse atraso achando que íamos perder a conexão. Fazendo os cálculos de tempo, e o vôo Miami-Rio não atrasasse sabe-se lá como iríamos ficar em Miami. Pouco mais de duas hora de vôo e estávamos pousando em Miami. No próprio avião eles disseram os números dos portões pras diversas conexões que aquele vôo estava fazendo, ou seja, os outros vôos estavam esperando por aquele. Quanto a comida, só mesmo a do avião. Sorte que acabamos com algumas uvas no vôo entre Nova Iorque e Miami e foi o que nos susteve até começarem a servir no Miami-Rio.

Saímos do avião no terminal D e tínhamos menos de meia hora pra ir pro portão E-32 entrar na outra aeronave. A grandiosidade do aeroporto de Miami te obriga a mudar de terminal via trenzinho. Como o tempo era curto fui eu andando o mais rápido possível pro outro terminal. Na hora em que eu cheguei na porta desse trenzinho que olhei pra trás, cadê minha mãe? Pronto. Perdi o vôo, perdi minha mãe que tava com meu passapote, minha passagem e o dinheiro. Fiz o circuito inverso, voltando, e me reencontrando com a minha mãe. Foram poucos minutos de um pré-desespero. Ficamos juntos apartir dali pra que não acontecesse novamente pelo menos até entrarmos no avião. E fomos os últimos a fazer isso. Pelo menos eu não me lembro de ninguém que tenha entrado depois da gente na classe econômica.

Chegamos a essa terra de índios. Meu pai foi nos buscar no aeroporto. O vôo certamente havia atrasado, pois em Miami também aconteceu uma fila de espera de decolagem, mas nem se compara com a de Nova Iorque. Um atraso considerado normal em relação às varias cenas que vimos em meio à crise aérea, cerca de meia hora ou um pouco mais. Ainda tinha a retirada das malas, compras no freeshop e a calafrienta fila da alfândega, o que me surpreendeu muito pelo fato de nem apertarmos botão que acende a luz verde ou vermelha. O sujeito pegou nossos papeis de declaração, perguntou se havíamos estourado a cota, minha mãe disse que talvez sim, mas só ali no free shop, ele nos pediu pra seguir com um sonoro bom dia e bom retorno. Comigo nem tanto, mas a maioria das vezes minha mãe é parada e vistoriada abrindo as malas. Dessa vez não. Minha mochila já tava aberta e a notinha na mão. Estranho, mas fechamos bem.

O alívio e o desgaste eram sentidos, mas tudo, tudo mesmo, tinha valido a pena. Estar num lugar em que você nunca imaginou estar e nem teve vontade de conhecer e descontruir toda uma imagem quevocê criara durante sua vida pelo que se vê no cinema, na tv e pelo que comentam contigo é simplesmente incrível. A metamorfose ambulante cantada por Raul Seixas é pra ser vivida, experimentada e não pra ficar apenas na melodia. Isso deve ser uma das nossas filosofias de vida. No entanto a metamorfose apenas deve se restringir aos concitos e não ao carater e/ou conduta de vida. Um dia, espero que em breve, voltarei pra Manhattan. Mais uma meta pra minha vida. E hei de cumprí-la. Não sei quando nem como, mas hei de cumprí-la.