segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PROJETO VERÃO 2011

Acho que desde minha pós graduação não tenho mais paciência pra ficar por longo tempo em sala de aula. Se eu começo um curso, a primeira coisa que eu vejo é a duração do curso e a segunda é o dia que acaba. Ultimamente só começo uma coisa se eu sei que vai terminar um dia, e que esse dia seja breve.

Foi exatamente por isso que desde setembro eu comecei o meu projeto verão 2011. Na verdade era pra começar no verão de 2010, mas fui postergando até que no fim do inverno desse ano finalmente fui fazer meu ‘projeto verão’. Tudo bem que estou um pouco atrasado, mas no verão de 2010 eu tava chegando da Europa e focado em outro projeto, mas mesmo assim tudo que eu planejei em fazer nesse ano de 2010 eu tenho cumprido.

Duas semanas antes de começar a preparar meu corpinho pro verão, também comecei a estudar por conta própria a língua francesa. Como disse anteriormente, a sala de aula não me atrai mais, e língua, pelo menos o aprendizado básico, pra quem tem facilidade de aprender como eu, dá pra se estudar. Comprei um cursinho daqueles de livraria do tipo ‘quinze minutos francês’ de modo que cada semana se foca num tema ou situação diferente com quato aulas com áudio e a quinta seria uma revisão. Claro que não sigo essa estrutura e ao invés de quinze minutos por dia, multiplico por quatro dando uma hora de estudo e escutando cinco vezes todo dia as quatro aulas. Acho que eu fixo melhor desse jeito. E o mais legal é que eu mesmo faço meu horário sem ficar atrelado ou dependendo de algum professor. Claro que volta e meia surgem algumas dúvidas, as quais na primeira oportunidade as tirarei, ou, com o tempo, e com a prática, serão sanadas. Pra complementar esse estudo com cd de pronúncia e base de conversação, ainda ligo a TV durante um tempo na TV5 Monde que é um canal francês focado na América Latina. Apenas pra ver um filme ou o telejornal na língua. Claro que não entendo todas as palavras, mas dá pra pelo menos sacar o contexto. O filme pelo menos é legendado. Mesmo assim eu já me atrevi a assistir a um filme em francês com ma noção menor ainda da que eu estou tendo agora. Estava na Holanda e as legendas eram em holandês que pedi pra não serem exibidas, já que eu tenho um sério vício de ler legendas, mesmo se está no mesmo idioma falado no filme.

Nunca fui ligado a esportes, a praticar esportes. O único que eu gostava e fazia era a natação, mas na escola, por exemplo, educação física era uma matéria que eu sempre contestava o porquê da obrigatoriedade na grade curricular. De alguns anos pra cá eu, também por conta própria, resolvi andar no calçadão. No início era um pouco mais de uma hora, até o dia que decidi estender e há um bom tempo caminho cerca de duas horas por dia. Quanto a alimentação também fiz uma espécie de reeducação alimentar sem conslta a nutricionista. Não sei até que ponto isso me prejudicou, mas percebi o resultado. Não só eu, mas todos que me conhecem. É óbvio que ainda não estou aquele filé, mas quem de cento e vinte quilos passa a pesar noventa e cinco já sobe de qualidade.

Agora, pelo menos até dia dez de dezembro, estou na academia. Com dia certo pra acabar e percebendo que dá pra fazer um trabalho bacana e intensivo com o corpo, não pra virar mister mundo, mas pra chegar no menor ponto possível de um corpo descente pra ser exibido nas praias no verão, sem as gordurinhas que sempre me acompanharam durante a vida (como se isso fosse o ápice da minha malhação – nem a praia eu vou, até pelo fato de eu ser bem notívago e não me dar bem com sol). É só pra definir, só pra dar forma e, é claro, pra ficar um pouco mais gostoso do que já to. É pena que nessas obras de construção civil não trabalhem mulheres, pois iria passar na frente de uma todo santo dia só pra escutar um elogio e sentir o ego inflando um pouquinho.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O SAMBA SAMBOU

Durante muito tempo da minha vida, acredito que uns vinte anos – tenho trinta e três – Natal era uma tradição aqui em casa. Ainda é, ainda se reúne a família e aquelas coisas todas de Natal. Mas pra mim particularmente, além disso, era a certeza de que eu iria sair dali com um presente na mão. A família inteira já sabia que na lista de amigo oculto, minha opção sempre era única, e ai daquele que não a seguisse. Já era praticamente sinônimo, ou seja, eu criei uma tradição dentro da tradição.

O Natal era o ponto de partida pro carnaval, não importando se esse caísse no início de fevereiro, quando o tempo era curto pra decorar os sambas, ou na metade de março, atrasando assim também o real início do ano. É fato que entre Natal e carnaval as coisas não andam a pleno vapor, pelo contrário, o vapor produzido pelo calor do verão deixa todos a meia velocidade.

Não lembro exatamente quando foi implementada a lista de amigo oculto no Natal aqui de casa, mas tenho uma vaga lembrança que antes de implantar a minha tradição de pedidos cheguei a pedir agendas de lojas da moda na época, tipo Redley e Cantão e Company, mas isso eu devia ter uns oito ou nove anos. Como eu sempre gostei de carnaval, até hoje, acho que com meus dez ou onze anos comecei a pedir o disco das escolas de samba. Já que existia uma lista de opções, a minha surpresa não era o presente, até pelo fato de eu não botar opções, e sim quem seria a pessoa que me entrega o presente. Me lembro de uma vez minha avó ter embrulhado o disco, na época era vinil, com o plástico da loja e tudo, ou seja, do memso jeito que ela trouxe da loja ela embrulhou no papel de presente e me entregou. Não se tocou nem em tirar o preço.

O primeiro baque na tradição foi quando minha avó morreu. Onde continuaríamos a tradição natalina. Eu mantive a minha. Por uns três ou quatro anos foi na casa da tia Roseléa e desde então, há um bom tempo é na casa do tio Roberto onde há mais espaço. Em dois mil e sete resolveram inventar uma coisa nova e abolir a lista. Foi a primiravez em que temi que minha tradição fosse quebrada. Pra sorte minha e alívio da minha prima, ganhei o último disco de escola de samba.

Mediante esse quadro e até pelo que aconteceu depois, resolvi por conta própria quebrar a tradição. Não que eu não ligue mais pra carnaval, ainda é a festa que eu mais curto, só não ligo mais pra escolas de samba. Pra se ter uma idéia o carnaval que eu passei em Londres fiquei tão deprimido que o pessoal que morava comigo na casa chegou a estranhar meu humor. Um pouco antes de eu viajar pra Londres me desfiz de todos os meus discos de samba, claro que não sem antes passá-los todos pro meu lap. Se é pra quebrar uma tradição vamos querbrar bem quebrado. Não queria resquícios físicos deles aqui comigo. Foi bom até pra dar espaço pros outros discos na caixa onde os guardo. Dei a coleção completa pra um amigo meu que na época tinha um programa sobre samba numa rádio comunitária em Nilópolis.

Como os mantive todos na memória do lap e como a extensão de arquivo é WAV, ou seja, ocupa mais espaço que um arquivo MP3 e também pelo fato de nunca escutá-los nem em época de carnaval – a única excessão foi em Londres – estou fazendo uma faxina e escolhendo quais os que ainda merecem permanecer no set list do meu lap, mesmo com a famigerada extensão de arquivo. Claro que das dezesseis músicas de um disco eu só fico com cinco ou seis, dependendo da safra do ano. Parece até vinho, mas é verdade. Tem anos que os sambas tem uma safra boa e tem outros que muitos poucos se salvam. Ë difícil dos sambas atuais virarem clássicos, serem lembrados eternamete como a Aquarela Brasileira de Silas de Oliveira defendida pelo Império Serrano em sesenta e quatro. E outra, o critério que eu uso é se eu gostei, eu mantenho, se não deleto. Mas vou te contar, tem uns sambinhas que chegam a atravessar de tão fraquinho.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

RESISTÊNCIA EM FESTA

Quando eu tinha Orkut, tinha também um lembrete de aniversários, recurso esse que também há no Facebook, mas nem todos que estavam no meu Orkut ainda não se adaptaram ou não aderiram a essa nova rede social, a qual eu agora tenho como única e exclusiva. O twitter também é uma rede social, mas não segue a linha do Facebook. São as duas únicas que eu sigo.

Cheguei a fazer também um My Space, mas esse era para os fãs do Serguei que, ao contrário do twitter, nunca foi falso de modo que ele sabia de tudo o que rolava lá. Como a banda também fez um pra ele e como é o Alex, baterista e praticamente empresário dele montou outro, também me desfiz do site. Sabe como é, muito cacique pra pouco índio, então já que ele tomou parte disso e tem dado certo, ou seja, a partir da chegada da banda, meses antes de eu embarcar pra morar em Londres, houve uma certa levantada que tanto foi bom pra banda quanto pro próprio Serguei, é mais que sabido que ele está em boas mãos.

Meu movimento inicial, que até deu certo, foi tirar ele um pouco de Saquarema, levar pra reencontrar pesoas, amigos dele de longa data como por exemplo Rita Lee. Dizem quequem não é visto, não é lembrado. Ele meio que nega essa afirmação. Mesmo antes, ele sempre foi lembrado, principalmente pelos vários “Programa do Jô” que ele fez. Até hoje por enquanto nove. Acho que ele só não bate o recorde do Ziraldo que já foi incontáveis vezes também.

Ainda continuo dando uma espécie de assessoria pra ele. Agora menos, mas sempre que for necessário, até mesmo por tudo que a gente já passou juntos, por todas as alegrias que proporcionei a ele e que ele proporcionou a mim, pela amizade que foi construída nesses três anos. Mesmo morando lá fora, uma vez por mês eu ligava pra ele pra saber de tudo o que se passava com ele. E foi justamente nessa época em que eu estava lá fora que rolou gravação do disco, apresentações em vários lugares e inclusive a última, até agora, entrevista no Jô.

Agora, com o contrato praticamente assinado com Record pra ficar gravando o Show do Tom e depois de uma exposição maciça também no canal Multishow em virtude da entrega do Prêmio Multishow de Música Brasileira a ponto culminar com um programa também em um canal fechado, cujas primeiras gravações estão começando agora para começar a ser exibido no fim do ano ou início do ano que vem, ele (re)conquista um espaço bacana, uma visualização legal de mídia, o que faz crescer a popularidade e a curiosidade por aqueles que nunca o viram ou escutaram sequer seu trabalho.

Eu ainda tenho um sonho. Imagino a gravação de um DVD dele e banda com convidados, gravado no Circo Voador numa noite estrelada, com a lua dando aquele show. Com o Multishow na jogada, vou até sugerir ao canal pra abraçar essa idéia e tentar seguir adiante com isso. Chegaram até a começar a gravar um documentário com ele, mas parece que a idéia não vingou muito. Não sei onde foi parar a equipe e nem que finalidade eles deram pro material já registrado.

Volta e meia, quando os integrantes da banda por algum motivo não podem acompanhá-lo a São Paulo para a gravação do Tom, lá vou eu com ele. Confesso que me divirto muito quando estou com ele, não só em São Paulo quanto em qualquer lugar que a gente esteja juntos. Mas uma viagem sai um pouco do lugar comum.

Em cima do palco não se pode negar que ele dá show, cresce, se transforma e pode estar com a perna doendo, por exemplo, que naquele momento não sente nada. É a magia do palco. Magia essa que há quase quarenta e cinco anos o tem conservado e vem mantendo, acreditem vocês ou não, há setenta e sete anos feitos no início desse mês.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

INFÂNCIA ANIMADA

Tem uma certa fase da vida, que no meu tempo foi bastante duradoura diga-se de passagem, em que nós adoramos sentar e assistir a um desenho animado. Depois passam a ser filmes, novelas, programas comuns de nossa preferência, mas a primeira coisa que atrai uma criança é um programa infantil, não pelo programa infantil, mas pelo desenho animado que entremeia o programa infantil. Na minha época “A turma do Balão Mágico” e logo em seguida o “Xou da Xuxa”, sem contar o programa do palhaço “Bozo”, faziam a minha diversão e animavam as minhas manhãs.

Não que eu ficava em casa o tempo todo grudado num aparelho de TV. Apesar de ser criado em apartamento, a turminha do meu prédio era bastante ativa e criativa e perdíamos horas brincando juntos. Sei que do meu tempo pra hoje muita coisa mudou. Há algumas semanas atrás li uma notícia que a internet já superou a TV em termos de passatempo. No entanto continuo me tomando como ponto de referência e até então as opções eram restritas, daí também creio que vem a queda da qualidade dos programas infantis de canal aberto. Não pensam na criança enquanto criança. Não se faz mais especiais como Pirlimpimpim, Plunct Plact Zum, Arca de Noé, Casa de Brinquedos; talvez esses são os mais lembrados pela minha geração.

Em contrapartida as TV’s a cabo com canais propriamente voltados pradeterminadas faixas de idade da chamada primeia infância, ou seja, com foco bem restrito, os DVD’s e agora a própria internet com seus joguinhos estão atraindo cada vez mais crianças e as tirando da frente da TV. A não ser ainda por um único motivo. O desenho animado. Esse ainda consegue acolher e apreender a atenção de uma criança na frente de uma tela.

Claro que os desenhos também têm sua fase. E geralmente o consumo deles estão em constante mudança. Falo de moda. Como tudo que se consome, a moda do desenho animado passa. A não ser pelos desenhos clássicos. Não me lembro de outro desenho depois dos Simpsons, que tá há mais de vinte anos sendo exibido, que tenha me atraído.

Recentemente acompanho um desenho chamado “Family Guy” cuja classificação etária é catorze anos, ou seja, não é pra criança tão criança. Não que eu seja daqueles que não perde nenhum episódio, mas geralmente quando estou em casa e sei o horário do desenho ligo a televsão e assisto. Um fato engraçado acontece em determinada hora que esse desenho passa. Pouco depois que começa o meu sobrinho chega do coléginho, vai direto na caixa de DVD’s e pega o que ele mais gosta no momento. Pede pra botar, aí eu peço pra ele esperar só um pouquinho até que acabe o ‘meu’ desenho que não passa de meia hora de exibição contando com os intervalos.

Meu sobrinho tem dois anos e meio e o DVD que ele corre pra pegar quando chega, por incrível que pareça, é um dos que eu ponho entre os dez mais dentre os clássicos, que também fez parte da minha infância. O clássico quando é clássico é atemporal. Anos e anos vão passar e ele vai continuar lá, eterno. E criança tem uma facilidade enorme pra pegar as ações dos desenhos, mesmo sem compreender muito bem o enredo da história. Ele sabe qual é o primeiro episódio dos dezesete apesar de, como toda criança, não ter paciência pra assistir todos. Porém, os primeiros cinco ele ja sabe a sequência completa dos fatos e eventos que se passam na história.

É no mínimo inusitado essa ‘competição’ nossa pela posse da TV na hora do desenho e eu querendo ver o novo enquanto ele só conhece o clássico. Claro que na maioria das vezes eu jogo a toalha e nem acabo de ver o meu pra ele ver o dele. E Tom e Jerry é muito mais comprensivo pra ele do que qualquer outro desenho já que é um desenho basicamente de ação, sem diálogo nenhum. Já já ele vai começa a diversificar.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

E AGORA, JOSÉ?

Tenho que confessar uma coisa. Nesse exato momento em que digito esses caracteres eu não tenho a mínima idéia de assunto pra expor aqui. Acho que isso acomete os grandes escritores também. Imagino o Veríssimo, o João Ubaldo ou o Caetano, ambos os três com colunas em jornal, como deve ser agonizante pra eles essa tela branca e o assunto não vem.

O problema não é nem a falta de asunto em si, mas o que ainda pode ser assunto duradouro, já que meu ritimo de produção é acelerado e geralmente tenho muito tempo de frente. Um exemplo concreto é esse aqui. Quem estiver lendo esse blog agora não tem idéia de que esse texto está sendo escrito no fim de agosto. Acho até que já falei sobre esse assunto aqui há algum tempo atrás. Quanto tempo? Não me faça esse tipo de pergunta.

Depois de oito anos no ar, postando toda semana nesse formato é claro que não vou me lembrar das mais de trezentas postagens. É verdade. Não parece, mas há oito anos eu comecei com esse formato de blog e nunca mudei. Tive que estabelecer esse padrão pra não ficar aquela coisa irregular, um dia um testamento e no outro, três ou quatro frases, ou seja, praticamente um twitter. Aliás, quem tiver vontade e paciência pode me seguir no meu. Acho que também já disse isso aqui há poucas semanas atrás. Acabei de confirmar. Disse sim.

Quem me deu a idéia de fazer um foi minha amiga Joana que um poucoantes havia feito o dela, mas ela mesma decretou o fim do blog dela um ano depois que fez. Ná época eu estava pra viajar pra Califórnia e desde a volta, em junho, até setembro eu só fiquei no teste. Em outubro, oficialmente, o primeiro texto foi postado. O alvo da crítica foi o Bush. Sei disso porque toda vez que abro o arquivo pra escrever um texto e postar aqui, ele é o primeiro que aparece. É. Tenho praticamente todos os textos que postei aqui na memória. Claro que perdi um ou outro, mas noventa e nove por cento tá aqui comigo, guardadinho.

Agora, voltando pro assunto em pauta, ou seja, nenhum, mais recentemente, me lembro que as aventuras européias forma escritas durante minha viagem, e, as vezes, quando dava tempo, escrevia praticamente uma por dia. Isso eu fiz na Espanha e em setembro doano pasado, já tinha postagem pra até o fim do ano. Quando cheguei de volta ao Brasil, no início de outubro, complementei as aventuras escrevendo tudo direto até o carnaval. Um pouco mais tarde separei algum material e o meu único trabalho era postar. Só em agosto – hoje pra mim na verdade é dia trinta de agosto por volta de quatro horas da tarde – que tornei a escrever em escala de produção, ou seja, toda segunda e qunta eu tenho que escrever sobre alguma coisa até fechar ao menos o calendário do ano, já que pra janeiro já decidi o ‘especial de verão’ do blog, a saber em tempo.

Pelo menos até o fim do ano vou ficar produzindo assim. Não sei até quando eu vou, mas se em quatro semanas eu produzo oito textos, em vinte e seis semanas, se eu continuar nesse rítimo, os cinqüenta e dois textos postados no ano estariam prontos. Até o fim do ano, contando a partir de hoje, faltam dezoito semanas para o Natal, quase quarenta textos. Olha, foi praticamente um ano inteiro de aventuras européias. Quem sabe nesse exato momento eu não esteja trabalhando, voando pra algum canto e vivendo outra aventura pra contar aqui.

Revelado o segredo do meu blog, segredo esse que já contei várias vezes, não tenho nada mais a fazer por aqui agora. E olha que tá sobrando um espaço e eu não tenho a mínima idéia do que fazer com essas poucas linhas que me restam. Como o Veríssimo, o João Ubaldo e o Caetano se saem quando isso acontece com eles? Acabou.