segunda-feira, 30 de maio de 2011

AVENTURAS AMERICANAS (16)

Até que olhei o mapa e vi que tinha um Mc Donalds um pouco mais a frente. Se numa ponta da rua havia uma espécie de arena pra shows, onde ocorreu o evento que fomos, na outra havia uma bifurcação e, pegando qualquer rua dessa bifurcação, acabaria saindo na rua da lanchonete. Era só andar mais um pouquinho que acharíamos.

Quando chegamos lá Jana ficou mais aliviada. Ela estava quase ficando desesperada. Contamos essa saga pra ela e Jackie. Depois voltamos pra casa. Minha mãe, pra variar, ainda quis passar no mall do mercado pra comprar algumas coisas.

Coisas como roupas e perfumes. No supermercado, eu aproveitei pra comprar uns chocolates e dar de presente pra alguns amigos. Combinamos com Jana de ligar-mos pra ela depois que acabar das compras. Foi o que fizemos. Peguei a moedeira da minha mãe fui atrás do orelhão. O primeiro que encontrei estava ruim e o segundo ocupado, mas em frente ao primeiro detectei – e é inevitável a detecção de brasileiros quando outro brasileiro passa – um grupo de três brasileiros parados num ponto de ônibus, esperando o mesmo. Perguntei se eles sabiam se havia outro orelhão ali perto. Eles não sabiam me dizer, mas a menina me perguntou pra onde eu ia ligar, se era pros Estados Unidos mesmo. Contei a situação e ela me emprestou o telefone. A rua era a mesma, mas não dava pra ir andando cheio de sacola na mão. E em quinze minutos no máximo ela estaria nos pegando. Enquanto isso, pra não perder o costume, fiquei batendo papo com esse grupinho até Jana chegar. Eram estudantes também.

Jana parou o carro na saída do mercado e de onde eu tava dava pra ver, mas minha mãe não me viu desde quando eu saí pra ligar. Quando o carro chegou eu me despedi e fui pra lá. Minha mãe perguntou onde eu tava e disse o que tinha acontecido. Tanto que quando a gente passou por eles, acenei. Chegamos em casa e descarregamos o carro. Logo depois Jackie foi embora e levou de volta a garrafa de vinho que ela tinha levado pra gente tomar. Combinamos de passar o domingo com ela, na casa dela, e lá sim beberíamos o vinho feito numa vinícola pertinho da casa dela. Havia até essa hipótese da visitação nessa própria vinícola. O dia terminou com minha mãe fechando e pesando mais malas pra ver se existia o excesso de peso. Claro que a técnica de remanejamento de coisas teve que entrar em prática.

Domingo, vinte e quatro de outubro. Último dia em que estaríamos lá com minha prima Jana, o Jesse e o Diego. O dia seguinte era o da volta. Conforme prometido, fomos pra casa da Jackie por volta do meio dia. Acho até que um pouco mais tarde, mas, enfim, por volta da hora de um almoço de domingo. O Jesse não quis ir pra ficar vendo o jogo na televisão. Ele é fissurado em futebol americano e assiste a todos os jogos da liga universitária que passa aos sábados na TV e no domingo é a liga profissional. Jana acompanha um seriado americano do tipo CSI, que me fugiu o nome, mas que passa acho que uma vez na semana.

Fomos nós quatro, pra casa dela. Uns quarenta minutos. Mas quando se trata de um lugar onde há espaço entre uma casa e outra, verdadeiras minifazendas, sítios, chácaras, os quarenta minutos parecem ser mais. Principalmente qundo Jana, ainda não acostumada a fazer o trajeto, por mais que tivesse ficado o primeiro mês lá quando chegou de volta, erra o caminho por duas vezes. Da segunda nem era considerado um erro, mas quase que ela pega uma estradinha que dá uma volta maior.

Chegamos na casa da Jackie no início da tarde. Eu crente que só iríamos esperar ela fazer o almoço, comer, ficar lá mais um pouquinho e depois ir embora. Até pelo fato de que minha mãe ainda tinha que terminar de fechar as malas. Logo o tal vinho foi aberto e nós apreciamos. Bonzinho. Acho até que teve um tira gosto também. Teve sim. Foi um bolinho de maçã do tipo muffin.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

AVENTURAS AMERICANAS (15)

Não sei se eles costumam fazer a mesma tradição que tento fazer aqui de as sextas feiras comer pizza. A diferença aqui é que eu semi preparo a minha e lá eles costumam pedir. No dia em que a gente chegou, numa sexta feira, eles pediram e dessa vez também. Só não to me lembrando o sabor, mas, enfim, a sexta terminou em pizza e mais arrumação de malas feito pelamiha mãe. Eu nem me atrevo a atrapalhar o talento que ela tem pra enfurnar coisas dentro das valizes.

O sábado, dia vinte e três de outubro, foi um outro dia atípico. Todos os dias em que grande parte deles eu não passava confinado em lojas acompanhando minha mãe eram atípicos. Mas esse foi mais especial ainda. Creio que a gente chegou a passar em algum lugar antes de ir pra um dos eventos infantis mais esperados da cidade. A tradicional festa do Halloween se aproximava. Na verdade era dali a uma semana, mas as comemorações na cidade começavam a fervilhar. E aquele mesmo espaço onde nós fomos no primeiro dia, no final da rua de pedestres, onde há uma espécie de arena de shows, justamente nesse cantinho, a quermesse estava armada. É, por que parecia mesmo uma quermesse daquelas que a gente tem aqui nas (não tanto assim) tradicionais festas juninas, obviamente que dada as devidas proporções. É impossível comparar uma coisa com a outra.

Nesse dia também recebemos a visita da Jackie, sogra da Jana, que trabalha em Charlottesville (VA), mas costuma passar seus fins de semana na outra casa dela, na Pensilvania. Dessa vez ela deixou de viajar pra ficar junto da gente e do neto. Por ser um evento voltado para o público infantil, Diego se esbaldou. Brincou o tempo todo naquele escorregador inflável e cheio de obstáculos. Parecia prova das Olimpíadas do Faustão infantil. Além disso, a velha brincadeira de acertar a bola na boca do palhaço pra ganhar prendas, o desfile de fantasia pra ganhar mais prendas e a barraquinha de doces, a perdição pra ele, também faziam parte do evento.

Evento esse com hora marcada e sempre ao acabar – isso eu vi na Europa também – o processo de desmontagem era muito rápido e em poucas horas – no caso acho que no máximo em uma – era como se não tivesse acontecido nada ali. Tudo limpo e organizado. Diego com sua fantasia de Batman – esse e o Homem Aranha até então são os heróis preferidos dele – por vezes atraia olhares das pessoas que estavam ali. Não só as crianças, mas alguns jovens e adultos também entravam no espírito da brincadeira. Me lembro que vi uma família inteira vestida como a turma do Scooby-Doo e isso me fez lembrar, por exemplo, de alguns blocos de carnaval ode se pode brincar da mesma forma.

Acabado o evento, voltamos caminhando por essa rua de pedestres pra outra ponta. E aí aconteceu uma coisa engraçada, daquelas que só acontecem com a gente. Minha mãe resolveu passar na CVS, a farmácia, atrás de alguma coisa lá que não me lembro agora. Ela ta sempre precisando comprar alguma coisa, se não pra ela, pra alguém que encomendou algo a ela. Jana seguiu com Jackie e Diego para o Mc Donalds que, de acordo com que ela nos informou, era no fim da rua. Pois bem. Saímos da CVS e fomos andando em direção ao fim da rua. Não havia um Mc Donalds naquela rua. Voltamos um pouco pra ver se por acaso passamos por ele e não o vimos. Nada. Pedi informação pra uma atendente de loja que ficou na porta dando balinha às crianças. Ela não sabia informar. Andamos em direção ao lugar onde ela tinha estacionado o carro. O carro não estava mais lá. Pra entrar em contato com ela só por telefone público, que naquela rua também não tem, ou seja, estávamos perdidos. Não perdidos de não saber onde estávamos, mas de não saber como proceder naquela situação.

terça-feira, 17 de maio de 2011

AVENTURAS AMERICANAS (14)

Esse foi o dia em que a Jana teria um tempo a mais com a gente, pois os compromissos escolares dela tinham sido todos cumpridos naquela semana. Combinamos de pegar Diego um pouco mais cedo na escolinha dele e irmos para outro ponto turístico na cidade, não me lembro se foi nesse dia ou no seguinte a esse que astrocas foram efetuadas. Algumas coisas que minha mãe havia comprado ela quria trocar por outra. E lá pode fazer isso, desde que o produto não seja violado. Essa é a única condição que eles exigem. Aqui, caso você vá a uma loja trocar um produto que simplesmente vocêcomprou e não gostou, há praticamente um linchamento dos vendedores, do dono da loja contra sua pessoa. Completamente diferente.

Pela manha ficamos a disposição das lojas pelas compras e/ou troca de produtos até chegar a hora de pegarmos Diego na escola e irmos. Antes paramos no Burguer King pra que ele pudesse fazer um pequeno lanche. Como eu ainda estava com o café da manha reforçado de todo dia, estava meio sem fome, mas nada quepudesse meipedir de comer uma batata frita e um copo de refrigerante. Como Jana havia comprado aquele lanchinho que dá direito a brinquedinhos, e eram dinossauros que andavam movido a corda, mamãe resolveu fazer o mesmo pra trazer pra Riquinho.

Saimos dali e finalmente fomos em direção a um dos pontos turísticos e importantíssimos da cidade. Aquele mistério todo da postagem anterior será desvendado agora, e ainda não chegamos aos momentos finais como nos últimos capítulos das novelas. Fomos até Monticcello. O porquê do nome não tenho idéia, mas o lugar é bonito. As árvores com as colorações diferentes pintavam um quadro impressionante na sua composição de cores e juntamente a paisagem do caminho realmente é uma das áreas mais bonitas da cidade. Também, pra fazer juz ao turismo do lugar, se não fosse bonito, bem cuidado e bem preservado, não seria americano.

Como pode-se checar no nome Monticcello, nada mais é que o alto de uma montanha, perto do ceu – tradução lógica minha – onde por longos anos foi a residência de Thomas Jefferson, filho ilustre da cidade, o terceiro presidente norte americano e o redator da carta da independência americana conforme eu havia dito na postagem anterior. Essa residência virou uma espécie de museu, assim como a casa de várias outras celebridades e pensadores na Europa e nos Estados Unidos. Aqui no Brasil posso citar como exemplo a do Santos Dumont em Petrópolis. Claro que ele como pensador, arquiteto, advogado, astrônomo, estudioso, tinha umas idéias mesmo dentro da casa dele onde por exemplo uma garrafa de vinho subia da adega, que ficava, digamos, no subsolo pra sala de estar por um elevador interno, isso sem contar outros inventos e engenhos que existim naquela casa.

Dividida em três andares – não há visitação pública no terceiro – o primeiro, que também pode ser chamado de subsolo, é onde ficava a cozinha da casa. Tudo que abastecia a casa em si saia dali. E eram onde seus escravos-criados trabalhavam, na manutenção dos bastidores da casa. Ela, por si só não é grande. Tinha alguns cômodos como quartos, salas e escritórios, algumas coisas bem excêntricas, como uma clarabóia no teto do quarto dele e um outro quarto octógono.

Dos decks nos jardins dava pra ver uma das criações dele. A cúpula da entrada principal da UVA era constantemente vigiada pelo seu criador mais importante, mais ilustre e mais famoso. Lá dentro as visitas são guiadas e a história dele e consequentemente da Virgínia e dos Estados Unidos é contada em minuciosos detalhes. Detalhes esses tão pequenos que, pra quem mora no Brasil, não estudou a história americana a fundo e estava lá de visita, são coisas muito fáceis de se esquecer. Lógico que as curiosidades mais interessantes ficam na memória.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

AVENTURAS AMERICANAS (13)

E o mais interessante é que esse mesmo aparelho de som da mesma cor, inclusive, estava sendo vendido no free shop por setenta dólares, ou seja, mais que o dobro do valor que a gente pagou na loja.

De lá iríamos passear nos campos da Universidade da Virgínia, mas não sem antes dar uma passadinha na CVS, aquela farmácia que tem de tudo, e reforçar as compras pra casa no mercado.

O campus da Universidade da Virgínia (UVA) – não confundir com Universidade Veiga de Almeida – é uma gracinha. É uma das universidades mais antigas e mais bem conceituadas em algumas áreas dentro do território americano. Idealizada e construída pelo filho ilustre da cidade, o terceiro presidente norte americano e o redator da carta da independência americana, cuja história dele sempre está muito presente na cidade e saberão em futuras postagens quem é, tem uma área que a gente só vê em filme americano. Se a ilha do Fundão fosse cuidada pelo menos em um terço de como cuidam da pequena área que a gente visitou, a imagem da UFRJ iria mudar drásticamente.

Ali eu brinquei com o Diego. Corremos, subimos em árvores, sentamos no banco, ele correu atrás do esquilo. Ah, os esquilos. Que bichinhos mais fofos e espertinhos. Ficamos um bom tempo por lá. Depois ainda andamos pela calçada do outro lado da rua. Passamos na farmácia novamente, creio que pracomprar uagarrafa de águae fomos passeando pelo centro histórico da cidade até Jana combinar com Jesse como e onde se encontrar.

O ponto marcado foi um restaurante que eles costumam ir de vez em quando. O nome é Applebeans. Parece um Outback. Mesmo estilo, mas nas paredes nada que lembre a Austrália e sim a América. Lembro que na nossa frente tinha umas fotos de Jack Nicholson, Diana Ross, Dolly Parton, além de vários outros artistas hollywoodianos. Foi ali que jantamos. Eu pedi uma massa. Ah é. Tinha refeição além das porções que a gente costuma pedir no Outback, mas pra beber o chá da casa em refil era a pedida de sempre. Foi um dia bem proveitoso. E apesar da chuva nos assustar um pouco pela manhã, logo que saímos de casa, quando saímos do restaurante a lua estava lá se mostrando toda prosa.

Voltamos pra casa. Eu sempre com mania de dormir tarde, ficava vendo televisão até uma hora da manhã, mais ou menos. Ficava caçando o desenho que eu gostava dever e passava em dois canais. Nesse dia mamãe resolveu começar a arrumação das malas. Já tinha compras suficientes pra fechar pelo menos duas das quatro malas que trouxemos de volta. E pela força do hábito e costume, mamãe é expert nisso, sendo até convocada pra fechar malas e/ou ajeitá-las no carro de membros da família que vão viajar. Eu fiquei na minha. Nessas coisas não dou pitaco. E outra. Quem pariu Mateus que o embale, ou seja, nesse departamento eu não iria me meter mesmo. Assim ela começou a desembalar umas coisas, embrulhar outras, camuflar algumas e fazer trucagem do tipo enfiar par de meias dentro de uma garrafa térmica, brinquedos pequenos dentro de um forno elétrico pequeno e assim por diante.

Já era sexta-feira, dia vinte e dois de outubro. Três dias antes de pegarmos o vôo de volta e mesmo com um cantinho da casa repleto de compras, essa palavra reinava na cabeça da minha mãe. Faltava pouco, mas faltava, pra que ela se satisfizesse por completo. Se é que a satisfação é completa no que diz respeito a minha mãe em relação a comprar coisas nos Estados Unidos. Sempre há um arrependimento, uma coisa que ela deixou pra trás, um produto que ela viu, não pegou e se teve oportunidade de voltar a loja, não estava mais lá, enfim, sempre haverá um motivo pra que ela volte pra lá.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

AVENTURAS AMERICANAS (12)

Um objeto que não é muito difundido, pelo menos por enquanto, por aqui, são os chaveirinhos digitais. Um porta retrato digital que pode se carregar no bolso e mostrar as fotos em número muito maior e volume muito menos que os já antigos álbuns de fotografias. Essa câmera filmadora tinha o valor de uns sete chaveirinhos, mas quando fui efeuar a troca alguns dias depois só havia dois, se não me engano. O restante voltou em dinheiro que, claro, foi gasto em outras coisas.

Depois da Radio Shack, atravessamos a rua. Isso não é comum nos Estados Unidos. Sinceramente eu me sentia um ser de outro planeta segurando um guarda-chuva, grudado na minha mãe e andando em direção ao sinal de trânsito pra poder atravessar a rua. Até por que o shoppingque a gente ia era do outro ladoda rua mesmo, mas elestem o hábito de pegar o carro pra tudo, inclusive pra atravessar a rua e parar no estacionamento do shopping em frente. Ali existiam várias lojas, além da Sears. Aqui no Brasil já existiu uma Sears também. Não sei se existe em algum canto ainda. A daqui de Niterói fechou há um bom tempo.

Ficamos lá da hora em que o shopping abriu, praticamente, até a hora de pegar Diego na escola, por volta das duas horas. Me lembro que lá compramos pares de tênis, uma sacola de mão com rodinhas e estampa de zebrinha, além de roupas e mais o que minha mãe inventava de comprar. Como parte do que eu queria pra mim já estava garantido, e a outra parte ainda estaria por vir dali a algumas horas, além de estar embuido da minha sina naqueles dias, fiquei pouco mais tranquilo como de praxe.

Compra-se muito e compra-se de um tudo. Esse é o lema da minha mãe quando viaja pros Estados Unidos. Pra conforto maior, o que foi dando foi sendo posto dentro da bagagem de mão que ela comprou, e o resto foi nas sacolas mesmo. Não dá pra lembrar de tudo, detalhe por detalhe, produto por produto, peça por peça, loja por loja, principalmente meses depois do ocorrido. Só to fazendo um apanhado geral e até que minha memória tá boa. Na verdade, pra esse tipo de coisa, a minha memória é seletiva. A riqueza de detalhes com que eu escrevia nas aventuras européias, por exemplo, além de me interessar muito mais, era quase que em tempo real, ou seja, o delay foi muito menor que esse espaço de tempo.

Na hora combinada Jana pasa por lá e nos pega pra gente pegar Diego na escola e voltar pra casa. Quinta era o dia em que o Jesse ficaria o dia todo fora trabalhando e estudando. E o dia em que Jana tinha que entregar um importante trabalho de faculdade, mas as aulas dela propositalmente são no mesmo horário em que rolam as aulas do Diego. Ela saiu da faculdade, nos pegou, pegou Diego e voltamos pra casa. Tão bonitinho ele saindo da escolinha e falando com todo mundo, dando adeus pra cada coleguinha. Nem uma hora depois já estávamos fora de casa. Jana nos deixou na Best Buy. A melhor loja de eletrônicos e informática da América.

Lá terminei de comprar as minhas coisas. Na verdade a única coisa que faltava era meu porta retrato digital, não o chaveirinho, mas o normal. Sem falar na web cam que agora pode ser acoplada nesse laptop ou em qualquer outro computador. Com uma resolução boa e microfone embutido agora posso mr comunicar vendo qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. A própria Virgínia, Londres ou mesmo cidades no Brasil e a minha própria estão mais perto, pra não dizer aqui dentro dessa mesma tela em que conto essas aventuras. Outra coisa que compramos lá foi um sonzinho portátil da Sony com rádio, CD e entrada pra MP3 pela bagatela de trinta dólares, que, em reais, saiu por menos de sesenta. Não há Casa e Vídeo, Lojas Americanas ou Casas Bahia que venda um som dessa marca, com essa qualidade por esse preço.