terça-feira, 26 de julho de 2011

O QUE EU QUERO É EMPREGO

Eu não sei exatamente qual será a minha situação quando eu postar esse texto. Tomara que meus lamúrios e minha agonia aqui citados tenham se resolvido até então. Como eu escrevo com muita antecedência e não posso prever o futuro, pra quem tá me lendo agora esse texto foi escrito na semana do carnaval, ou seja, minha situação na época do carnaval estava começando a ficar insustentável em um aspecto. Emprego. Eu preciso trabalhar. Pode ser que quando eu postar esse texto eu já esteja trabalhando. Tomara que sim, mas como já disse anteriormente, essas palavras podem não ter valor nenhum e não validarem minha situação atual, ou seja, no momento da postagem do texto.

Como sabem, desde minha volta da Europa investi na carreira de comissário de vôo e me dei um prazo até o fim do ano passado pra ser contratado por alguma companhia aérea. Utilizei de todos os meios indicados pelas próprias companhias, apliquei currículos através dos sites, como também pra conhecidos de conhecidos que trabalham nessa área, até ir pessoalmente ao aeroporto entregar currículo no balcão das empresas eu fui. A partir de janeiro desse ano comecei a espalhar currículo para outras áreas e outro estado também, no caso, São Paulo. Queria ir pra capital.

As três áreas que fiz isso foram a de professor para cursinho de inglês. Não é uma coisa que eu gosto. No caso a necessidade é maior, mas não é o ideal. O ideal mesmo é poder voar. Trabalhar na carreira que investi. Outra área é a que eu costumava fazer antes de ir pra Londres que é a de produção. E uma terceira seria uma espécie de conselheiro de viagem. Justamente por eu ter viajado tanto enquanto estive por lá. Acho que me daria melhor nessa última. Essas todas foram basicamente pra cidade de São Paulo.

Pro Rio teve uma outra área que eu tenho uma certa hojeriza, mas por necessidade, também botei minha cara a tapa lá. Por eu ter trabalhado num outlet sazonal lá em Londres, digo que isso também acrescenta no meu currículo, o que não deixa de ser verdade, mas é completamente diferente o esquema de vendas desse outlet e o de uma loja aqui no Brasil. São experiências diferentes. Na verdade a daqui deve ser bem mais estressante que a de lá, apesar dos dias e horas de pico em que nem o almoço era respeitado decentemente.

O que eu busco (ou buscava) é um trabalho que me dê um salário bom pra que eu possa daqui a algum tempo poder sair de casa (se é que não já saí) e finalmente mudar de ares novamente, como é do meu desejo. Há pouco tempo atrás, queria mudar tão radicalmente quanto fiz ao ir pra Londres. Agora, nem tanto. Por que não ao invés de atravessar a Dutra, só atravessar a ponte? Morar em Ipanema, por exemplo, seria uma boa. Já que o custo de vida lá é alto, deve se equiparar com o de Ipanema. E não fica tão longe da família. No entanto, para que isso aconteça só preciso de uma coisinha só. Um emprego. Um trabalho. Alguém que queira comprar minha mão de obra.

Acho que pra se fazer alguns sacrifícios,terei que me vender ao sistema. Sempre achei que tem que trabalhar no que se gosta justamente pra se fazer com prazer e não ter que rotular de trabalho. Do mesmo jeito que o que eu vi em três anos prestando serviços pra Globo eu devo ver em qualquer local e situação de trabalho. Gente que quer passar a perna no outro, gente falsa, egoísta, que só pensa em se dar bem independente do outros e não sabe o que é parceria. Isso tem em todos os lugares e é o que tira o prazer do que se faz, ou seja, são os pontos negativos que anulam os positivos.

Algumas pessoas dizem que se você expõe num pedaço de papel seus desejos, e fica toda hora mandando bilhetinhos pro universo no fim eles se realizam. Caso eu ainda não tenha realizado esse desejo espero que essa versão eletrônica desse bilhetinho funcione.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

FAZER NADA (CRÔNICA DE RUBEM ALVES)

A manhã está do jeito como eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou- me a fazer nada. Dar uma caminhada - não por razões de saúde, mas por puro prazer. Os ipês-rosa floriram antes do tempo - vocês já notaram? E não existe coisa mais linda que uma copa de ipê contra o céu azul. Cessam todos os pensamentos ansiosos e a gente fica possuído por pura gratidão de que a vida seja tão generosa em coisas belas. Ali, debaixo do ipê, não há nada que eu possa fazer. Não há nada que eu deva fazer. Qualquer ação minha seria supérflua. Pois como poderia eu melhorar o que já é perfeito?

Lembro-me das minhas primeiras lições de filosofia, de como eu me ri quando li que, para o Taoísmo, a felicidade suprema é aquilo a que dão o nome de Wu-Wei, fazer nada. Achei que eram doidos. Porque, naqueles tempos, eu era um ser ético que julgava que a ação era a coisa mais importante. Ainda não havia aprendido as lições do Paraíso - que quando se está diante da beleza só nos resta ... fazer nada, gozar a felicidade que nos é oferecida.

Queria perguntar aos ipês das razões do seu equívoco. Será que, por acaso, não possuíam uma agenda? Pois, se possuíssem, saberiam que floração de ipê está agendada somente para o mês de julho. Qualquer um que preste atenção nos tempos da natureza sabe disto. Mas antes que fizesse minha pergunta tola ouvi, dentro de mim, a resposta que me dariam. Responderiam citando o místico medieval Angelus Silésius, que dizia que as flores não têm porquês; florescem porque florescem. Pensei que seria bom se também nós fôssemos como as plantas, que nossas ações fossem um puro transbordar de vitalidade, uma pura explosão de uma beleza que cresceu por dentro e não pode ser guardada. Sem razões, por puro prazer.

Mas aí olho para a mesa e um livro de capa verde me lembra que não vivo no Paraíso, que não tenho o direito de viver pelo prazer. Há deveres que me esperam. O que todos pedem de mim não é que eu floresça como os ipês, mas que eu cumpra os meus deveres - muito embora eles me levem para bem longe da minha felicidade. Pois dever é isto: aquela voz que grita mais alto que minhas flores não nascidas - os meus desejos - e me obriga a fazer o que não quero. Pois, se eu quisesse, ela não precisaria gritar. Eu faria por puro prazer. E se grita, para me obrigar à obediência, é porque o que o dever ordena não é aquilo que a alma pede. Daí a sabedoria de dois versos de Fernando Pessoa. Primeiro, aquele que diz: Ah, a frescura na face de não cumprir um dever! Desavergonhado, irresponsável, corruptor da juventude, deveria ser obrigado a tomar cicuta, como Sócrates! Não é nada disto. Ele só diz a verdade: só podemos ser felizes quando formos como os ipês; quando florescermos porque florescemos; quando ninguém nos ordena o que fazer, e o que fazemos é só um filho do prazer. E o outro verso, aquele em que diz que somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fez de nós.

No meu livro de capa verde estão escritos os desejos dos outros. Ele se chama agenda. Os meus desejos, não é preciso que ninguém me lembre deles. Não precisam ser escritos. Sei-os (isto mesmo, seios!) de cor. De cor quer dizer no coração. Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas, porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno. Se precisa de agenda é porque não está no coração. Não é o meu desejo. É o desejo de um outro. Minha agenda me diz, que devo deixar minha conversa com os ipês para depois, pois há deveres a serem cumpridos. E que eu devo me lembrar da primeira lição de moral ministrada a qualquer criança: primeiro a obrigação, depois a devoção; primeiro a agenda, depois o prazer; primeiro o desejo dos outros, depois o desejo da gente. Não é esta a base de toda vida social? Uma pessoa boa, responsável, não é justamente esta que se esquece dos seus desejos e obedece os desejos de um outro - não importando que o outro more dentro dela mesma?

Ah! Muitas pessoas não têm alma. O que elas têm, no seu lugar, é uma agenda. Por isto serão incapazes de entender o que estou dizendo: em suas almas-agendas já não há lugar para o desejo. No lugar dos ipês existe apenas um imenso vazio. Há um vazio que é bom: vazio da fome (que faz lugar para o desejo de comer); vazio das mãos em concha (que faz lugar para a água que cai da bica); vazio dos braços ( que faz lugar para o abraço); vazio da saudade (que faz lugar para a alegria do retorno).

Mas há uma vazio ruim que não faz lugar para coisa alguma, vazio-deserto, ermo onde moram os demônios. E este vazio, túmulo do desejo, precisa ser enchido de qualquer forma. Pois, se não o for, ali virá morar a ansiedade.

A ansiedade é o buraco deixado pelo desejo esquecido, o buraco de um coração que não mais existe: grito desesperado pedindo que desejo e coração voltem, para que se possa de novo gozar a beleza da copa do ipê contra o céu azul. Tão terrível é este vazio que vários rituais foram criados para se exorcizar os demônios que moram nele. Um deles é a minha agenda - e a agenda de todo mundo. Quando a ansiedade chega, basta ler as ordens que estão escritas, o buraco se enche de comandos, e se fica com a ilusão de que tudo está bem. E não é por isto que se trabalha tanto - da vassoura das donas de casa à bolsa de valores dos empresários? São todos iguais: lutam contra o mesmo medo do vazio.

"E vós, para quem a vida é trabalho e inquietação furiosos - não estais por demais cansados de viver? Não estais prontos para a pregação da morte? Todos vós para quem o trabalho furioso é coisa querida - e também tudo o que seja rápido, novo e diferente - vós achais por demais pesado suportar a vós mesmos; vossa atividade é uma fuga, um desejo de vos esquecerdes de vós mesmos. Não tendes conteúdo suficiente em vos mesmos para esperar - e nem mesmo para o ócio" (Nietzsche).

Por isto ligamos as televisões, para encher o vazio; por isto passamos os domingos lendo os jornais (mesmo enquanto nossos filhos brincam no balanço do parquinho), para encher o vazio; por isto não suportamos a idéia de um fim de semana ocioso, sem fazer nada (já na segunda-feira se pergunta: "E no próximo fim de semana, que é que vamos fazer?"); por isto até a praia se enche de atividade frenética, pois temos medo dos pensamentos que poderiam nos visitar na calma contemplação da eternidade do mar, que não se cansa nunca de fazer a mesma coisa.

Certos estão os taoístas: a felicidade suprema é o Wu-Wei, fazer nada. Porque só podem se entregar às delícias da contemplação aqueles que fizeram as pazes com a vida e não se esqueceram dos seus próprios desejos.

Mais um texto recebido por mail. Reiterando, os créditos que aqui estão também vieram por mail, portando não credenciando a veracidade entre o autor exposto e o texto escrito. De modo que, o texto é tão gostoso de se ler que até deu vontade de escrever... nada sobre ele.

Essa expressão ‘fazer nada’ me lembrou uma fase da minha vida em que eu me locomovia em no mínimo duas horas, ia pra um lugar, me arrumava e praticamente não fazia nada durante o dia inteiro. Ainda tínhamos refeição e ganhávamos pra isso. Foi o começo de uma carraira de sucesso como figurante de novelas. Só fazíamos alguma coisa na hora daação da cena. Mas a maior parte do dia ficávamos sentados, aguardando ordens para cumprí-las, quando dava vontade. Ás vezes dava pra escapar, mas não era sempre. E o pior de tudo é que no fim do dia o cansaço te pegava. Foi exatamente nessa época que eu descobri e constatei uma verdade que até então não levava muito a sério. Mesmo gostando, fazer nada é extremamente cansativo. Lê-se nada como ausência de tudo. Pois tinha gente que substituía o nada por uma palavra cruzada, por exemplo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A QUE PONTO ESTAMOS CHEGANDO?

Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).

A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.

O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.

Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.

No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento”. Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...

E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”

Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...

Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.

Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.

Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal a o autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça.

Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.

Igor Pantuzza Wildmann - Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário

Esse mail que recebi tinha um texto maior, mas essa pequena edição já deixa claro o valor da (má) educação que essa geração vem recebendo e demonstrando.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

APRENDA A DEDICAR SEU TEMPO A QUEM MERECE

Quem é que já não ouviu aquela famosa frase: “Não dê preferência a quem te trata como opção”? Difícil você ainda não tê-la ouvido ou lido por aí. Mas, na verdade, o que isso significa? Significa que, na vida, é preciso estar atento às pessoas e aos acontecimentos para não acabar valorizando quem não merece.

Tudo bem que todo mundo tem o direito de ser e de fazer outra pessoa feliz e dividir com ela suas alegrias e seus medos. Mas, infelizmente, nem sempre somos correspondidos nesse sentimento. No amor, só se pode controlar o lado do relacionamento que corresponde a si mesmo e torcer para que o outro siga aquilo que você acredita.

Essa ideia de que viver sozinho é o que há, está completamente equivocada. Apesar das aparências, muitas pessoas ainda vivem em busca de alguém para dividir as escovas de dente. O problema é quando, depois de encontrar essa pessoa, por medo de perdê-la, você se fecha e não se permite ver que estar com ela não anda valendo tanto à pena.

Nas relações humanas, é normal que haja situações de altos e baixos, momentos em que o parceiro não pode lhe dedicar tanta atenção. Mas, é preciso compreender as verdadeiras razões e se dar conta quando isso passa dos limites aceitáveis. Dê todas as chances que puder, mas quando perceber que não há mais o que fazer, não faça! Você saberá quando for a hora de dar um basta.

Ser apenas mais um item na vida de alguém não é nada agradável. Ter um companheiro que não reconhece nem lhe dá o valor que merece, muito menos. Certas situações só servem exatamente para você perceber que, às vezes, aquela pessoa não é a ideal para você. Você precisa deixar claro que não quer ser mais uma alternativa na infinita lista de prioridades que a pessoa coloca na sua frente. Se for assim, o melhor mesmo é chutar o balde e partir para outra.

Não perca seu tempo com pessoas que não lhe dão a menor atenção e que, em vez de contribuir para sua evolução, ficam empatando a sua felicidade. E olhe que você pode percebe isso facilmente se parar para prestar um mínimo de atenção aos fatos. Reflita e se permita acreditar em você mesmo e em todo o seu potencial. Com certeza você encontrará alguém que mereça sua dedicação. Mas lembre-se: a prioridade deve ser sempre você!

Esse texto eu recebi por mail de uma amiga da minha mãe, ex-companheira de trabalho dela. Segundo ela, a autoria é desconhecida. Sei que não dá pra confiar muito nesses textos que vêm pela internet. Eu sempre fico com o pé atrás. No entanto, a mensagem dele, quem quer que o tenha escrito, é muito bacana. Por isso a decisão de postar ele aqui. Aliás, tem mais dois que estão na fila para serem expostos aqui também. Todos nessa condição de, mesmo sendo citado, o autor é incerto e não sabido com suspeitas dos créditos que virão juntos.

Quanto a menssagem que o texto sugere, pra mim serviu como um tapa de luva de pelica, pois eu me preocupo muito com meus amigos, priorizando a vida e a vontade deles e esqueço da minha. Já fui mais assim. Confesso que estou melhorando, principalmente depois da Europa. Pra mim, essa ida pra Europa foi uma espécie de ‘afrouxamento’de laços com todos aqui no Brasil, e isso me mostrou exatamente o que o texto diz no final “a prioridade deve ser sempre você.” Até pelo fato de não ter ninguém pra dar prioridade a não ser a minha pessoa, principalmente nos primeiros meses em que fiquei lá. E por mais que depois fizesse muitos amigos, desde então procuro não me colocar em segundo plano, mas pelo menos colocá-los no mesmo nível de prioridade que eu. De modo que estamos no mesmo barco e ninguém é melhor.