terça-feira, 29 de novembro de 2011

ENAFAB4

Entre os dias vinte e três e vinte e seis de junho foi realizada a quarta edição do ENAFABA. O Encontro Nacional da Família Barcelos é um evento cujo único e principal motivo é a reunião da família sem ser em uma data específica, como aniversário de alguém. Se bem que esse ano havia um aniversário no meio e, das quatro edições já realizadas, duas tiverem como pano de fundo comemorações de aniversários, a primeira em setembro de 2004 e essa agora.

Ausência, além das duas pessoas que já nos deixaram como tio Tarcísio e tia Maria Helena, o núcleo familar do Artur e do Luis Cláudio e a Diana, filha da minha prima Lívia, não compareceram. As outras pessoas, mesmo que passando um tempo curto por conta de compromissos pessoais, presenciaram alguma hora alguma parte do evento.

Os trabalhos foram abertos na noite de quinta feira, feriado de Corpus Cristi, quando ao se ajeitar a casa temporária da tia Branca para o churrasco do dia seguinte, foram feitos e servidos Caldo Verde e Sopa de Abóbora pra espantar o frio da véspera de São João. A intenção foi receber as pessoas que chegavam para o grande encontro, de modo que somente o Ricardo chegando de São José dos Campos e consequentemente junto com a irmã Bia, o sobrinho Daniel e o pai, tio Rodolfo que o esperavam aqui em Niterói cumpriram o esperado e o pensado praquele dia.

O dia seguinte foi o primeiro grande dia de festa. Sexta feira, dia de São João, aniversário da Elaina (apesar da comemoração oficial ter sido marcada para o dia seguinte) e quando boa parte do núcleo de Guaratinguetá chegou, o churrasco rolou durante o dia todo até a cerimônia de entrega do Troféu Enafaba 2011, idéia da minha prima Elaina que premiou membros da família em doze categorias, além dos três Oscars honorários, aqueles entregues pelo conjunto da obra.

A cerimônia de entrega foi já no fim do churrasco, na noite de sexta e a expectativa da família era grande pra saber quem eram os vencedores nas categorias. A votação foi durante o churrasco e depois de apurados os votos e eleitos os concorrentes, a correria foi na hora da preparação da cerimônia, já que o computador da Elaina resolveu pifar naquele momento, ou seja, o improviso ali correu solto e a rapidez com que tudo foi refeito, parecia escola de samba que perdera tudo no incêndio um mês antes do carnaval. A entrega dos prêmios foi uma farra e bastante engraçada. A grande vitoriosa foi Líva, que ganhou nas categorias “Só na aba”, “Toda Errada” e “Tomo Todas” além do Oscar “Forrest Gump – O contador de histórias.”

O sábado vinte e cinco foi a comemoração do aniversário da Elaina. A casa temporária e praticamente também de festas da tia Branca teve um descanso já que nesse dia a cicerone foi Elaina, sendo a farra transferida para o salão de festas do condomínio dela. Oficialmente as duas da tarde deu-se por aberta a celebração que constava de um almoço e o prato principal foi a feijoada. Terceiro dia de orgia alimentar.

Particularmente eu estava com medo do domingo, mas, se eu levar em conta de que comi só duas cuias de caldo, duas de sopa de abóbora na quinta, além de alguns pedacinhos de carne – também queimaram uma carninha na quinta, um pré churrasco – e na sexta não comi comida, só fiquei na carne, sábado por eu ter comido também apenas um bom prato de feijoada, o domingo não ficou sobrecarregado no meu estômago. Até pelo fato de também ficarmos até as dez da noite dançando e nos divertindo, deu pra desgastar praticamente tudo, tanto da própria feijoada quanto dos dias anteriores. Domingo foi dia da rebordosa e das despedidas de quem partiu, e que venham mais reuniões como essa, sejam ou não ENAFABAs.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

VISITA DE CASA

De toda minha família, tanto do lado paterno quanto do lado materno, dois dos irmãos da minha mãe moram fora do estado do Rio. Tio Marcos em Guaratinguetá, no vale do Paraíba, interior de São Paulo, acerca de três horas de carro e tio Sérgio em Curitiba, capital do Paraná, acerca de uma hora e meia de avião.

Quando eles vêm pra Niterói é um evento – aliás, qualquer coisa nessa família quando juntam mais de cinco pessoas se torna um evento – principalmente o tio Sérgio, que mora mais longe e nos visita com freqüência menor. Se bem que ultimamente, pelo André, filho caçula dele e primo caçula nosso, estar fazendo faculdade aqui e temporáriamente hospedado na casa da tiaTania, essa freqüência tem aumentado um pouco. Tio Marcos quando vem pros lados de cá, a não ser que haja um evento, uma festa, é pra passar uns dias na nossa casa lá em Saquarema.

Creio que o André, depois de um tempinho aqui, já percebeu que a rotina é como se fosse uma força centrífuga que afasta a gente do ponto de união. Ele também criou e fez a dele e constatou que cada um tem uma vida fora daquela que ele via quando era uma visita. Hoje ele está no meio de nós. Já o pai dele, tio Sérgio, é disputado a tapas enquanto visita. Supondo que talvez mudado pra cá, essa disputa acabaria, pois o encanto de ser visita não ia perdurar por muito tempo, até ele cair na rotina também.

Minha prima Jana que mora nos Estados Unidos, ficou anos no vai e vem, passando uma temporada aqui e outra lá,quando esteve aqui de férias entre junho e julho foi tratada como visita também, por mais que até ano passado ela tivesse morando aqui. Um ano depois já tem tratamento diferente, por mais que entre na rotina e volte a ser tudo igual durante o pouco mais de um mês em que esteve aqui. Belinha, irmã de Jana que atualmente mora em Vila Velha, no Espítito Santo, também é tratada da mesma forma.

É completamente diferente de quando você passa uma temporada fora e volta porque volta pra uma rotina. No meu caso levei quase seis meses pra me enquadrar num trilho, pra reduzir, pra limitar a expansão que uma viagem como essa certamente faz na vida de uma pessoa. Alguns amigos que conviveram comigo em Londres já vieram me visitar aqui e o tratamnto foi diferente do que a gente dava pra gente mesmo lá fora. A Rose, o Samuca, o Rafa, sem contar meus amigos de São Paulo, que eventualmente a gente se encontra apesar do constante e permanete contato Marcelo e Emerson. Todos eles passaram por aqui como visitas, e muito bem tratadas por sinal, desde quando eu voltei de Londres.

Falando em Londres, toda vez que eu for pra lá também serei tratado como visita. E eles quando vierem pra cá acontecerá o mesmo. Por mais que eu seja de casa, enquanto tiver por lá, serei uma visita. O tratamento vai ser diferente, eu sei, afinal será por pouco tempo, por alguns dias e todas às vezes serão diferentes e especiais. Mas sempre vão fazer, assim como eu faço, com que eu não me sinta uma visita.

Enrolei, enrolei, enrolei pra chegar no ponto que eu queria. Quantas vezes a gente escuta assim: “Fica a vontade, você é de casa.” Claro que vindo de certas pessoas como parentes e alguns amigos soa diferente. Às vezes a pessoa fala pra deixar o outro mais a vontade, mas nem sempre isso procede. Eu, particularmente, tenho uma fórmula pra diferenciar uma visita visita de uma dita visita de casa. São dois testes. Na verdade duas violações. Pra mim eu vejo como violações. Se você puder ou tiver a liberdade de abrir a porta do armário ou da geladeira da casa de outra pessoa, seja ela de que grau for, sem pedir licença pro dono, você realemente é considerada uma visita de casa. Agora, se você pedir uma água e for servido, aí sim é realmente e simplesmente uma visita. Tem um outro ponto aí que pode complicar essa teoria, mas é uma outra história.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

VEJA ESSA CANÇÃO

Nesse exato momento estou escutando uma coletânea de grandes músicas de jazz cantadas pelo Rod Stewart. Foi um projeto que ele fez a alguns anos e fez um sucesso considerável a ponto de, se não me engano, ele fazer três discos fechando uma série e mesmo assim abrir outra de soul. Já tinha escutado algumas músicas, até ganhei no fim do ano passado, junto com a discografia da Rita Lee, o terceiro disco da série em formato de MP3. Num dia desses qualquer, nas Lojas Americanas, na sessão que eu mais gosto que é aquela onde se encontram vários discos a preços módicos, encontrei esses discos, o primeiro e o segundo. Na mesma hora eu passei a mão. Não ia disperdiçar uma oportunidade dessas.

Aliás, atualmente, com o download, poucos são os discos que merecem ser comprados pelos preços que eles realmente custam. Ultimamente, a tendência é fazer com que o preço do disco diminua um pouco com a economia de capas. Aquele tradicional acrílico está com os dias contados. Agora a moda é capa de papelão, daqueles bastante resistentes e que se desdoram ou formam livretos, mas com qualidade boa. Eu mesmo, pra economizar bastante comprei um disco da Diana Krall que é o tal digipack, ou seja, a capa de papel e o disco sem encartes, letras das músicas ou outra coisa parecida. A qualidade do som é o mesmo, mas sem maiores detalhes de créditos.

Já disse aqui em postagens anteriores que sempre gostei e sempre fui interessado por música. Uma das coisas mais engraçadas e/ou curiosas foi que eu morei em Londres, considerada o berço do rock and roll, terra de Beatles e Rolling Stones, mas quem eu trouxe de volta, na minha mala comigo, foram grandes artistas de jazz como Sara Voughan, Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Ray Charles, Louis Armstrong, Duke Ellington, Charlie Parker, ou seja, só craque do jazz. Quanto aos Beatles, tenho toda a discografia em MP3 e em se tratando de Rolling Stones uma coletânea com quarenta sucessos. Gostaria até de ter ido na apresentação que o Paul McCartney fez aqui no Rio no mês de maio, mas infelizmente não deu. Quem sabe na próxima oportunidade, se houver. Se não houver também não vou me arrepender.

Lá em Londres, vários shows aconteciam quase que diariamente no Arena O2 (O2 é o nome de uma operadora telefônica, seria como se fosse uma espécie de Vivo Rio) e eu só gostaria de ter ido em um. Considerada por mim como uma das maiores cantoras americanas, não tive como pagar o ingresso pra assistí-la e fiquei sem ver o show e as pernas de Tina Turner.

Nunca fui muito apegado as minhas coisas, tanto que já me desfiz de todos os meus vinis, mas com meus CD’s ainda vai demorar um pouco. Meus livros, só ficaram aqueles que fazem parte de alguma coleção. O resto me desfiz de tudo. DVD’s não tenho muito. Não sou muito chegado a eles, apesar de ter alguns. Engraçado que eu era mais fã do videocassete, talvez pelo fato de poder gravar filmes e programas e repetir aquelas cenas diversas vezes além, claro, da função que hoje é feita pelo DVD. Mas tudo que se acumula materialmente eu tô fora. Gosto mesmo é de acumular sentimentos bons, amigos, lembranças boas, sensações. Esses nunca são demais e não ocupam espaço.

Agora botei o volume dois pra tocar e estou curtindo aqui. Sempre que me perguntam quais os tipos de música que eu gosto, respondo que meus gêneros preferidos são MPB, rock clássico e jazz, mas isso não me impede de garimpar coisas antigas da música ou de saber as novidades e tendências que essa nova geração está escutando. Não consumo isso, mas é difícil não tocar em festas ou boates. Se bem que tem algumas festas em boates que variam muito o repertório e conseguem agradar a gregos e troianos. São esses tipos de festa que busco freqüentar ultimamente.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

FESTA (DE UM ANO) NO INTERIOR

O próximo já vai ficar no banco de reservas. Onze é o número de jogadores de um time de futebol e também o número de filhos dos meus primos, ou seja, a terceira geração da família começando a contar da geração da minha mãe e meus tios. Não sei a ordem de nascimento deles, só sei que o mais velho é o Daniel, filho da Bia, e o mais novo é o Lucas, segundo filho do Artur. Entre esses dois vem Pedro, Miguel, Diana, Ana Helena, Igor, Murilo, Enriquinho, Victor Hugo e Luiza. A diferença de idade entre o mais velho e o mais novo são quinze anos.

Em junho quem completou um ano foi o Murilo. Quem nasce no mês de junho tem um tema eterno para fazer como festa que são as festas juninas. Não deu outra. Na véspera do dia dos namorados e anti-véspera do dia do chamado santo casamenteiro, Santo Antônio, Tiago e Thais estruturaram uma festinha para comemorar um ano do nascimento do filho. Uma verdadeira festa do interior. Temática junina e caipira numa chácara dos sogros do Tiago, entre Lorena e Guaratinguetá, no interior de São Paulo.

Ornamentada com barraquinhas de quentão, vinho quente, canjiquinha e cachorro quente, churrasquinho, jogo de argolas, boca do palhaço, pescaria, pula-pula, churros e maçã do amor, bandeirinhas e fogueira no enorme espaço livre e descampado, por debaixo da pequena parte coberta, a mesa do bolo e doces como cocada, paçoca, além dos tradicionais brigadeiros e uns bolinhos assemelhados ao Ana Maria e/ou Bebezinho, recheados de goiabada com cobertura ora de goiabada e ora de chantily – esses foram os que eu mais me deliciei dispensando todos os outros da área da mesa do bolo – além das bebidas estarem sempre sendo oferecidas pelos garçons, a festa foi perfeita, inclusive pelo frio que estava fazendo. Não tinha clima melhor. Isso sem falar das músicas que no começo eram as típicas e que depois foi dando espaço as duplas sertanejas ou qualquer outro que se diz sertanejo. Agora é moda.

Eu, minha mãe, meu irmão minha cunhada e meu sobrinho saímos daqui no sábado pela manhã e chegamos lápor voltade uma da tarde. A festa começava as três. Paramos duas vezes no trajeto. Uma para irmos ao banheiro num posto de gasolina na área de Resende e outra já em Guará para comprar a comida do almoço e o presente do Murilo no shopping da cidade. De lá partimos pra casa do meu tio onde ficamos até a hora de irmos pra festa. Antes ainda esperamos por uns minutos uma tia minha que desceu do ônibus da viação Expresso Brasileiro na parada obrigatória que ele faz antes de seguir viagem para São Paulo para então irmos direto para a tal chácara.

Não fomos os primeiros a chegar, mas ainda havia mesas vazias suficientes para nos alocarmos e resevar os nossos lugares e os de quem ainda estavam pra chegar. Os pais estavam a caráter, mas o Murilo estava nos recebendo vestindo um smoking, como um verdadeiro noivo. Pouco depois chegou a noiva, outra neném da mesma idade vestida com tules, véu e grinalda. Só faltou o buquê. A hora foi passando, as pessoas chegando, luminosidade caindo, o frio aumentando e a parte da família que estava pra chegar não chegava nunca.

Lá pelas sete da noite o Tiago anunciou no alto falante que, pela ordem, haveria a mostra de um pequeno clipe de fotos, o parabéns e a quadrilha. Ele só não contava com uma coisa. O noivo a essa hora estava dormindo. Devia estar de ressaca da noite de despedida de solteiro. Eu nem vi se a noiva estava por lá, mas devia estar escondida, chorando de raiva por aquele momento. Depois da retrospectiva desse primeiro ano em fotos, quando estávamos cantando o parabéns a outra parte da família chegou.

O frio só deu trégua quando nós fomos dançar a quadrilha minutos depois do parabéns. Ali eu tirei meu casaco de frio londrino e fiquei por uns quinze minutos esperando o frio me secar. A festa rolou com direito a um segundo tempo na casa do tio.
ATACANDO O DIFERENTE

Estava sem nenhuma idéia do que escrever por aqui hoje, até que um assunto que hoje se debate muito me veio a cabeça. Numa hora meio inusitada, pois eram pouco mais de sete horas da manhã e eu estava indo para a academia fazer ginástica. O que uma coisa tem a ver com a outra? Nada, absolutamente nada a não ser por aquele pequeno grupo de meia dúzia que se acha diferente e superior aos considerados preguiçosos. Mas não sei se nesse recorte que acabei de fazer pode ser considerado bullying.

Antes que eu me complique mais, estou falando aqui de algumas poucas pessoas que por ter uma beleza plástica acima da média e valorizar isso mais que outra coisa chegam a humilhar os outros e com isso praticar o bullying que, nesse caso, agridem, mesmo que só visualmente os considerados preguiçosos, gordinhos e portadores de uma forma alternativa, pra ficar no politicamente correto. Aliás, esse também é um bom tema pra discussão, mas por enquanto vamos nos ater somente ao bullying. Algumas pessoas se sentem realemtnte humilhadas somente em ver aqueles corpos sarados e não comentam nada e nem fazem um esforço pra mudar a sua forma física. Digamos que esse seja um bullying velado.

O que hoje tem esse nome e que na minha infância não tinha nome nenhum tem se sobressaído muito por causa de alguns comportamentos observados principalmente em escolas. Claro que, a parte os exageros cometidos por alguns como agressões físicas e morais exacerbadas, acho normal e natural que se custe a entender e aceitar o diferente e vejo isso como uma evolução normal e até saudável pro ser humano. E uma fase pela qual todo mundo deve passar e provar. Não estou com isso concordando que se pratique o bullying, só dizendo que até certo ponto é aceitável sim. O problema é que esse certo ponto está sendo bastante ultrapassado e indo muito além do aceitável e tolerável. E isso sim precisa ser combatido.

É normal, por exemplo, numa sala de aula, as crianças serem taxadas por elas mesmas de gordinhos, nerds (na minha época se chamava de cdf, sigla pra crânio de ferro) quatro olhos – usuários de óculos – e por apelidos que possam estar na moda por conta de alguma novela ou programa de TV que esteja no ar naquele momento. Acho que tudo vale a partir do senso de humor e aceitação de quem recebe esses apelidos conjuntamente com a intensidade, com a forma que eles são ditos por quem pratica o, nesse caso, pré bullying. Creio que isso é muito mais uma prova de autoconfiança, auto aceitação e auto-estima que de sacanagem mesmo. Estou falando isso dentro dos padrões normais de aceitação dessas provocações. Afinal, a aceitação em qualquer ciclo social na vida é difícil principalmente quando se foge aos padrões estabelecidos pela sociedade. Padrões esses que estão mudando pela sociedade ser altamente dinâmica. Tudo bem que ela custa um pouco às vezes a se alterar, mas acaba mudando. O problema todo é a aceitação do que é diferente, seja a diferença ela qual for. O que causa o hoje tão comentado bullying é a intolerância de pessoas em relação as outras, é não saber lidar com as diferenças, é cada um ditar o que é certo e o que é errado mesmo sabendo que essa classificação é completamente equivocada e induz ao erro, o que pode causar o efeito bola de neve e resultar no que a gente assiste nos noticiários.

A primeira imagem que me veio à cabeça quando pensei nesse assunto foi um livro que trata desse problema de forma lúdica e muito antes de nomearem essa falha de comportamento como bullying. Ziraldo há muitos anos atrás nos mostrou a história de Flicts, uma cor que era rejeitada pelas outras até que encontrou seu lugar. Depois, analisando melhor, várias histórias trazem esse mesmo tema nas entrelinhas, tais como o Patinho Feio, Cinderella, Tarzan, a Bela e a Fera entre algumas outras.