segunda-feira, 29 de julho de 2013

ABAIXO O REGIME

ABAIXO O REGIME

Minha mãe cisma que eu estou de dieta. Você já viu uma pessoa robusta, encorpada, e grande como eu ficar de dieta por um bom tempo?

Nunca estive de dieta, mas confesso que perdi um pouco de peso depois que mudei certos hábitos da minha vida. Passei a caminhar no calçadão da praia e reduzir a quantidade de comida além de modificar um pouco a qualidade também. Não que eu me prive de comer alguma coisa. Durante a semana eu até me controlo um pouco, mas no fim de semana pouco me preocupo com isso. Preciso mesmo é consultar um nutricionista. Alguém que me diga o alimento necessário pra determinada hora. Hoje em dia não acho que eu como muito, quer dizer, depende da comida que está na minha frente. Tem algumas que não resisto mesmo e como em quantidade dobrada. Inhoque e estrogonofe encabeçam essa lista.

Outra coisa que eu gosto é de doce. Não sou um compulsivo, mas volta e meia me bate uma vontade a ponto de ir na padaria pra comprar um. Nesse caso, minhas preferências descartam o chocolate. Pra mim chocolate não é doce. Chocolate é chocolate. Assim como sorvete é sorvete e na minha concepção só vira doce se acompanhando alguma outra coisa. Por exemplo, uma banana flambada vem com uma bola de sorvete acompanhando. Aí sim, se transforma em doce. Profiterolis é um bom exemplo disso também. Outro dia passei na Confeitaria Colombo. Uma vez comi um profiterolis lá do qual não esqueço jamais. Tenho que voltar lá pra fazer isso. Mas enfim, é bem esporádico.

Não é sempre. E todos os especialistas dizem que o ideal mesmo é o equilíbrio, ou seja, um doce de vez em quando vai bem. O meu problema são os horários que eu como. Acho que é isso que evita o meu emagrecimento. Sou notívago desde criança. Gosto da noite, de modo que estou habituado a dormir sempre depois das duas da manhã. E não gosto de dormir de estômago vazio. Geralmente por volta da meia noite costumo comer uma coisinha. Antigamente comia comida mesmo, arroz, feijão e tal. Hoje em dia não. Uma carne com legumes, às vezes com arroz também até vai, mas em quantidade igual ou inferior a do almoço. As vezes opto pelo sanduíche também.

Em termos de bebida esse ano tenho evitado ao máximo os refrigerantes. Só tem um que não entra nessa lista, mas como o Mineirinho é raro fora dessa região, quando não estou por aqui só mesmo se não houver outa opção. Sempre vai ter a água, mas nem sempre é a água que eu quero beber. Acho que não é de bom tom comer uma macarronada, por exemplo, com um copo de água. Assim que eu reaprender a comer, fazer uma reeducação alimentar vou fazer com mais empenho atividades físicas. Além da caminhada, que sinto falta quando fico muito tempo sem fazer, a musculação só me atrai a ser feita se houver uma combinação de resultados. Acho que é isso tá faltando pra minha figura. Ora me animo em fazer musculação, ora me dá preguiça e custo a retornar, até mesmo pelo fator horário. Sempre que fiz foi pela manhã, hora que eu curto estar dormindo, mas se preciso for mudo o meu hábito.  

Acho que a beleza plástica é válida mas não apenas e somente ela. O conteúdo é mais importante e nesse eu me garanto. Eu brinco dizendo que já sou gostoso, mas quero ficar irresistível. Claro que é só uma brincadeira. Só quero ficar mais definido, mais enrijecido um pouquinho. Acho que ainda dá tempo. Dependendo da palavra do nutricionista e dos conselhos que ele vai dar será só uma questão de tempo.


Ele até pode me pedir pra me privar de comer uma coisa ou outra, evitar alguns tipos de alimentos por um determinado tempo, mas será que isso é considerado dieta, regime? Espero que não. Não quero ficar babando por não poder comer uma comida gostosa. Há situações e situações. Deixar de comer não é o mesmo que evitar.        

segunda-feira, 22 de julho de 2013

COISAS DO BRASIL. ATÉ QUANDO?

COISAS DO BRASIL. ATÉ QUANDO?

Sei que está ficando chato, mas vou bater na mesma tecla. A quantidade de carros nas ruas está insuportável. O transito está caótico e não tem mais hora pra ter engarrafamentos. Outro dia, eram mais de dez horas da noite e o trânsito da ponte estava tão intenso quanto o normal de véspera de feriado. Não é possível que ninguém percebe isso. Ninguém que eu diga são as autoridades que não fazem nada por uma mobilidade social decente. Lá fora as condições pra se comprar um carro também são boas. Favoráveis,como está sendo aqui. No entanto as cidades americanas tem estrutura pra comportar uma quantidade grande de carro nas ruas. São bem planejadas. Já as européias, por serem mais antigas, tomam providências para que o carro fique na garagem. Transporte público eficiente e eficaz e taxas caras para a utilização do carro no centro da cidade. Isso ocorre em Londres, por exemplo.    

Acho que eu já disse isso aqui e vou me repetir. Li uma frase que dizia que país desenvolvido não é aquele que o pobre tem carro, mas sim o que o rico pode andar de transporte coletivo. Um casal amigo meu de Londres, a Aline e o Jon, ela baiana e ele inglês vieram passar dois dias aqui comigo no carnaval e a gente andou de metrô aqui no Rio. Falei pra ele que o metrô do Rio tem uma peculiaridade que entre a estação da Central do Brasil e a de Botafogo as composições das duas linhas andam pelo mesmo trilho. A linha um liga a praça Seans Peña na Tijuca até a praça General Osório em Ipanema e a linha dois vai da Pavuna até Botafogo. O Jon até comentou comigo que lá em Londres existem também a District e a Circle Line que também compartilham o mesmo trilho, mas quantas linhas de metrô existem em Londres? Muito mais do que duas certamente. Em Manhattan,  por exemplo, existem inúmeras linhas também que te levam pra qualquer canto não só da ilha, mas dos arredores dela. Em Paris também. Aqui não.

Desde que eu me entendo por gente há um projeto de ligarem a estação da Carioca até, pelo menos a praça Araribóia aqui em Niterói e daqui seguir pra São Gonçalo e Itaboraí. Questão de travessia está insuportável. Como eu disse a ponte já não tem hora pra engarrafar e a barca, quem passa por lá na hora do rush se sente num curral, como um boi indo pro matadouro. Pior fica no verão em que a barca não tem ar condicionado. Já os ônibus eu percebo uma melhora. A frota está sendo renovada e os novos são hidramáticos, com ar refrigerado, piso baixo e com sistema de aproximar ainda mais a altura do assoalho do ônibus a altura do meio fio pra facilitar a entrada de carrinhos de criança e cadeirantes. Ainda falta muito pra que se torne ideal, mas pelo menos quanto a isso estão fazendo um esforço.

Outra peculiaridade que só tem aqui é carro exclusivo para mulheres. Durante a hora do rush há um ou dois vagões onde os passageiros são apenas mulheres. Isso mostra o quanto atrasado somos. Não existe isso em nenhum lugar do mundo, mas aqui, por causa da má educação do povo temos que arcar com todo esse segregacionismo. Se houvesse no mínimo respeito entre o ser humano, nada disso teria sentido.


Mais uma coisa que eu acho bem engraçada é que todo mundo faz parte de uma minoria. Mesmo os negros, que de minoria não tem nada, fazem parte de uma. E todas essas pseudo minorias estão perdendo o senso de humor. Qualquer coisa que os atinja, mesmo sendo uma brincadeira, se mal interpretada por eles é motivo de processo. Aliás tudo é motivo de processo. Tudo é injusto, tudo está errado. Errado é a falta de respeito, é a intolerância, é a incompetência de quem diz representar os interesses de uma população e  no fundo só representa o seu próprio, só legisla em causa própria. Isso é errado. Condições básicas pra população não estão sendo dadas. Que outro país desenvolvido nós vemos filas nos hospitais públicos de condições precárias?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A ÚLTIMA DO RAFA DA BAHIA

A ÚLTIMA DO RAFA DA BAHIA

Estou eu aqui com a síndrome da página em branco. Pensando no que eu deveria escrever quando já era pra ter pensado e estar escrevendo sobre um assunto qualquer. No entanto, nesse exato momento em que me coloco e prontifico a escrever sobre alguma coisa me falta justamente o principal: o assunto.

Isso poderia ser meramente um detalhe. Eu poderia abrir um site de notícias ou o próprio facebook e pinçar uma notícia pra que ela seja ilustrada aqui por mim, mas se eu fizer isso eu fico defasado de modo que eu sempre escrevo de algum lugar do passado. Não tão remoto, mas do passado. Não sei se o assunto que eu abordar aqui no momento em que tento falar sobre será prescrito quando esse texto for publicado cerca de seis meses depois. Ou antes dependendo da referência. A não ser que eu brinque de máquina do tempo e jogue um tema na roda que seis meses atrás estava nas manchetes dos jornais. Ou brinque de Nostradamus e tente fazer umas previsões do passado para o presente, ou melhor, para o momento em que esse texto é publicado.

Não. Não vou me arriscar, não tenho bola de cristal e muito menos um poder de análise que dure tanto tempo. Não sem nem como minha vida vai estar quando esse texto for publicado, mas que eu preciso preencher esse espaço isso e fato. Que assunto eu vou abordar? Não tenho idéia. Ou melhor, até tenho, mas não devo. Poderia falar da última vinda do meu amigo Rafa, que conheci em Londres, aqui na minha casa. Mas pode ser que a última não seja a última. Ele pode ter vindo mais uma ou duas vezes pra cá e tudo ir por água a baixo. Em seis meses muita coisa muda. A não ser que eu pontue a última como sendo a última do ano passado. Aí sim muda-se a configuração e acha-se um assunto a ser comentado. Pronto. Veio. É só a gente começar que o assunto pode custar a chegar, mas chega na grande maioria das vezes.

No ano passado o Rafa, nascido em Itabuna (BA) e atualmente morando em Vila Velha (ES) esteve por três vezes aqui em casa. A primeira foi em abril, a segunda em agosto e a terceira em dezembro. Nessa última veio acompanhado da namorada – espero que continue sendo, senão olha a bola fora da defasagem do tempo – de nome Amanda. Foi a primeira vez que ele veio acompanhado, mas ele também sempre que pode inventa alguma coisa pra fazer aqui no Rio e vir pra cá.

Dessa vez a desculpa foi ela. Ela acabou de se formar em um curso de comissária de bordo e marcou pra fazer a prova na manhã da última segunda feira útil de dezembro passado aqui no Rio. Essa prova é feita no aeroporto de Jacarepaguá, ou seja, a mais ou menos uns cinqüenta quilômetros da minha casa. Digo isso pelo fato de ser mais ou menos a distância do Projac, trajeto que eu fiz durante um bom tempo. Ele até poderia ficar na casa da Roberta, outa amiga nossa, que mora na Ilha do Governador, cuja distância é menor. Mas, devido a sua freqüência aqui em casa e aproximação com a minha família ele preferiu ficar por aqui mesmo.

            A idéia inicial era de que eles chegassem no domingo a tarde e fossem embora na segunda logo depois da prova. Eles chegaram no domingo de tarde, tomaram um banho, almoçaram e fomos numa sorveteria aqui perto de casa. Perto pra gente, pois pra ela qualquer distância com mais de cem passos é longe. Voltamos, passamos na padaria, deixamos o pão em casa e fomos pra Ipanema tentar assistir o show da Blitz. Como dessa vez ele veio de carro, foi de carro que fomos pra lá. Conseguimos vaga rápido, mas paramos perto do posto oito e o show era praticamente no onze. Mas, apesar do percurso longo ela gostou do passeio e do show. Não pegamos o show todo e nem ficamos até o final. Na volta passamos no Starbucks antes de voltar pra casa. Quanto a prova, isso eu ainda não sei informar. Até saberia devido ao delay entre escrita e postagem, mas no momento escrita estamos no domingo em que isso tudo aconteceu

terça-feira, 9 de julho de 2013

CHORANDO SE FOI

CHORANDO SE FOI

Sou uma pessoa muito emotiva. Aprendi com o tempo a controlar as demonstrações das minhas emoções, mas tem vezes que até comercial de margarina me faz chorar. (Só se for pela péssima qualidade do filme. Brincadeira). Sinto um nó na garganta com alguma cena de filme, alguma música, reportagem ou até mesmo uma cena cotidiana.

Em se tratando de filme, um que me faz chorar toda vez que eu vejo é “E.T.”. Da primeira vez que vi chorava de medo mesmo, mas depois, com a maturidade fui entendendo melhor o espírito da história e me identificando muito com ela. Agora choro até mesmo pelo fato de viver uma história muito semelhante a dele. A história de uma amizade linda e que a gente entende que é eterna. Agora que eu estou aqui escrevendo isso que eu estou comparando a cena final do filme com a realidade vivida por mim. No caso o Eliot era o Airton e eu o ET que entrei no avião pra voltar de Londres pro Brasil. Nesse caso, como o Airton não pode me deixar no aeroporto o telefone foi o meio que a gente teve pra se despedir chorando, tanto eu quanto ele. Foi mais ou menos a mesma coisa.

As vezes choro de raiva também, principalmente quando vejo uma reportagem que me revolta onde há agressão a crianças ou idosos. Mas graças a Deus raiva é uma coisa que em mim dá e logo passa. Não fico guardando, remoendo aquilo que sei que vai fazer mal pra mim e depois eu que vou ter que chorar pelo mal que eu mesmo vou me causar. Enterro é outro fator que me faz chorar. As vezes não precisa nem ser de gente próxima a mim, mas o clima de tristeza que fica, a saudade das coisas boas que aquela pessoa nos deixa é o que me faz rolar a lágrima. Fico triste não pelo fato da pessoa ter morrido em si, mas pela falta que ela vai fazer e pela tristeza que deixa a partida dela. Em alguns casos choro por tabela. Casamento por exemplo. Se vejo um dos noivos chorar, já começo eu a fazer o mesmo. Também pelo fato de ali começar um novo ciclo da vida, um ritual de passagem que é emocionante e faz com que me passe o tal filmezinho da convivência com os nubentes.

Isso tudo pra falar do meu sobrinho. Não que ele seja um chorão, pelo contrário, ele até chora pouco. Eu era um manhoso, chorava por qualquer bobagem. Tenho consciência de que fui uma criança chata. Não insuportável, mas chatinha. Meu sobrinho chora só quando brigam feio com ele. Coisa de criança que testa limite. As vezes ele ultrapassa e se dá mal. Isso toda criança faz. Chora também quando cai e se machuca. Se controla melhor atualmente, mas ainda assim as vezes deixa escapar.

Mas o fato que me deixou surpreendido foi quando flagrei ele chorando vendo televisão. A cena era da novela que ele acompanhava. Carrossel. Uma novela que fala do universo dele, a escola, apesar da turma retratada ser um pouco mais avançada que a que ele está cursando esse ano. Na história, a turminha resolve montar uma banda e estavam em busca de um cantor. Um dos alunos, Jaime Palilo é o nome da personagem, que se revelou como um bom gaitista resolve cantar também. A música foi ‘ O Caderno’ interpretada, aquela que diz “sou eu que vou seguir você do primeiro rabisco até o be-a-bá”.


Eu já fiquei com os olhos mareados quando ele começou a cantar na novela, mas tinha que demonstrar força ali, já que meu sobrinho tava do meu lado. Na cena, tanto a professora quanto os outros alunos também ficaram emocionados e isso fez com que meu sobrinho também ficasse. Quando vi os olhinhos dele aí que não me segurei mesmo. Dei um beijo nele como quem diz ‘não precisa esconder o que você está sentindo’ e ele já me afastou como quem diz ‘bobagem’. Não sei se realmente ele sentiu, ou chorou por tabela. Prefiro acreditar na primeira opção. Agora estou aqui, chorando de alegria. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

AFIANDO A LÍNGUA

AFIANDO A LÍNGUA

Estou pensando seriamente em fazer um curso de línguas. Na verdade em se tratando de curso de línguas, a exceção do Inglês, que fiquei anos aqui no Brasil fazendo curso e ainda fiz mais um em Londres durante seis meses pra aprimorar, todos os outros foram auto-didatas, ou seja, eu mesmo peguei o livro e o áudio e meti bronca. Claro que ao contrário de um curso regular, esse tipo não faz com que eu me aprofunde muito. É o básico do básico, questão de aprender o mínimo pra poder se virar já que não tenho vivência e fluência suficiente pra manter uma conversa que não seja em inglês. No entanto me arrisco a fazer isso com umas frases feitas e decoradas desses cursinhos.

Desde quando voltei de Londres decidi fazer esses cursinhos de livraria. O primeiro foi o francês. Cheguei a fazer um curso regular de francês durante uns meses, mas ali já vi que não tinha mais paciência pra ficar em sala de aula escutando ladainha de professor. Até já fiz outros cursos depois dessa tentativa, mas em todos eles eu sabia que ia acabar em determinado dia, ou seja, tinha um prazo e eu me preparava psicologicamente pra enfrentar todos eles. Já tinha portanto uma vontade de aprender a falar francês e lá em Londres, além do meu amigo Airton falar um francês impecável – sem contar o inglês – convivi com a Emma que era francesa e falava inglês com sotaque e eu achava bonitinho. A Aline é outra que fala inglês com sotaque, mas o sotaque baiano. Acho uma gracinha também. A Emma, quando eu me arriscava a falar francês com ela me ajudava com as pronúncias e tinha um pouco de paciência comigo pra entender o que eu queria dizer. Se eu vejo duas pessoas conversando em francês eu entendo, se não todas as palavras, ao menos o teor da conversa.

Depois do francês, a outra língua que resolvi aprender foi o alemão. Por que o alemão? Só pelo fato de eu ao chegar lá e ter que comprar o bilhete do metrô que me levava pro albergue e ao estar de frente pra maquininha, já que não tinha guichê, não entender nada do que estava escrito. O alemão foi bem mais difícil de aprender. Nem sei se aprendi direito. O francês faz mais parte da nossa vida que o alemão. Lembro de algumas palavras soltas, mas se eu der uma checada de leve novamente no livro as estruturas e construções das frases vão se elucidar. Mas certamente é, das três que eu aprendi nesse esquema, a mais difícil. O alemão é tipo o inglês, de modo que a gente não tem referência nenhuma e aprende tudo do nada. Pra quem já sabe inglês, em algumas palavras as duas línguas se assemelham um pouco. Ano passado, como terceira língua, escolhi  o italiano. Como sua raiz também é o latim, assim como o francês e o português, não é tão difícil de aprender. O ruim de se aprender nesses cursinhos é que como eu peguei um que é esquematizado pra se aprender em doze semanas, às vezes eu confundo as línguas já que os temas são sempre os mesmos a cada lição, só mudando em que língua se fala e também não ter com quem praticar, já que sou eu e eu mesmo. Isso também facilita o esquecimento, já que não há convívio e nem conversação com nativos ou falantes dessas línguas.

Dizem que na internet há nichos, blogs, conferências sobre, bate-papos nessas línguas, mas eu também não tenho paciência pra ficar horas e horas caçando um grupo e me disponibilizar pra eles. Agora eu to pensando em fazer outra língua. O mais coerente seria eu fazer o curso de espanhol. Sempre recusei por ser a língua mais parecida com o português. Percebi o mesmo com o alemão e o holandês. É muito semelhante.


Dessa coleção que tenho, além das línguas já citadas e do inglês, que não preciso fazer, tem o espanhol, o chinês, o japonês e o árabe. Eu não vejo necessidade em fazer essas línguas mais diferentes. Na verdade, como eu disse, também não vejo necessidade em fazer o espanhol. Talvez eu relembre ou busque me aprofundas mais nas línguas já estudadas e ficar só nelas. Cinco línguas já é o bastante. É um caso a se pensar.