segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FECHANDO

FECHANDO

É. Chegamos ao fim. Mais cedo ou mais tarde esse dia iria chegar. Essa é a última vez que escrevo nesse espaço. Esse ano. Ou estão pensando que seria assim tão fácil ficar longe daqui. Não aguentaria. Aqui é minha válvula de escape e só não estaria aqui mediante a uma situação extrema, o que não tem sido o caso há mais de uma década.

Nessa última postagem do ano é bom fazer aquele balanço. Em termos pessoais 2013 foi muito bom pra mim. Não tenho do que reclamar. E como disse semana passada, se 2014 for igual a 2013 já vai estar de bom tamanho. Claro que vamos buscar melhorar o que já foi bom. Não pode é piorar. Talvez a maior novidade desse ano, e eu particularmente adoro fazer isso, foi ter conhecido lugares novos e pessoas bacanas e marcantes.

O ano começou com um carnaval voltando pra Sapucaí, a qual não me interessava (e ainda não me interessa) até que pintou a oportunidade de acompanhar a evolução de uma escola de samba nos seu últimos dois meses até a hora do desfile. Com direito a concentração em quarto de hotel a partir do sábado e tudo. Desfilei como apoio de destaque pela Mocidade Independente no domingo. Ao chegar em casa na segunda, recebo uma ligação do meu tio me chamando para assistir ao desfile no camarote da empresa em que ele trabalha vinculada ao Rio, Samba, Carnaval. Pra mim foi um carnaval atípico. Acompanhava escolas de samba até o ano que fui morar em Londres, mas mesmo assim gostava mais de blocos. Ainda gosto. Escolas de samba já não me enchem os olhos, no entanto confesso que a bateria ainda e sempre vai me arrepiar. Bloquinhos eu vou atrás de um ou outro.

Algumas semanas depois do carnaval eu literalmente entrei de gaiato num navio. Pela primeira vez fiz um cruzeiro e pra começar bem fui logo atravessando o atlântico. Saí do Rio no início de março e quinze dias depois estava chegando em Gênova, na Itália, depois de ter passado por Salvador, Recife, Tenerife, Lisboa, Cadiz, Barcelona e Tulon. De lá fui pra Roma, Milão e Londres. Não poderia ter deixado Londres de fora. Ainda dei uma passada de um dia em Bruxelas, na Bélgica, só pra pegar o avião de volta que parou em Frankfurt por causa da conexão de volta pro Rio.

Ainda em Londres recebi um mail me convidando pra entrar num projeto pra ajudar a produzir uma peça de teatro que entrou em cartaz exatamente um mês depois da minha volta, no início de abril. Estreiamos em maio e fomos até agosto com um sucesso grande. No fim da temporada fui conhecer uma cidade que até então parecia ser longe. Vitória, no Espírito Santo. Parentes e amigos novos e antigos morando lá e um clima bastante agradável. Tanto que voltei no fim de novembro novamente e pretendo ainda passar uns dias em fevereiro próximo pra começo de conversa. Também pretendo voltar pra São Paulo, onde passei uns dias em setembro, conhecer outros lugares por aqui e lá por fora.


Enquanto isso tudo estava acontecendo comigo, no Brasil, durante esse ano de 2013 aconteceram alguns fatos que podemos até revisitar alguns no decorrer do próximo ano. A saber: manifestações, revelações de espionagem, prisões de poderosos do caso do mensalão, formação de alianças políticas para tentar uma terceira via, um deputado que despacha na cadeia, médicos cubanos, derrocada financeira de um mega investidor, tragédia numa boate no sul, a volta dos arrastões nas praias do Rio, a invasão de um laboratório pra salvar cachorros da raça beagle, a constância da violência das torcidas organizadas, a censura das biografias ... Seja como for, venha como vier, eu já estou pronto pra receber de braços abertos o ano que se inicia. Que venha 2014. Um feliz, maravilhoso, excelente e impar (apesar de ser par) Ano Novo. 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

CARTA AO PAPAI NOEL

CARTA AO PAPAI NOEL

Querido Papai Noel, não sei se você ainda recebe cartinhas dado o dia em que te escrevo. Aliás, sei que não há mais tempo hábil de colocar essa minha cartinha no correio. Também não sei se você tem mail. Não deve ter tempo em ficar no computador principalmente nessa véspera da véspera de Natal.

Já passa das duas da manhã e hoje é dia 23, ou seja, de acordo com a sua lenda amanhã você monta no seu trenó puxado pelas suas renas e vai entrando de chaminé em chaminé, colocando os presentes nas meias penduradas e sapatinhos colocados nas janelas. Espero que pelo menos o espírito natalino que tento embutir nessa carta chegue de alguma forma pra você, já que a carta física ou o mail não vai chegar mesmo a tempo.

Não sei qual a sua avaliação sobre a minha pessoa durante esse ano, mas te confesso que não foi muito diferente do ano passado. Não sei se de acordo com você eu mereço ganhar um presente bom, no entanto, pelo quadro que se apresentou durante o desenrolar desse ano, acho que presente eu já ganhei. Espero que o próximo ano meus presentes venham e doses homeopáticas como vieram nesse ano. Várias surpresas, na sua grande maioria, calculo que uns oitenta e cinco por cento, boas. Claro, nem tudo é perfeito e os cem por cento é uma meta quase inatingível, mas estamos trabalhando pra isso. E o que eu peço pra você não é uma coisa impossível. É só repetir a dose.

Meu presente de Natal que quero pedir é novamente que aconteçam as mesmas coisas que aconteceram comigo nesse ano de 2013. Não estou dizendo do mesmo modo, do mesmo jeito, ipsis literis, mas digo em termos gerais. Quando as pessoas que eu conheço fazem aniversário e eu coloco uma mensagem no facebook uma mensagem pronta criada por mim, uma espécie de bordão, um mantra, ou seja lá como queira classificar. É exatamente esse mantra que espero que chegue pra mim também nesse Natal e que se espalhe ao longo do próximo ano que chega em poucos dias. Espero ganhar o mesmo que desejo a todos. É um conjunto de palavras que se isoladas já fazem certa diferença,quando juntas e em harmonia cria-se uma áurea de energia muito boa e de certa forma forte também.  

Sorte em todos os projetos nos quais vou trabalhar, nos quais vou me empenhar, seja projeto de trabalho, de viagem, de reuniões e de uniões com pessoas que estejam dispostas a somar comigo, a me ensinar algo novo e que juntos possamos fazer algo que gostamos de fazer e mostrar o resultado final a quem interessar. Saúde pra poder fazer isso tudo. Corpo são, mente sã. Cuidar do físico e da alma. Tentar manter numa constante paralela. Sei que volta e meia uma das duas linhas vai subir ou cair no gráfico, mas tentando manter já está de bom tamanho. Sucesso em todos esses empreendimentos e mais alguns que possam vir a surgir também. Fazer com vontade, com paixão, com disciplina, com vigor e com carinho já é sinal de um bom resultado e bons resultados são sinais de sucesso que por sua vez também pode atrair o dinheiro. A grana é sempre bem vinda, principalmente sendo proveniente do bem suceder. Pra encerrar, peço também muitas, mas muitas mesmo, aos milhões as alegrias que são proporcionadas.
          
          Talvez seja por causa desse mesmo pedido, dessas cinco coisinhas que a sua lenda, Papai Noel, perdura. A sorte de ser passada de geração a geração. Sempre haverá no mundo crianças acreditando em você. A saúde que você tem pra todo ano cruzar os céus, presentear as crianças e realizar os sonhos de boa parte delas. O sucesso que você causa, o impacto da sua figura, o esboço do sorriso de uma criança ao te ver multiplicado em vários lugares. A grana que move essa indústria. Deve ser caro cuidar das renas e manter sua fábrica de brinquedos e sonhos durante o ano. E os milhões de alegrias que você causa em cada embrulho aberto. Um Feliz Natal pra todo mundo.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

RAZÕES DO CORAÇÃO

RAZÕES DO CORAÇÃO

Tem uma marchinha de carnaval que diz assim: “Quem sabe, sabe / Conhece bem / Como é gostoso / Gostar de alguém.” Eu concordo plenamente. Ter alguém pra quem se dedicar faz um bem danado, acho que até desopila as artérias. Claro que se a gente entrar no âmbito dos relacionamentos, todos vão dizer que tem os prós e contras. Isso é fato. E se a gente pesar e pender mais os prós é sinal de que está valendo a pena. Se pender mais pro contra, não insista e parta pra outra. Não adianta ficar dando murro em ponta de faca. Só tente fazer com que seja o menos sofrível possível. O ideal é que a amizade se mantenha quando a paixão acaba. Que quem já foi namorado, casado se tornem grandes amigos. Já que na natureza tudo se transforma, creio que essa é a transformação do amor. Nem sempre dá pra ser assim, às vezes até por outros motivos alheios a nossa vontade, mas, enfim, é a vida.

Eu gosto dessa sensação de borboletas na barriga, de ouvir sininhos no cruzamento de um olhar, na aspiração mais profunda de um cheiro diferente e marcante, numa troca de palavras. Gosto de estar apaixonado, de ser romântico, de idealizar uma longa vida a dois. Acredito no amor, acredito no ser humano, acredito que só o amor constrói, salva, modifica, apazígua, enternece e amolece. Quero descobrir a pessoa ideal, o par certo pra mim. Tenho esperança, fico na eterna busca e acredito piamente que um dia eu vou encontrar alguém que esteja procurando o mesmo que eu, esteja na mesma sintonia, tenha interesses bem similares aos meus e principalmente me ensine muita coisa.

Na minha opinião, pra uma relação ser bastante saudável deve estar sustentada por um tripé e a partir daí as conseqüências se apresentam de modo positivo. E isso não vale apenas pra relação amorosa, mas também amistosa e até laboriosa. O primeiro e provavelmente o mais importante é o respeito. Sem respeito não se vai a lugar nenhum. Saber os limites, as dificuldades, os defeitos do outro e lidar com isso é fundamental pra que uma relação flua de modo perene e orgânico. Em segundo lugar eu destaco a parceria. Mesmo com duas pessoas diferentes a relação pode ser complementar. Acredito que dá pra se fazer uma boa parceria com pessoas de hábitos diferentes. E a terceira é a cumplicidade. Não se deve esconder nada, absolutamente nada um do outro. É confiar mesmo porque se realmente há um envolvimento por trás, não há o que temer.

A vida é uma grande escola. Talvez a melhor de todas onde todos são matriculados assim que nascem e cada um, conforme os moldes da criação, toma suas decisões e arca com as conseqüências. Chega uma fase da vida em que os hormônios ficam em ebulição, nos tornamos super homens, nos sentimos imortais, frequentamos todas as festas, até que conhecemos uma pessoa especial e aí, quando o cupido atinge uma primeira vez ele já começa a aperfeiçoar a mira e vai nos flechando de vez em quando. Nem sempre as setas que nos atingem são certeiras, mas enquanto a mosca do nosso coração não é alvejada, vamos tentando com as outras que fincam nos círculos próximos a bolinha preta.


Dizem que a paixão é avassaladora. É necessário distinguir a paixão do amor. A paixão é condicional, é segregada, é apenas uma atração física que te sacia num momento de carência, desespero ou até necessidade e a pessoa se diz apaixonada. O amor é diferente. Não se ama pela condição de ou em troca de alguma coisa. Simplesmente se ama. E ponto. Ao contrário da paixão, o amor tem que ser visto como um todo. Por isso a dificuldade que eu sinto em me manter amando – estou falando estritamente em termos de relacionamento – alguém. Procuro conteúdo e não forma física. Busco sintonia, freqüência. Como se fosse mesmo uma estação de rádio. Aquela pessoa que se encontra na freqüência que eu defino o meu dial é a pessoa ideal. 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

TOCANDO EM FRENTE

TOCANDO EM FRENTE

Pelo menos uma vez por ano eu me torno um DJ. DJ é a abreviação de Disk Jóquei. Não sei quem deu esse nome àqueles que trabalham selecionando, programando e executando as músicas numa estação de rádio ou numa festa. O Chacrinha com a galhofada dele colocava um chapéu como o de um jóquei e pendurava no peito o disco de um telefone - as gerações mais novas não sabem que telefone um dia teve disco e não apenas teclas – e anunciava as atrações musicais que iam ao seu programa.

Certa feita, na minha festa de formatura, houve um momento em que eu assumi as carrapetas. Tudo bem que o lugar não se encontrava cheio devido o avançado da hora, mas ao escutar os primeiros acordes da música que eu havia separado para abrir o meu set list que devia ter no máximo dez músicas, uma grande amiga se animou e dançou numa pista toda pra ela de início, visto que a empolgação dela atraiu outras pessoas e fizeram um pouco a minha alegria. Como era uma festa coletiva, com todos participando de todas as etapas do processo, inclusive no que tangia a colocação das músicas, acabou que o que coube a mim ficou mais pro final. Lembro que tive uma certa dificuldade na seleção do meu repertório e, principalmente, na sequência das músicas. No entanto, se agradou a uma pelo menos, sinal que tinha surtido o efeito que eu gostaria que surtisse. Ainda tenho vontade de fazer isso novamente.

Sei que dá um trabalho escolher, selecionar as músicas e costurá-las de um modo que a curva de animação da pista de dança não sofra baixas repentinas. Tocar uma música que agrade a grande maioria e que mantenha as pessoas na pista de dança não é pra qualquer um. Tem toda uma técnica por trás disso que eu acho que consigo fazer. Pelo menos consegui na minha única experiência e só tocando música nacional, a que mais consumo.

Uma vez por ano me dou ao luxo de fazer isso. Não de ser um DJ de fato, mas de bolar uma sequência musical que é tocada numa festa. Todo ano gravo um CD com algumas músicas para serem executadas numa festa infantil. Não sei até quando vou fazer isso. A festa em questão é o aniversário do meu sobrinho e nos últimos quatro anos – estava morando fora no primeiro aniversário dele – fiz isso. Claro que as músicas que escolho agradam não só a ele, mas a todas as gerações de convidados da festa. Pelo menos tenho uma vantagem. Como é festa de criança, ninguém presta atenção no que está tocando. Mesmo assim confesso que tenho dificuldade para escolher o repertório principalmente por ser tão vasta e variadas as opções musicais já que cada vez menos foco nas músicas infantis. Aliás, nunca me prendi a esse rótulo.

Existem tantas músicas que não são infantis, mas que cabem perfeitamente numa festa de criança, que reportam a infância de alguém ou que tem esse apelo infantil. Alguns artistas já trabalharam sobre esse tema, como Adriana Calcanhoto e Fernanda Takai. Um exemplo que eu dou é o “Meu limão, meu limoeiro” sucesso na voz de Wilson Simonal. Que eu saiba ele nunca gravou um disco infantil ou com temas feitos exclusivamente para crianças. Mas essa música em particular era a que eu cantava pra ninar o meu sobrinho e ele acabou aprendendo e gostando. Outra que ele aprendeu, mas essa acho que é voltado para o público infantil, foi “Alecrim”.


Meu sobrinho era espectador assíduo da versão brasileira que o SBT fez da novela “Carrossel” e a trilha sonora dessa novela, os dois discos que eles lançaram também tinham essa concepção de misturar não só o gênero musical infantil com outras músicas de outras gerações e os mais variados ritmos. Meu sobrinho não liga muito pra música. Não sei se ainda não foi despertado pra isso, se um dia vai despertar. Mas espero de coração que um dia ele revisite essas compilações e descubra em algumas das 110 músicas pelo menos uma que o faça se sentir tocado de alguma forma. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

EXTRA, EXTRA

EXTRA, EXTRA

É engraçado como a mídia manipula uma notícia pra vender mais. Parece que o compromisso não é com a verdade e sim com o lucro, com a atenção pra curiosidade alheia. Isso é cada vez mais revoltante e me tira a vontade de ler jornais. Mesmo as notícias televisivas me deixam  com uma pulga atrás da orelha e não me fazem crer cem por cento nelas. Acho que o melhor mesmo é você ver e/ou ouvir a declaração da boca da própria pessoa.

Mesmo o disse me disse, que um amigo falou, que o colega disse, por mais que a pessoa tenha a boa vontade de falar sobre alguém quando questionado por um órgão de imprensa, ainda assim é suscetível a deturpações e nunca sai completamente na íntegra e dentro do contexto. Por isso que eu gosto de programas de entrevistas onde a própria pessoa fala o que pensa e sem cortes ou edição. Nesses, quando há, são perceptíveis.

Me lembro de um fato quando eu ainda estava fazendo figuração na novela ‘América’ onde duas atrizes não concordavam com um detalhe da cena. Detalhe esse meramente técnico, que envolvia o figurino de uma delas e que, ali, na frente da gente mesmo que estava na cena com elas, foi apenas uma colocação, cada uma ao seu modo, com a sua interpretação e não passou disso. Lembro que essa gravação foi na segunda e na sexta já havia uma nota no jornal que a discussão tinha sido braba. Bate boca violento a ponto de parecer que as duas atrizes se engalfinharam no set de filmagem. Mentira. Balela. Exagero da parte do jornal. Agora, como é que a notícia saiu no jornal? Será que alguém estava infiltrado no meio dos figurantes? Será que na própria produção de um modo geral tinha um recalcado que tem um contato no jornal e quis mesmo detonar as atrizes?

Eu já começo a desconfiar de tudo. Por isso que não leio mais jornal. Só dou uma passada de olhos nas manchetes. Prefiro mil vezes ler uma coluna, que é diferente. Ali está a opinião de quem escreve e nesse caso não se inveta nada, apenas se observa temas, fatos e se disserta sobre. Nelson Rodrigues já escreveu sobre esse sensacionalismo dos jornais com uma peça chamada “O Beijo no Asfalto”. Me lembro do filme protagonizado por, se não me engano, Tarcísio Meira e Ney Latorraca. Esse assunto é bastante polêmico e comentado. Principalmente pelo fato de se ter criado uma indústria para esse segmento. Coitada da Princesa Diana que pagou com a vida o fato de ser uma celebridade e cuja perseguição dos paparazzi culminou no acidente que causou a morte dela.

Eu não sei por que, sinceramente não me entra na cabeça, tamanha curiosidade pela vida alheia. Parece que a própria vida não está cheia de problemas pra serem  resolvidos. Ainda querem bisbilhotar a vida dos outros e o pior, querer cuidar, dar palpite. Acho isso um absurdo. Ainda na seara de Glória Perez, li meses atrás uma entrevista do Adriano Garib, que interpretou o Russo em `Salve Jorge` dizendo não estar preparado para o sucesso. Hoje em dia, onde qualquer um pode fazer a sua notícia própria e divulgar nas redes sociais, o Garib comentou que uma vez saiu pra ir a um shopping ou restaurante e quando voltou pra cada viu sua imagem exposta em vários sites. Eu mesmo já sofri isso na pele. Uma vez dei uma declaração acerca de um amigo famoso que estava enfrentando uma dificuldade de saúde e quando saiu a nota achei que estava um pouco exagerada. Se bem que a parte que eu falei não era mentira. O exagero estava no resto da nota. Mesmo assim desenhou um quadro que não era fiel ao que realmente se apresentava.   


Notícias vendáveis são o que há de mais absurdo nesse mundo cão em que vivemos. Notas plantadas, bate-boca falsos, disse me disse, isso não é saudável pra quem compra, pra quem vende e principalmente pra quem faz. Abaixo aos tabloides.