terça-feira, 28 de outubro de 2014

COMIDA

COMIDA

Vou falar de um assunto hoje que é a alegria dos gordinhos como eu. Não sei se é doença já que tenho sido acompanhado por uma nutricionista e controlado um pouco a minha alimentação, mas acho que sou gordo mesmo tendo emagracido. Claro que os quilos a menos forma resultado de uma nova conduta alimentar, no entanto, se tem algo que gosto de fazer é comer. A quantidade pode ser reduzida, a qualidade pode ter sido modificada, mas ainda tenho prazer em enfiar o garfo cheio na boca.
Nasci gordo, sempre fui gordo, me acostumei a ser gordo e sempre que vou a um restaurante penso como gordo, mas já não mais como feito um gordo. Antigamente era difícil eu parar de comer mesmo quando saciado. Isso me dava uma sensação horrível deplois durante horas. Agora não. Quando me sinto satisfeito paro de comer.

Quando morei em Londres tive overdose de junk food, ou seja, aquelas porcarias de comida congelada e até mesmo várias idas a cadeias de fast food, que não deixa de ser junk, mas era o que as vezes dava pra comer no dia por falta de grana mesmo. Até que fui enjoando disso e combinei com o Airton de a gente fazer compra descente no mercado e fazer em casa legumes, carnes e às vezes arroz pra comer nas nossas refeições. Bem mais saudável, nutritivo e apetitoso. A carne, por ser cara lá, trocamos por hambúrgueres mesmo. Além de ser mais barato, rendia mais. Às vezes comprávamos filé de salmão, que por incrível que pareça era mais barato que um quilo de carne moída. Quando estávamos com um estoque alto de hambúrgueres nos dávamos ao luxo de comer salmão.

Comida sempre foi o carro chefe pra tudo. Almoço de família aos domingos na casa dos meus avós paternos foi muito bom enquanto durou. Outro sabor inesquecível foi de uma lasanha caseira que eu comi em trastevere, em Roma. O que ela fez comigo de juntar a comida, o clima local, a época da minha vida, não tem descrição.

Comida tem disso. Te reportar pra vários lugares e sabores. Um caso interessante foi o do feijão. Aqui no Rio o feijão que a gente come é o feijão preto. Na minha memória está marcado que o primeiro feijão do tipo marrom que comi foi feito pela minha tia Mirna lá em Três Marias, interior de Minas, quando ela, meu tio Marcos e meus primos moraram por lá durante um tempo. Eu devia ter uns 5, 6 anos na época e até hoje isso ficou como uma memória culinária e afetiva. Outro caso de feijão foi a primeira vez que eu comi um feijão doce. Estava em Miami com minha família e tínhamos perdido a conexão do vôo para o Rio só podendo embarcar no dia seguinte a noite. No almoço fomos a um restaurante em frente ao hotel. Alias, foi a única vez que saímos do hotel já que estávamos sem malas praticamente pois essas já haviam embarcados pro Rio. Ao ver aquele feijão não tive dúvidas e coloquei no prato. Na primeira garfada, um sabor totalmente diferente do que eu estou acostumado. Um feijão bastante adocicado.

           Falar em comida aqui em casa e não falar da Norminha é praticamente cometer um crime. Norminha cozinha pra gente desde os meus 8 anos de idade. Não só fazendo os congelados, mas sendo o bufê de praticamente todas as festas e eventos que a minha famíla faz. Aniversários, 15 anos, casamentos, ela está lá presente, nos brindando com seus quitutes tradicionais como o kibe, a coxinha de galinha e a bolinha de queijo que não é simplesmente uma bolinha, mas uma trufa como ela mesma chama, quanto com suas novidades que esporadicamente aparecem. Tem sempre algo de novo numa festa que ela inventa e traz pra gente. Com a moda dos chefes de cozinha, mostrando suas receitas mirabolantes em programas de televisão e livros, a simplicidade, o tempero e a mão da Norminha, que é o que atesta a qualidade dela, sempre foi o seu diferencial e é por isso que não abrimos mão dela. Agora me dê licença pra fazer uma boquinha.

MEUS DISCOS E LIVROS E NADA MAIS

MEUS DISCOS E LIVROS. E NADA MAIS.

Decisão tomada. Agora não tem mais volta. Há muito já vinha pensando nisso e vi que é realmente o melhor a ser feito. Ao me mudar de apartamento boa parte dos livros que eu tinha foi levado e vendido para um sebo me restando apenas uns poucos e na sua grande maioria coleções. Agora são essas coleções que vão ter fim, não num sebo que não paga bem, mas em sites de classificados da internet onde eu dou o meu preço. Fiz essa separação ontem e ainda falta escolher o melhor site para expô-los. Claro que enquanto há essa procura vou relê-los todos pela última vez e na medida do possível.

Desculpem-me. Disse que fiz ontem e realmente fiz, mas o ontem pra mim não é o mesmo pra quem está lendo. Trabalhamos em espaço-tempo diferentes e sinceramente espero já ter me desfeito de todas as coleções anunciadas. Talvez, no dia em que tiver postado esse texto tenha até sanado a minha dúvida quanto ao anúncio e venda de uma das coleções que por enquanto não está no rol dos que vão ter fim. Adoro ler (e escrever também). Tenho prazer e embarco fácil numa história. O que me dá agonia é ter que ficar acumulando exemplares. Já falei sobre isso aqui. Lugar de livro é na biblioteca e não no meu armário, estante ou prateleiras. Sou daqueles que hoje, com a maturidade, o livro tem que circular e não ficar estocado em algum canto, ali, parado, servindo pra acumular poeira e sendo refeição de fungos e traças.

Além dessa coleção que talvez já não esteja mais comigo, fiquei apenas com uma lançada pelo ‘O Globo’ uns anos atrás, com a do Jô, a do Veríssimo e com uns autografados e mais afetuosos. Das outras já me desapeguei. Consultei um professor de literatura amigo meu pra saber qual o melhor site de revenda de livros. Anunciei em sites de classificados comum, daqueles que vendem até a mãe. Quem sabe ele pode até ficar com algumas dessas coleções, do jeito que ele ama livros...

A próxima etapa é fazer o mesmo com os meus discos. Sou um pouco mais apegado a eles, apesar de já ter me desfeito de vários. E por incrível que pareça é mais fácil desfazer dos discos que dos livros. Os discos você pode gravá-los no computador como arquivos musicais, ou seja, a música vai permanecer contigo apesar de não mais tocar no disco físico. Mas confesso que meu ciúme maior é com meus discos. Até a idéia amadurecer vai levar um tempo, mais tempo que com os livros, mas creio que um dia ela chega.

Ás vezes eu acho estranho alguém que adora ler querer se desfazer dos livros. Uma pessoa que como eu gosta, e até se arrisca a publicar algum de tempos em tempos é uma contradição, mas o que posso fazer? O que me interessa, o mais importante em um livro é o conteúdo, são as palavras, é o que ele traz, é a história que ele conta, o que tem dentro dele, a capacidade que ele tem de te fazer rir, chorar, pensar, viajar, mudar e não a pequena resma de papel com uma capa bem feita que fica junto de outros num armário, estante ou prateleiras que você tem acesso mais facilitado por estar próximo a ele. Não é pelo fato de estar me desfazendo dos poucos que me restam que o meu volume de leitura vai diminuir.

Pela média que se fala nas reportagens eu ainda me considero um leitor que supera essa meta lendo em média de 20 a 30 livros por ano. Nesse ponto quero superar essa meta e ler no mínimo um livro por semana, ou seja, 50 por ano. Sei que tem gente que lê dois ou três ao mesmo tempo. Isso eu não consigo. Se eu pego um, o leio até o fim, mesmo que eu ache chato, monótono e não entenda muito a história, como já aconteceu comigo. Se eu leio a primeira linha tenho que chegar na última.
Como se percebe, eu não quero uma casa no campo. Já não tenho tantos livros pra levar pra uma.  

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

SENTIDO DUPLO

SENTIDO DUPLO

Bigorrilha ou bigorrilhas: indivíduo reles, despresível. Essa definição está no Aurélio. Por que começar com essa definição? Porque não achei a que eu queria, no gênoro masculino. Alguém sabe o que é um bigorrilho? Faço essa pergunta pelo simples fato de existir uma música que fala sobre um bigorrilho. Mesmo não sabendo o que significa, me parece muito prendado esse sujeito indefinido. Atualmente não é qualquer um que come e que saiba fazer mingau. Além disso ele ensina a tirar o cavaco do pau. Também não sei exatamente o que significa essa expressão. Essa música é muito antiga e recentemente num dueto com Ney Matogrosso a Maria Alcina a regravou e ficou muito boa. A letra não passa do que eu já mencionei acima com um seu Antônio e um siri no pau no meio disso tudo. Claro que é de duplo sentido. Só não entendo nem um e nem outro em se tratando dessa música.

Eu adoro essas músicas de duplo sentido. E pena que não se faz mais atualmente essas letras mais salientes. Ou são normais ou pornográficas. Lá nos idos da década de 30/40, Carmem Miranda cantava aos quatro ventos que deu. Essa música é uma marchinha carnavalesca que consta nos meus arquivos. Pra não ir tão longe assim, quando eu era criança, pré-adolescente, tinha um grupo chamado Dr. Silvana e Cia que fez uma música que foi um sucesso e eles seguem se apresentando até hoje em festas voltadas a pessoas da minha geração por conta principalmente dessa música . O nome oficial dela é “Serão Extra”, mas se a gente entoar o verso “eu fui dar, mamãe” quem regula com a minha idade e até os mais velhos vão recordar a música. A mais famosa talvez seja o grande sucesso de Dercy Gonçalves. Quem é que nunca soltou da gaiola a perereca da vizinha? Tem uma outra cantada pela Carmélia Alves que eu também gosto que fala assim: “Trepa no coqueiro, tira coco, gip gip, nheco nheco, no coqueiro orirá.” Gip gip nhco nheco no coqueiro todo mundo imagina o que seja.

Hoje em dia se perdeu muito a inocência das coisa. Talvez por isso não se faz músicas de duplo sentido. Aliás o cenário musical carioca está fadado a músicas de dupla penetração. Essa vulgaridade principalmente difundida pelo funk, vide o tal “quadradinho de oito”, do creu em velocidade cinco e de outras músicas (se é que se pode chamar isso de música), está disvirtuando as pessoas desde cedo. Jovens a partir de 13 anos ou menos já escutam coisas do tipo “tô ficando atoladinha”.

Sou absolutamente contra todo e qualquer tipo de censura, mas acho que deveria haver um bom senso que parta dos responsáveis sobre essas crianças. O que elas vão fazer com o futuro delas? Mais crianças? Antes que alguém me atire a primeira pedra, eu não condeno o funk como estilo musical. Apesar de não gostar desse funk que aí está, o respeito e admiro como movimento. Funk pra mim vem lá dos anos 60/70 com James Brown lá fora e Tim Maia que por ter morado lá trouxe pro Brasil e difundiu mais ainda esse ritmo aqui dentro.

Claro que como o rock, o funk tem as suas vertentes e variáveis. Pelo que ouço (por tabela porque meu irmão adora e volta e meia sintoniza na rádio que toca esse tipo de música) atualmente a base do funk é uma só. Isso significa que qualquer um pode compor um funk, cantar e ter a sorte e ficar estourado e conhecido pelo menos nos seus domínios territoriais. Se alguém souber de algum funk de duplo sentido mande cartas para a redação ou comente no espaço reservado pra isso logo abaixo dessa postagem.


Confesso que já gostei de funk. Lá no início, nos primórdios do funk brasilquando a gente podia escutar coisas engraçadas como a melo do bêbado, a feira de acari ou a melo da mulé feia que era uma tradução livre de uma música americana eu achava interessante, mas as letras que se apresentam atualmente são intragáveis. Se pusessem uma letra mais consistente, quem sabe minha ojeriza contra o funk acabe.

APLICANDO BEM

APLICANDO BEM

Cerca de 40% das pessoas que tem telefone celular usam o chamado smartfone com sistem IOS ou Androide. Tem um outro que eu não sei o nome que são aqueles telefones que tem teclado tipo o do computador no próprio aparelho. Eu já tive um desses antes de adquirir um com sistema andróide. Pra quem ainda não sabe,tudo o que o sistema andróide faz o IOS faz também. A diferença é que o sistema IOS é de propriedadeda Apple, ou seja, de quem tem IPhone, IPad e outros “I” da vida. Já o androide está em todas as outras marcas de aparelho celular que não o IPhone da Apple.

Nesses telefones você pode incluir vários aplicativos que ajuda a resolver ou a entender várias coisas. Facilita pra muita gente, menos praqueles que tem dificuldade de se entender com a tecnologia, ou seja, são uma negação no que diz respeito a evolução digital. Algumas postagens atrás, disse que meu sobrinho ganhou um celular no Natal passado. O dele também é andoide e também baixa jogos e aplicativos.

Tem um que eu gosto muito e que está me fazendo falar menos e escrever mais. Pra mim é a invenção da década. Não existe, pelo menos até o momento outro aplicativo que na minha opinião substitua esse assim como o facebook fez com o Orkut. Particularmente não gosto de ficar acumulando redes sociais. O último a ser desfeito foi o instagram a exemplo do twitter, do próprio Orkut e do MSN. Quem quiser se comunicar comigo pode fazer por mail, facebook ou skype. Esses trê programas eu também tenho como acessar pelo meu aparelho celular andróide. De modo que nesse também existem outros aplicativos como o do meu banco, do jogo que gosto de jogar e o whats app. São os três que mais acesso sendo esse último o campeão.

O whats app é um aplicativo de troca instantânea de mensagem sem que o valor dela seja cobrado na conta. A única exigência é que haja sinal de internet, uma conexão online, seja cedido pelo próprio chip da operadora ou por uma rede wi-fi,caso o aparelho seja habilitado a ter um. Convenhamos que ter um smartfone sem acesso a internet, é melhor ter um aparelho básico que apenas faz e recebe chamadas telefônicas e no máximo mensagens regulares também. Mas pra quem gosta de utilizar a tecnologia para o bem e facilitar mais ainda a comunicação, o acesso ao whats app é uma mão na roda.

Assim como os perfis do facebook, esse aplicativo também dá pra reunir vários números de pessoas e formar grupos. Dessa forma uma mensagem quevocê manda de modo não individual, todos daquele grupo podem ler e responder. Eu, no momento que escrevo esse texto, tenho três grupos. O da turma do meu prédio, o da turma dos projetos de trabalho e o da família. E não só mensagens, mas podem ser enviados vídeos, links e músicas ou arquivos sonoros, inclusive osque você pode criar. Sim, há uma espécie de gravador de voz, onde ao invés da mensagem escrita pode se deixar a mensagem falada. Meu sobrinho que estar aprendendo a escrever, quando lembra de usar o whats app só o faz através desse recurso.

Outra vantagem é que não há limtes, não há fronteiras. Se você conhece alguém que mora no Japão e tem o aplicativo no telefone, pode trocar arquivos e mensagens a vontade. Faço muito isso com meus amigos que moram fora do país ou em outros estados. A redução da conta telefônica também fica muito perceptível. Confesso que não sei se esse aplicativo pode ser baixado no computador ou no tablet. Tenho quase certeza que não já que as pessoassão adicionadas através do seu número de telefone.


Apesar de isso estreitar ainda mais as realizações interpessoais e até profissionais, ainda sou a favor do contato físico, do estar junto, do compartilhamento do mesmo ambiente. O olho no olho é essencial, fundamental, principalmente nos tempos atuais onde é cada vez maior o número de pessoas que se isolam.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

ACOMPANHAMENTO

ACOMPANHAMENTO

Em algum lugar do passado, acerca de dois anos ou um pouco mais, eu decretei o óbito de um companheirão meu. Parceiro de todas as horas, o primeiro e mais especial dos que me acompanham até hoje e pela vida afora. O primeiro talvez não, lembro de pelo menos um anterior, mas que foi o mais especial, que eu tive mais carinho isso é verdade. O conheci em Londres, ele rodou a Europa comigo e veio pro Brasil durando mais um bom tempo. Na postagem passada eu falei das minhas caminhadas. Não digo que tenha sido ele quem começou isso, mas com certeza deu uma revolucionada no modo como se escuta uma música atualmente, principalmente com esses aparelhinhos.

Estou comentando sobre o meu MP3. Esse que disse ser especial, apesar de não ter mais utilidade, ainda mantenho guardado na minha lata vermelha. Se fosse outro qualquer já teria dado fim. Ou jogado no lixo, ou dado pra alguém que quisesse fazer bom proveito dele. Ainda terei coragem pra fazer isso, mas enquanto ele não me incomodar  e não tiver tirando espaço de alguma outra coisa que funcione dentro da lata vermelha, vai permanecer por lá.

Esse já foi substituído várias vezes, afinal, enquanto caminho vou cantando. As pessoas que por mim passam e percebem isso podem me taxar de louco. Quer saber, não to nem aí. Canto mesmo. Não dizem que quem canta seus males espanta? Aproveito a caminhada pra espantar todos os meus. No outro apartamento tinha um aparelho de som dentro do banheiro, estrategicamente colocado para durante os mais longos tempos que passamos em um, podermos escutar uma musiquinha. Depois da mudança só o banheiro da suíte dos meus pais que mantém essa idéia por causa dele que não perdeu esse hábito, o mantendo apenas durante o banho quando esse é demorado. Eu, além de ouvir, cantava no chuveiro também. Pra sorte minha a pia e a privada não tem ouvidos e muito menos tecem ferrenhas críticas não só sobre a minha voz quanto também sobre o meu repertório musical executado naquele aparelho.

Falando nisso, o set list do MP3 que me acompanha é bastante seleto. Teve épocas, principalmente com esse aparelho considerado especial, que o número de músicas girava em torno de 500. Hoje não. A minha idéia é botar cerca de 70 e ir mudando o repertório de 2 em 2, no máximo 3 em 3 meses. Às vezes não dá certo pela minha preguiça de ficar escolhendo as músicas até pelo fato de meu acervo aumentar esporadicamente. Ano passado, por exemplo, teve um repertório que custou a sair. Ficou praticamente durante o ano todo. De acordo comas mudanças sazonais, as músicas acompanham mais ou menos a época. Os primeiros meses do ano sempre serão voltados aos sambas por conta do carnaval. Depois outros ritmos tomam conta como o rock, o jazz, os antigos sucessos – falo da década de 50 - , os da minha infância, enfim, vários tipos de repertório. Só não toca mesmo as músicas que hoje estão no topo da parada, aliás, essa eu escuto por tabela quando vou a uma festa. É através das festas, do que os outros estão colocando pra tocar que me intero sobre o que está rolando pelo mundo, ou melhor, sobre o que está chegando no Brasil.
            
            Uma vez, falando através do Skype com o Airton lá em Londres, como fundo musical estava tocando as músicas da única estação de rádio que escuto e ele se amarrou. Toquei nesse assunto porque há um delay entre músicas que saem em Londres, por exemplo, e as que tocam em outras rádios por aqui. Tem um atraso de até 6 meses entre o sucesso da música lá e o estouro da mesma por aqui. E é com meu companheiro de caminhada me dando overdose de melodias, notas musicais e vozes marcantes que não são novidades nem pra mim e nem pra ninguém que continuo ouvindo músicas selecionadas por quem vos escreve não importando também por qual aparelho são executadas.