domingo, 31 de janeiro de 2016

ESSE ANO NÃO VAI SER IGUAL AQUELE QUE PASSOU

ESSE ANO NÃO VAI SER IGUAL AQUELE QUE PASSOU

Semana que vem é carnaval. Confesso que isso já significou mais pra mim. Carnaval era a principal festa do meu calendário. Reveillón era a segunda. Pode até ser que ainda seja, mas não como a alguns anos atrás.

Desde um carnaval que passei em Curitiba, devido ao casamento do meu primo, não brinco mais o carnaval como antigamente em que eu ficava horas na rua pulando de bloco em bloco. Velhice, maturidade? Não sei. Ainda gosto do carnaval, acho legal, acho bonito e democrático, principalmente aqui no Rio, no que concerne o carnaval off Sapucaí. Mas fazer maratona de blocos já está sendo demais pra mim. Atualmente escolho um ou outro bloco pra ir, curto e vou embora. Tá. No máximo ir de um bloco pra outro. Não sei quantos carnavais isso vai durar, se vou voltar a ser aquele folião de antigamente ou se vou cada vez mais selecionar o que fazer durante o carnaval.

Me lembro – já contei isso aqui em algum lugar do passado – que quando estava morando em Londres e passei o carnaval lá, meus companheiros de casa não estavam me reconhecendo de tão deprimido que eu estava. Tive que me contentar com duas horas de marchinhas de carnaval no Guanabara que era uma casa noturna brasileira no centro de Londres. Também já tive a fase Sapucaí. Assistia a tudo, acompanhava o desfile das escolas de samba, sabia todos os sambas das safras até o ano em que fui morar em Londres. Se bem que nos últimos anos eu já nem estava empolgado com isso. Já deixava as escolas de samba meio de lado pelos blocos. Mas, como era tradição ganhar o disco das escolas de samba, a mantive até o Natal que não passei aqui.

Na infância, carnaval era sinônimo de viagem a Saquarema, até a primeira vez que pisei na Sapucaí. Minha mãe diz que quando ela estava grávida de mim, no carnaval, uns dois meses antes de eu nascer, eu pulava bastante dentro da barriga dela num baile que ela foi. Agora temos o bloco da família no qual eu faço parte da ala dos compositores que todo ano tem um tema específico. Não brinquei os dois primeiros anos, apesar de ter um samba meu no segundo ano que fez sucesso no desfile. Depois comecei a participar e me envolver mais com o bloco propriamente dito.

Nunca fui de me fantasiar. Sempre saí nos blocos a paisana, normal, as vezes com um adereço ou outro, mas nada além disso. Até que uma vez fui parar no Cordão do Boitatá, um bloco parado que acontece todo domingo de carnaval na Praça XV. Um verdadeiro baile de carnaval ao ar livre onde todos se juntam e se misturam. Crianças de nove meses a idosos de noventa anos que ainda brincam carnaval. Nesse eu ainda faço questão de ir e, se possível, fantasiado. Ainda tenho duas vestimentas que servem como fantasia. Uma foi um pedaço mesmo e que eu devo usar na próxima vez que eu for no Cordão do Boitatá.

Também costumo fazer o pré carnaval em Niterói e os quatro dias de folia pelo Rio. Se bem que esse ano está tendo um pré carnaval desde o reveillón. Eu não sei o que vou fazer nesse carnaval, quer dizer, até já devo estar sabendo quando essa postagem estiver no ar, mas no momento em que rascunho esse texto não tenho a menor ideia do que vou fazer esse carnaval. Só sei que de alguma forma eu vou botar o meu bloco na rua, mesmo que seja o bloco do eu sozinho.


Tem gente que acha que carnaval é sinônimo de sexo ou bebedeira ou os dois juntos. Passo longe desses que ficam caçando no meio do bloco. Isso pra mim não é carnaval. São quatro dias de folia e brincadeira. É uma festa, a maior festa e ainda mais importante festa pra mim, pelo menos até esse ano. Não sei o que vai ser no próximo. Cada ano é diferente do outro ou conhecendo blocos novos ou fazendo folias inéditas. Só espero que o carnaval não seja tão cedo quanto esse ano.   

sábado, 23 de janeiro de 2016

MUDANÇA DE TEMPO

MUDANÇA DE TEMPO

Não sei se isso acontece só comigo, mas de um tempo pra cá sinto que o próprio tempo está encurtando, passando mais rápido, correndo, voando. Pode ser que isso seja diretamente proporcional as responsabilidades e compromissos que a gente acaba adquirindo conforme vai ficando mais velho e quanto mais a gente tem o que fazer, menos tempo a gente tem pra realizar.

Quando a gente é criança o tempo fica a nosso favor. Até uma certa idade são só quatro horinhas na escola, o que pra uma criança pode parecer uma eternidade. E algumas outras em atividades como futebol ou natação. O dia parece bem mais longo, rentável e proveitoso e realmente era. Não tenho o que reclamar dessa fase. Aliás, acho que criança nenhuma reclama dessa fase. Depois começam as mudanças e já com onze anos mais ou menos a grade curricular da escola muda, o horário aumenta e as responsabilidades aparecem. Época de procurar um curso de inglês e/ou levar o esporte mais a sério, enfim, já não é mais tão longo o dia. Tudo fica mais limitado, mais regrado, mais engessado.

Chega a fase do vestibular e aí que a gente começa a se dar conta do tempo, até pelo fato da gente correr contra ele. É a primeira etapa da vida que a gente diz que não tem tempo pra mais nada. E quando se começa a trabalhar e o trabalho se intensifica aí que o tempo se mostra cruel, um carrasco que se voltou contra a gente que o criou. É a criatura contra o criador. E a nostalgia toma conta da gente.

No meu tempo – olha ela aí – não existia celular, computador e consequentemente nem whats app e nem google. Tablet era vídeo game e portanto não era individualizado. Video game dá pra jogar junto. Tablet cada um tem o seu. Pode até ser que tenham jogos que não sejam individuais no tablet, mas é difícil ver alguém compartilhar um joguinho no tablet. Pesquisa tinha que ser feita na biblioteca ou na enciclopédia Barsa que todo ano era vendida atualizada por um sujeito que ia de porta em porta oferecer.

Outro dia li uma reportagem que em um dos países nórdicos, não lembro se Finlândia ou Noruega, estão abolindo a caligrafia para alfabetizar as crianças. Achei isso um absurdo. Como uma criança pode ler e escrever sem pegar num lápis? Como ela vai criar sua própria assinatura nos documentos? Que tempo é esse onde enquanto uns evoluem a ponto de abolir a caneta outros recrutam crianças pra participar de um exército fundamentalista que cortam a cabeça de um humano e o mata como se fosse uma galinha ou um porco? Tempo é uma faca de dois gumes que serve para o bem ou para o mal. Ou nem um e nem outro.

Tenho um amigo que se acha o dono do tempo e por isso tem problemas. Eu o entendo perfeitamente. Eu tenho um pouco disso também, mas no meu caso é totalmente controlável. Eu domino esse defeito e ele não. Tempo sempre vai ser um assunto recorrente, nunca vai sair de pauta e espero que eu continue tendo tempo de me dedicar um pouco a esse meu espaço. Sei que nessa temporada de 2016 ainda não cheguei a minha forma ideal na escrita e dou dois motivos pra isso. O primeiro é que o ano está começando e isso a prática, ou a retomada dela, vai sanar. O segundo é que eu estou meio sem tempo, mas isso também será resolvido em breve.

           Por falar em tempo, pelas minhas contas e pelo calendário, nós já estamos entrando na última semana de janeiro. Logo logo é carnaval e os blocos já estão na rua. E pensar que faz um mês estávamos nós com nossas famílias celebrando a noite de Natal. E num piscar de olhos daqui a pouco já é semana santa, depois virão as festas juninas, olimpíadas, eleições e não vai demorar muito pro ano acabar. Por isso que dizem que o tempo é implacável.    

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

BATERIA FRACA

BATERIA FRACA

No momento em que rascunho esse texto eu estou morto. Não no real sentido da palavra. Morto de cansado. Poderia estar dormindo. Deveria, na verdade. Mas tô aqui, lutando contra o sono só pra poder escrever esse texto.
Passo por um momento raro. Talvez uma consequência do que escrevi na semana passada. É raro eu sentir isso, mas tô meio deprê, meio pra baixo, com uma baixa auto estima. Pode ser que seja um volume grande de trabalho e que eu já não estou dando conta de realizar com uma delicadeza, uma dedicação. Tô começando a deixar tudo no automático e quase querendo surtar, chutar o balde. Mas sei que isso é fase e vou passar por cima disso tudo.

Não sei se posso chamar isso de depressão porque o volume atual de trabalho não me deixa ficar na cama comendo potes de sorvete. Mas lembro que fiquei assim uma vez. Eu tava no terceiro ano, era uma segunda feira, dia de aula de matemática e depois que eu cheguei da escola comecei a fica assim, com vontade de chorar, com o psicológico abalado. E eu nem estava trabalhando na época. Agora fico aqui imaginando uma coisa. Será que é influencia do tipo de trabalho que escolhi fazer, que gosto de fazer? Será que esse ciclo está acabando? O que falta eu tentar fazer agora? Ser astronauta?

Não, não ganho bem. Dá pra pagar meus caprichos, mas não pra viver bem. Será que devo me valorizar mais, de cobrar mais caro pelos meus serviços. Não sei fazer isso. Não sei me ver como um sabonete na gondola pronto pra ser consumido. Não sou um produto, não sou uma máquina. Sou humano com qualidades e defeitos, com altos e baixos, com desejos e manias. Sei que a qualquer hora vou transbordar. Acho que nos últimos dez anos isso aconteceu duas ou três vezes no máximo. Não sei o motivo desse estado de humor. Reitero que isso é fase.

Já tô até ficando mais animado agora. Precisava estar dormindo, mas a prática da escrita nesse meu espaço tá servindo pra me dar um up, pelo menos no momento. Será que isso é químico? Será que é falta de serotonina? Será que meu organismo está tentando me avisar de alguma coisa? Será que eu estou estafando? Não. Sou muito novo pra isso. Se bem que pra isso não tem idade certa. Uma boa noite de sono também ajuda a levantar o astral. E eu aqui perdendo preciosos minutos pra terminar esse texto . Voltei pro zero a zero. Aquele up de momentos atrás está sendo vencido pelos bocejos de sono. Preciso dormir. Amanhã vou acumular cansaço e vou ficar mais perto de transbordar. Vai continuar a aumentar a minha baixa auto estima. Não devo esmorecer.

Como diz a letra da música, preciso levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Sempre foi assim, depois da queda o reerguimento. E lá vamos nós. Pra onde? Sei lá. Tô precisando respirar novos ares, espairecer. Acho que tô entrando num ciclo vicioso. Não, não é verdade. Eu tô sem tempo pra mim. Não estou conseguindo fazer as minhas coisas. Só voltado pro trabalho. Isso já me incomodou uma vez e foi um dos motivos que me fez sair de um trabalho no qual fiquei três anos. Não é o caso. Agora é diferente. É por temporada. Passa, acaba, termina. É ruim isso. É chato, mas essa é a vida. Encontros e despedidas.


Falando nisso vou me despedindo de vocês agora. Vou dormir um pouco. Não vai ser o suficiente ainda, mas tenho que repor energia que já tá baixa. Sabe carga de celular quando está no vermelho? Sou eu agora. Vou me plugar pra dormir e ficar com metade da bateria funcionando. Pelo menos vai ser o suficiente pra passar o resto do dia amanhã. Só não posso deixar a carga acabar totalmente. Aí já é demais. Teria que trocar a bateria e ela ainda tá muito nova pra ser substituída. Vamos mantendo o nível de carga no cinquenta por cento até pintar oportunidade de recarregá-la totalmente em breve. 

sábado, 9 de janeiro de 2016

MEU ERRO

MEU ERRO

Sabe aquela frase que diz: “Se arrependimento matasse...”. Essa semana eu tô me sentindo assim. Não que eu tenha prejudicado alguém. Me arrependi de ter feito uma coisa e ter o trabalho de refazer pelo menos boa parte dele. Eu tô cabisbaixo por ter um trabalho extra que por uma falta de atenção minha terei que refazer. Isso por um lado me faz sentir a pior pessoa do mundo. Por outro lado isso pra mim é edificante, é um aprendizado, pois também segundo e seguindo o dito popular é errando que se aprende.

O que me deixa mais pra baixo é que isso de alguma forma me prejudique apesar de ser um erro totalmente contornável. Quando eu disse que ia me prejudicar, de certa forma, financeiramente sim. O que me preocupa é se isso vai me prejudicar profissionalmente, se por conta desse erro vão me taxar de irresponsável pra baixo. É isso o que eu mais temo. Geralmente as pessoas lembram dos erros do que dos acertos. Por outro lado não é prejudicial. Isso não vai atrapalhar em nada o andamento e o cronograma do produto final. Talvez atrase um pouco – uns 2, 3 dias no máximo – a parte de divulgação. Não vai passar disso.

Lembro de algumas outras situações que me deixaram assim e umas eu nem me senti culpado ou arrependido por que eu só estava junto de quem não deveria. Essa época também, pouco mais de 10 anos atrás. Eu tava sofrendo mais do que tô essa semana, onde tenho certa culpa no cartório. Eu não quero prejudicar ninguém, pelo contrário, quero somar, quero ser parceiro, vestir a camisa e mesmo que haja escorregões como esse, se o erro for meu, cabe a mim assumir e consertar, como dessa vez.

Sou humano, passível de falhas como qualquer um. Ninguém é infalível. Mas é difícil lidar com falhas dos outros e nossas também. Não julgo ninguém por conta disso. Cada um é cada um com suas idiossincrasias, defeitos, qualidades, preocupações e manias. Dá pra se resolver, pelo menos nesse meu caso, de forma amigável, civilizada sem maiores consequências ruins. Na verdade eu estou criando um monstro. Pode ser que quando esse problema se mostrar não seja tão monstruoso como estou criando. Ele ainda não se mostrou e pode ser que nem se mostre, mas eu já tô armando um plano B pra quando o problema se mostrar. Vamos ver se ele vai ter o tamanho de um dragão ou de um camundongo. Financeiramente vai me dore no bolso. Poderia não ter esse gasto extra, mas também eu tenho que pagar pelos meus erros e o pagamento vai ser em dinheiro que pode voltar a qualquer hora (ou não).

Enfim, eu aqui elucubrando uma coisa que só vou ver sua dimensão amanhã. Precisava desabafar, mas o desfecho vai se dar amanhã. Vamos ver se a cabeça vai pesar mais ou menos, ou melhor, se a culpa vai pesar mais ou menos. Mesmo que se resolva ainda vou ter uma pontinha de remorso por ter feito uma coisa errada. Não que seja errada, mas fora de certos padrões. Tem certas coisas que não podem sair do quadrado. A gente nunca vai ver, por exemplo, uma parada militar com os sodados de bermudas e sandálias. Digamos que eu estou tentando desfilar com uma calça que não seja do uniforme, apesar de ser da mesma cor. Será que passa? Será que o general vai reclamar? Se ele reclamar será com toda razão, mas pode ser que deixe passar também. Essa pré tensão me consome. Eu sei que atropelei uma etapa, que não é prejudicial pro todo, e vou pagar pelo meu erro de alguma forma.

Ainda vou ficar me consumindo por mais 24 horas até tudo ficar resolvido. Descobri agora o motivo dos meus poucos fios de cabelo branco. Ainda bem que esse tipo de preocupação não é tão frequente.


No fim nem precisou de refazer nada. Lembra do que falou um ex presidente quando tomou posse: “Esqueçam tudo o que eu escrevi.”. Pelo menos desabafei. 

domingo, 3 de janeiro de 2016

RETOMANDO


RETOMANDO

 

É tão estranho depois de mais de seis meses sem produzir um texto, pegar novamente nessa agenda pra retomar esse habito tão gostoso, tão comum meu que às vezes me pego pensando, será que vai dar certo? Estamos começando o ano de 2016 e eu ainda insisto nisso.

Pensei sinceramente em parar. Na verdade ainda penso e até já me estipulei um prazo que pode ser prorrogável já que gosto de fzer isso, mas ultimamente tem me faltado tempo. Se bem que parar uma meia hora pra escrever de vez em quando não é tão desgastante. Até pelo fato da minha produção tesxtual ser quase que industrial.

O recomeço é meio lento. Eu ainda tô pensando em como dar um ponto final nesse primeiro texto de 2016, do ano olímpico no Rio de Janeiro. Isso poderia ser um bom assunto, mas não quero logo de cara falar disso. Esse texto é um texto de ressaca do ano novo. Ainda estou arrotando comidas natalinas. Desculpe o palavreado.

Podemos falar sobre os prognósticos desse ano que chega todo esportivo. Não sou economista, apesar de saber que essa crise está longe de acabar. Portanto, prognóstico econômico nem precisa fazer. Já o político, esse pode mudar a qualquer hora. Sempre tem um rabo preso que fica amostra. Vou me ater aos pessoais.

Espero sinceramente que esse ano seja melhor do que o que acabou. Não que 2015 tenha sido ruim. Pelo contrário. O volume de trabalho foi bem grande e tomara que aumente mais ainda nesse ano. Fiz trabalhos bons com pessoas ótimas. Aprendi muito e me diverti muito também. Esse ano que acabou foi o início da consolidação do que eu gosto de fazer. Pra quem trabalhava em duas companhias teatrais, os Objetores e o NEPAC, trabalhar também com a Lobianco Produções e com a Cia de Repertório Musical do Marcello Caridade fez com que dobrasse a minha seara e com isso meus contatos e futuras indicações de trabalho. Por isso disse que quero que aumente esse volume. Acho que estou indo pelo caminho certo. Pelo menos por enquanto tem dado certo. Espero que continue.

Como eu já disse, esse ano os olhos estarão voltados pras olimpiadas e com isso, juntamente com essa crise, a cultura é a primeira a ser cortada da cesta básica, se é que a cultura faz parte da cesta básica. Sinceramente acho que nunca fez. E olhando por esse prisma é que o caminho que eu acho certo é também tortuoso. Mas como pode se escrever certos por linhas tortas aqui vou eu mais uma vez seguindo o meu caminho.

Outro prognóstico que eu faço pra esse ano é o de uma viagem. Não consegui fazer isso ano passado devido ao volume de trabalho, mas tô me programando pra viajar em abril. Também não sei se vou conseguir que seja em abril. É certo que vou. Também não sei pra onde se não for em abril. Provavelmente também -  já virou um hábito – uma passada em Londres.

Viu como é difícil a retomada? Uma coisa meio desconexa, meio sem pé nem cabeça, meio atordoado, meio sem direção. Mas com a volta da prática da escrita vamos construindo textos e mais textos que realmente fale de alguma coisa e não esse papo de bêbado, de gente que ainda tá de ressaca do reveillón.

Início de ano, retomada de textos, tem muita coisa boa vindo por aí. Provavelmente deve ter muita coisa ruim, inclusive alguns dos meus textos que, como esse, não vão dizer nada com nada.

Se na minha vida pessoal, no caminho que eu escolhi seguir tem dado certo, estou sendo feliz fazendo o que eu faço, o resto é consequência. E foi essa consequência que aumentou no ano passado. Agora é colher os frutos e fazer nova semeada pra poder a cada ano aumentar a minha safra de trabalho. E vamos trabalhar em 2016. Feliz ano novo com trabalhos novos.