sábado, 28 de maio de 2016

ATOCHA PRA TOCHA

ATOCHA PRA TOCHA

Não demora muito e daqui a pouco, em agosto, começam as olimpíadas do Rio. Onde você estava quando foi anunciada a cidade como eleita a receber os jogos olímpicos? Eu lembro perfeitamente. O dia do anúncio foi o dia em que cheguei de volta de Londres. Dois de outubro de 2009. Eu estava desfazendo as malas e retomando o espaço do armário que me tinha sido tirado enquanto eu estava fora. Foi um dia que marcou muito a minha vida. Sabe aquela música do Erasmo e Roberto chamada “O Portão”?. Vivi parte daquela letra. Se passou um ano e tudo continuou no mesmo lugar. Nada tinha mudado. Só nos mudamos de apartamento dois anos depois.

Lembranças a parte, voltemos ao assunto olimpíadas que é o mote principal dessa postagem. Creio que o Rio está seguindo o exemplo de Barcelona que se transformou pra receber os jogos. Eu fui pra Barcelona duas vezes já e adoro aquela cidade. Acho que tem muito o clima do Rio, não só de temperatura, mas de ambientação, de população. Não sei antes, mas depois das olimpíadas de 92 Barcelona se tornou um destino bem requisitado pelos turistas na Espanha. O Rio por si só já é um destino pra turista pela sua beleza natural. Com as obras olímpicas alguns pedaços da cidade também estão passando por grandes mudanças.

Pode até piorar o transito, como a derrubada da via perimetral que deu um nó ou as obras de implementação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na zona portuária e na avenida Rio Branco. Só espero que não sejam obras pra turista ver e funcionem podendo ser utilizados com qualidade sem as reclamações dos usuários dos trens e das barcas. O BRT Transcarioca, Transbrasil e Trans não sei o que mais, até pouco tempo atrás só atrapalhavam o trânsito ou por não estarem prontos ou por sempre darem problema. Essas coisas eu não vi em Barcelona, mas lá as olimpíadas já passaram e aqui ainda vão passar.

A discussão sobre a qualidade da água nos eventos testes da Baia de Guanabara ano passado só constatou que algumas das metas não foram atingidas . A Baia de Guanabara como a Lagoa Rodrigo e Freitas continuam com uma água de não muito boa balneabilidade. Não me lembro se as regatas em Barcelona foram disputada na praia, mas quando estive lá e andei de golondrina, uma espécie de catamarã, não vi nenhuma poluição na água. Agora to me lembrando que passamos por uma marina pra ir a praia, ou seja, provavelmente foi isso mesmo. De qualquer forma o mar não estava poluído. Já a marina tenho que ver em foto, mas acho que segue o mesmo padrão de limpeza.

Se há um programa de despoluição da Baia de Guanabara em andamento, por que não manter antes e depois dos jogos? Apesar de isso ser um esforço de todos, os governantes não têm que executar esse programa especificamente pras olimpíadas . Aliás, nem esse e nem outro. Não é necessário que se tenha uma competição olímpica pra que se deixe um legado pra cidade.

Por uma questão de planejamento urbano o Rio e Barcelona estão pareando. Outras cidades como Londres, Atlanta, Pequim (acho que essa tá mais pendendo pro Rio, mas bem mais a frente) já eram cidades que tinham uma certa estrutura e só fizeram alguns ajustes construindo uma coisa ou outra. No entanto a infra estrutura já estava toda montada.


Aqui temo pelos elefantes brancos como os dos jogos pan americanos que tiveram instalações como o velódromo, todo destruído e outras instalações que por falta de manutenção também tiveram que passar por uma reforma, como o parque aquático Maria Lenk. E pras olimpíadas que construíram uma arena removível que quando acabar os jogos vai virar quatro escolas municipais. Isso foi o que eles disseram. Só espero que seja a tempo de começar o ano letivo em 2017. Aguardemos e veremos.

domingo, 22 de maio de 2016

PRA TITIO

PRA TITIO

Venho por meio dessa postagem constatar um fato, confirmar uma condição. Depois de sete anos constato que realmente fiquei pra titio. Em agosto do ano passado o resultado do teste de gravidez da namorada do meu irmão deu positivo e a expectativa era de que viesse uma menina, segundo ela.

Chamei de namorada por boa vontade por que dessa vez meu irmão casou. Assinou contrato de união estável e está morando junto com ela. Completamente diferente da relação com a mãe do meu sobrinho, do primeiro, desse que já tem sete anos e tá pra ganhar um irmãozinho, se não é que já ganhou. Pelos meus cálculos meu segundo sobrinho já nasceu. A diferença de idade, quase oito anos deve fazer muita confusão, afinal meu sobrinho perdeu o reinado que agora divide com o irmãozinho.

Eu ainda acho um absurdo botar uma criança no mundo, principalmente do jeito que o mundo está. Já achava isso quando meu primeiro sobrinho nasceu e continuo achando. Por essas e outras que não penso tão cedo em fazer um filho. Eu prefiro focar na minha carreira e meus horários são completamente díspares. Filho eu posso fazer a qualquer hora. Veja o exemplo do Sergio Groisman que teve o primeiro filho aos 64 anos. Chaplin teve um com mais de setenta. Outra coisa que penso em fazer alguma vez também é adotar. Tem tanta criança precisando de carinho, de afeto, de cuidado que passa pela minha cabeça adotar, além de ter. Um biológico e um adotado. Tá de bom tamanho pra mim. Tem que ver se quem tiver comigo também terá esse espírito.

Filho não é prioridade pra mim. Acho que eu posso construir um patrimônio – se é que vou conseguir fazer isso – e deixar pros meus sobrinhos. É um assunto que não domina meus pensamentos. Eu já sou tio emprestado dos filhos dos meus amigos. Adoro criança. Quem me conhece deve se espantar com essa afirmação, mas é verdade. Não sou de ficar paparicando, mas a hora que o meu sobrinho me procura eu tento ficar disponível pro momento em que ele fica comigo. Outra coisa que eu não faço com criança é trazê-la pro meu colo antes dos três meses de idade. O que pode acontecer, como com a filha da minha prima, é de alguém colocar o bebê no meu colo, tirar uma foto, por exemplo, e depois pegar a criança de volta. Nem com meu filho, caso eu o tenha, vou fazer isso. A não ser em caso extremamente urgente ou em situação em que não tenha outro tipo de alternativa.

Considero minha relação com meu sobrinho mais velho boa. Claro que poderia ser melhor e que isso depende só de mim, mas como eu disse espero ele me procurar pra ficar disponível pra ele. Sempre que viajo trago coisas pra ele, geralmente um brinquedo diferente. No entanto o que agrada a ele é uma bola. Talvez isso não nos deixe tão unidos quanto nós poderíamos ficar. Os interesses não são os mesmos. Gostamos de coisas diferentes mas não desgostamos um do outro por conta disso. Agora vamos ver com meu sobrinho mais novo. Quase quarenta anos de diferença entre eu e ele. Não vou aqui especular nada ou fazer prognósticos quanto ao nosso relacionamento. Ele ainda é um bebê e a única pessoa com quem se relaciona  ainda é a mãe dele. Ainda não reconhece nem o pai, imagina o tio que quase nunca aparece pra visita-lo nesses primeiros meses de vida.

Sou tio sim, com muito orgulho e não quero deixar esse “cargo” tão cedo. Nem se eu quisesse. Oficialmente de dois e extra oficialmente de vários que eu nem sei o número exatamente. Ser tio é eterno, é pra sempre. Uma vez tio, tio até morrer. Tem crianças que eu nem conheço que às vezes também me chama de tio. Criança de um modo geral dá uma outra luz na vida da gente, abre novo prisma na nossa visão e as atitudes e comentários deles são realmente surpreendentes. Criança é tudo de bom, menos as pirracentas e má educadas. 

sábado, 14 de maio de 2016

DE VOLTA AO PASSADO

DE VOLTA AO PASSADO

Mais uma vez estou eu aqui tentando me adaptar aos novos rumos que estou tomando ao rascunhar as minhas postagens. A configuração que eu estava acostumado a escrever se modificou. Numa velha agenda de 2014 esgotei todo o calendário manuscrevendo minhas idéias antes de digitá-las. Faço isso por dois motivos.

Um é pra não ficar perdendo muito tempo na frente do computador. Assim economizo energia em tempos de crise e não fico com a tela em branco esperando alguma atitude dos meus dedos pra preenchê-la. Já tenho algo concreto pra inserir no arquivo dos meus textos já publicados. Agilizo muito quando faço isso. Como eu escrevo com bastante antecedência dá pra reformatar algo no próprio papel antes mesmo de passar a limpo. Ou às vezes escrevo de menos e quando passo a limpo tenho que complementar com três ou quatro frases a mais.

O outro é pra dar uma finalidade a essa agenda e ter o que escrever nela. Não tenho o hábito de anotar compromissos nem apontamentos numa agenda então tenho que fazer alguma coisa pra não ficar com esses papéis em branco acumulados aqui. Fiz parte da temporada de 2015, estou fazendo a de 2016 e provavelmente grande parte da temporada de 2017 também sairá dessa agenda. A mudança é justamente essa.

A parte da agenda acabou na postagem passada e agora começo a rascunhar na parte destinada às anotações que se bobear tem o mesmo número de páginas e/ou folhas que o calendário teve. Volta a ser um caderno normal, como qualquer outro de escola, por exemplo. Só me resta saber de que forma vou adaptar o formato dessa nova fase da minha escrita pra folha vertical no computador.

Durante anos fiz o mesmo com folhas comuns de caderno. Dessa vez é quase isso, como se fosse uma volta às origens. Depois gastei um bloco que também estava perdido por aqui. Os papéis que não servem pra nada eu os transformo em rascunho. Claro que surgem muito mais papéis de rascunho em velocidade mais alta do que eu escrevo, mas estes também servem pras anotações dos meus pais. Claro que eles também gastam menos do que eu e por ser mais organizado eu, quando usava os papéis, depois de passar a limpo os rasgava e jogava fora. Com essa agenda é diferente. Só jogarei fora depois que não tiver mais folha pra rascunhar.

Como essa é a primeira vez que retomo esse formato tenho que calcular bem pra tentar não escrever nem demais e nem de menos. Do mesmo jeito que eu já complementei textos rascunhados com três ou quatro linhas, também já tive que editar retirando as mesmas três ou quatro linhas de um texto, geralmente na época das folhas de caderno. Sinto que isso que essa agenda fez foi me trazer de volta, me remeter, me reportar a um passado onde descobri que essa era a melhor maneira de eu escrever.

Teoricamente eu já teria ultrapassado a formatação final, a que fica no computador pelo fato de estar na segunda folha, mas fazia os mesmo com as folhas de caderno. Eram sempre frente e parte do verso. Eu estou tentando, por estar tanto tempo desacostumado com esse tipo de formatação, chegar até o meio dessa folha. Sei que devo cortar alguma coisa pois pelo que me lembro não chegava nem na metade, mas um pouco antes. Lembro que eu dobrava a folha e quando chegava na linha do meio era hora de encerrar a escrita. Acho até que passava um pouco da linha do meio, mas o formato da folha de caderno era diferente dessa folha e estou usando esse texto justamente pra medir essa “distância” digamos assim, esse parâmetro que a princípio vai terminar por aqui.


Ao passar a limpo percebi que ainda restava complementar com três linhas. Isso é um sinal que na folha terei que aumentar pelo menos cinco manuscritas pra poder caber aqui. Nos próximos rascunhos já terei que ampliar meus textos. E assim vamos.

sábado, 7 de maio de 2016

VULTOS (?) HISTÓRICOS

VULTOS (?) HISTÓRICOS

Existem alguns vultos históricos aos quais eu me apego. Não sei se posso chamar de vulto pessoas que de certa forma fizeram o passaram pela história da humanidade foram ou são meus contemporâneos já que eu assisti a várias ações deles.

Vou dar apenas dois exemplos aqui. O primeiro foi o Papa João Paulo II. Eu era bem pequeno quando ele foi nomeado Papa e conforme meu crescimento e amadurecimento reparei, percebi que ele tinha um certo carisma. O ar de um avô querido. Era isso que ele me transmitia. Enquanto chefe do estado do Vaticano ele ajudou muito a desenhar o mundo como é hoje geopoliticamente falando. Enquanto Papa não sei se as intervenções dele foram benéficas como um todo para a igreja católica. Acompanhei assim como o mundo todo a morte dele aquilo me comoveu muito. Era a primeira vez pra mim que iria assistir a uma eleição para Papa. Era uma das maiores distâncias entre eleições de Papa que o Vaticano teve. Ficar no trono por quase trinta anos foi marco para poucos principalmente depois que se levou a sério uma eleição com esse peso.

Depois veio Bento XVI e agora Francisco I que no meu entender está ocupando o lugar de João Paulo II no que diz respeito ao carisma que ele tem conquistado. Ao contrário do João de Deus, não sei se esse Papa está sendo interessante para se estabelecer uma geopolítica, mas que ele está revolucionando os pensamentos conservadores que pairavam sobre a cúria da igreja católica não podemos negar. Gosto das atitudes de Francisco e dos desafios que ele propõe em seu papado. Se tornou outro avô querido.

Continuando na seara familiar outra pessoa que eu vejo como exemplo de avó querida é a Rainha Elizabeth. Ano passado ela bateu o recorde da sua tataravó, a tão venerada Rainha Victória, em tempo a frente do trono inglês. Aos noventa anos de idade e sessenta e quatro de reinado ela está contudo e não está prosa. Poucos são os lugares no mundo que conservam a tradição de um reino com príncipes, princesas, reis e rainhas e todas as histórias que os envolvem.

Quando eu morava em Londres a gente brincava dizendo que na verdade ela morava em cima de um off license, que é como se chamam as quitandas de indianos no bairro em que a gente morava, willesden green, e que só aparecia em Buckingham pra alguma cerimonia oficial.

Se ela seguir os passos da mãe teremos aí mais uns dez anos de reinado mais ou menos até o príncipe Charles assumir o posto. Nem todos que gostam da rainha gostam dele também . Creio que quando isso acontecer a rejeição dos britânicos para com ele será bem maior que os números demonstram em relação a ela. Não tem nem comparação. Ela tem muito mais pose e atitude de rainha quanto ele terá de rei.

Sou contra a população que quer tornar a Inglaterra uma república, ou tirar a família real do foco, da atenção dos seus súditos. Se o custo pra se manter a família real em voga é alto em comparação ao Brasil é apenas questão de conversão de valores do real para a libra. Com o que foi roubado do petróleo, mensalão dá pra sustentar gerações da realeza inglesa pelo menos até o neto do futuro Rei Charles. Existem outros personagens da história de quem eu gosto, mas esses dois com os quais convivi no sentido de assistir  a história que eles fizeram  são os meus mais queridos e afetuosos independente de concordar ou não  com algumas atitudes deles.

           Geralmente chega uma certa fase da vida que os avós tem que tomar mais cuidados, falam coisas sem sentido, enfim, não são ou foram só eles. Tiveram outros que fizeram coisas muito piores. Mas esses prefiro nem comentar. Habemus papa e god save the queen. They are the champions.  

domingo, 1 de maio de 2016

FAXINA VIRTUAL

FAXINA VIRTUAL

Tenho feito periodicamente uma limpa no meu facebook. No fundo eu queria me desfazer dele. Não posso fazer isso por causa do Messenger e se eu me desfizer do facebook o Messenger vai junto. Eu estou sem a menor paciência pra ficar de um modo geral sentado na frente do computador. Claro que isso faz parte do dia a dia como tomar banho . Pelo menos uma vez por dia eu vou checar meus mails e entro no face pra ver se há algo de interessante. Fico o tempo de um disco. Geralmente ponho um pra tocar enquanto fico na frente da trela e do teclado. Se eu fico mais ou é pelo fato de estar fazendo uma pesquisa grande ou é pra passar esses rascunhos a limpo. Mas ficar a toa na frente do computador é só pra escutar o disco mesmo.

Voltando a limpeza do face, são pessoas que eu não tenho muito contato que estão figurando lá sem um motivo concreto. Tem gente que eu mantenho, penso duas vezes antes de excluir. Por menos que nos falamos fizeram parte de uma parte da minha vida como as pessoas que moraram comigo em Londres, por exemplo. Fico com o coração apertado quando chega a época da limpeza, mas se aquela pessoa só está figurando, qual o motivo dela ficar ali? Caso a pessoa queira realmente a minha companhia virtual que peça novamente que eu aceito.

Já aconteceu isso e partindo de mim. Já deletei uma pessoa e depois por questões de trabalho, readmiti no meu ciclo de amizades virtuais. Por isso tenho que pensar bem antes de fazer as exclusões. Por isso que fico com o coração apertado pra fazer isso, mas faço. Se eu pudesse desativar meu facebook seria muito mais fácil. Limpava tudo de uma vez só sem arrependimento. Chega um tempo, pelo menos pra mim, que a conectividade em excesso me enjoa. Tem gente que não tem como largar essa espécie de vício digital. Eu já fui assim.

Quando eu comecei a ter acesso a mail em casa, cerca de 16 anos atrás, tudo que chegava pra mim eu repassava e encaminhava pra todo mundo. Era um brinquedo novo. Hoje só respondo mail se for necessário. Sou maior fim de linha. E não tem nada de correntes pra repassar por que se não uma catástrofe vai acontecer. Não repasso nada. Se chega um mail na minha caixa de mensagem, dali no máximo vai pra lixeira, mas eu não limpo a minha lixeira. Deixo o próprio servidor fazer isso automaticamente. Também me descadastrei de todas as malas diretas possíveis que consegui. Minha caixa de entrada nesse ponto está ficando bem clean, com poucos mails chegando. Por um tempo eu gostava de quantidade, achava ótimo ter mais de 10 mails pra serem abertos. Atualmente quanto menos tiver tá ótimo. É menos tempo que eu fico na frente do computador.

Não troco o teclado físico pelo virtual. Não gosto de acessar mail pelo celular, muito menos facebook. Mantenho contato por messenger e whats app através do smartfone e já está de bom tamanho. Sou altamente acessível e respondo o que me é solicitado. Não é toda hora que pego meu celular pra ficar olhando recados e mensagens. Sei muito bem me virar sem ele, ou melhor, não ser dependente dele. A única coisa que me irrita é ficar sem bateria. Fico sem nenhum tipo de comunicação e não acho isso legal. As vezes me dá vontade de excluir alguns números do meu whats app também. Principalmente aqueles que estão em algum grupo, mas por enquanto vou ficar apenas com a limpa do facebook.


Portanto se hoje você, caro leitor, faz parte da minha rede de amigos e por acaso eu sumir da sua um dia desses não é nada pessoal. Apenas o trator que destrói constantemente o caminho pra nossa comunicação mais direta passou arrancando você da minha área de atuação. Mas podemos voltar a ser amigos, desde que haja assunto de vez em quando.