sábado, 30 de julho de 2016

É DIA DE FEIRA

É DIA DE FEIRA

A feira não é mais a mesma. Não só pela concorrência dos supermercados, mas também pelas ofertas das barracas. Me lembro quando pequeno que ia com minha mãe e meu irmão abastecer a gaveta de frutas e legumes da nossa geladeira. Era um mercado de rua interminável e que hoje só ocupa um terço do espaço daquela época mesmo com as barracas mais espalhadas.

Podia se comprar de um tudo. Claro que a oferta de frutas e legumes era e ainda é de maior quantidade e concorrência, mas naquela época existia uma barraca que vendia biscoitos e até doces tradicionais como o de abóbora com coco e uma outra que ficava bem na ponta, no final, que comercializava peixe fresco. Atualmente acho que só a de biscoitos permanece, mas não posso afirmar que os doces continuam a ser vendidos. Outra mudança que o tempo provocou nessa feira foram as barracas de comida.

Quando eu era criança os feirantes ofereciam pedaçosde frutas pra gente provar e levar pra casa se gostasse do sabor. Acho que essa oferta foi abolida ou os que fazem isso não é a maioria. Hoje a feira tem duas barracas próprias de comida. Uma do tradicional pastel com caldo de cana – ouso arriscar a dizer sobre o caldo apesar de não ter certeza do acompanhamento, do pastel sim, mas como um não se ingere sem o outro prefiro correr o risco – e outra de tapioca. Eu passei a comer tapioca, adotando essa iguaria como refeição do meu café da manhã. Virou moda por conta do movimento dos sem glúten. Eu não tenho restrição nenhuma ao glúten, mas como eu evito a farinah branca durante a semana, ao invés de pão tapioca neles. Na feira tem diversos recheios. A minha faço ou com queijo branco ou com ovo mexido, confome pedido da minha nutricionista.

Uma das vezes que fui comprar a quantidade de tapioca que eu uso durante a semana eu fui bem no fim, na xepa. Essa barraca já estava recolhendo  a mercadoria, como as outras também e apesar de uma cara amarrada ela me atendeu. Taí outra coisa que mudou nessa feira. Antigamente as pessoas eram mais cordiais, mais amistosas e qualquer sinal de movimento na barraca  era um sorriso estampado no rosto do feirante, não importa se ele estivesse encerrando as atividades e atendendo o suposto último cliente. Isso que diferencia a feira do supermercado. O atendimento personalizado, os conselhos de quem conhece a mercadoria e as dicas de preparo. Tinha isso também. Até receita com seus produtos os feirantes passavam. No mercado não. Fica tudo exposto e é você que tem que pegar e pesar.

Na minha época também muitos feirantes expunham a mercadoria da própria horta. Hoje eu não sei se continua assim ou se eles a compram num entreposto pra revender na rua. É raro ver pessoas que puxam seu carrinho abarrotado de mercadorias. Nem os garotos que faziam carrinho de rolemã e ganhavma trocados levando as mercadorias até a casa dos compradores existem mais. A evolução, o progresso arruinou com isso. Os tempos modernos nos conduziram para um caminho mais individualista  americanizada do “do it yourself” ou faça você mesmo. Concordo que a gente tem que ser o mais autossuficiente possível, mas tem certas coisas que a gente não domina fazer e se tiver a possibilidade de ter alguém por perto pra fazer, por que não compartilhar o que se sabe fazer  com quem não domina muito determinado “modus operandi”? É assim que as coisas funcionam ou que pelo menos deveriam funcionar.


Essa feira existe no mesmo lugar, na mesma rua há anos e depois que nos mudamos de edifício ela ficou mais próxima o quarteirão que andávamos se reduziu a uma meia dúzia de passos, literalmente, a partir do portão do prédio. Quantas vezes eu escutei da janela do meu quarto a chegada do caminhão que deixam as coisas pra feira. 

sábado, 23 de julho de 2016

TIRANDO DO ARMÁRIO

TIRANDO DO ARMÁRIO

Algumas postagens atrás eu falei que volta e meia faço uma limpa no meu facebook. Não tão frequente assim. Isso se dá de tempos em tempos. Constante mesmo é a limpa que eu faço no meu armário. Essa sim acontece todo final de ano nem que seja ao menos duas peças de roupa, mas sempre dou alguma coisa e quando não está em condições mais de uso eu jogo fora. Principalmente meias e cuecas. Acho essas muito intimas pra serem doadas.

Nunca fui de comprar roupas de marca, nunca liguei pra isso. Ultimamente eu só tenho comprado roupa quando passo em Londres. Não volto sem passar ao menos em duas lojas. Uma pra comprar meias e cuecas e outra pra roupas em geral. Está sendo uma tradição, por exemplo, trazer na mala uma calça jeans. Sempre compro uma toda vez que vou lá. Fora essa minha parte consumista que ocorre sazonalmente, ganho peças de roupa em natais e anoversários. Sinal de que nu eu não vou ficar. Não por falta de roupa.

Além dessas duas lojas de Londres tem uma em Petrópolis que, se ainda existe, quando eu comprava roupas lá, trazia muitas peças dessa loja. Era quase que uma exclusividade. Até pelo fato dessa loja se aproximar do tipo de loja que paro defronte a vitrine pra ficar apreciando. Só que numa versão um pouco mais casual do que as roupas sóbrias, os conjuntos e os ternos das lojas mais classudas, digamos assim, que eu gosto de ficar olhando. Pena que são tipos de roupa que me incomoda um pouco de usar por causa do nosso clima. Acho chique uma pessoa vestida assim. Jô Soares vno programa dele, por exemplo. Independente do gênero uma pessoa bem vestida se destaca de qualquer jeito.

Tenho roupas que sou mais afeiçoado. Acho que todo mundo tem aquela camisa que gosta mais ou a bermuda que usa mais. Eu tenho as minhas predileções também. Sei que vai chegar a hora de me desfazer delas, mas aproveito ao máximo quando elas estão na ativa. Tenho camisas com quase dez anos de uso. Não conto, mas acho esse o prazo máximo de vida útil pras roupas, ao menos comigo. É o prazo que ela passa pelas três etapas da gaveta. As de número três são as mais novas, menos usadas, as que tão prontas pra ocasiões mais especiais, as de número dois são as híbridas. Servem tanto pra sair quanto pra outras atividadescomo as esportivas ou reuniões de família e as de número um são as mais caseiras, que também servem pra dar as caminhadas na orla da praia.

Não acho que as roupas aqui sejam mais feias que as que são vendidas lá fora. É uma questão de qualidade. As que tem mais qualidade aqui são um pouco mais caras, eu acho. Se não, não haveria muita genteindo pra fora pra comprarroupas pro enxoval de criança. Há sim uma variação de qualidade. Vejo isso nas próprias camisas que eu uso. Uma coisa é você comprar uma camisa baratinha de quinze reias, aquela que dura quinze lavagens e outra é você comprar uma de quinze dólares que dura quinze anos. Eu nunca liguei pra marca de roupa, mas lá fora, por exemplo, eu consigo garimpar uma calça da Pierre Cardin pelo equivalente a quarenta reais, ou seja, mais barato que uma calça básica da Taco, que também gosto, mas ultimamente não tenho comprado visto que minha cota de calças  são atingidas nessas garimpagens lá fora.


Algumas vou custar a me desapegar, outras vão custar a mudar de nível, mas o mais importante é sempre fazer essa limpa  pra renovar o guarda roupa e dar mais espaço pras gavetas abarrotadastodo final de ano. Eu fico feliz por ter minimizado um problema e quem por ventura recebe as roupas doadaspor mim também fica feliz. Um gesto simples, indolor e com um resultado que faz um bem enorme. Aconselho a todos a fazerem o mesmo. Roupas eu dou, mas alguns outros objetos eu ponho a venda. 

sábado, 16 de julho de 2016

PRIMEIRO CONTATO

PRIMEIRO CONTATO

Perguntei se podia. Permissão concedida. Quase dois meses depois me embrenhei num caminho conhecido por mim rumo a um desconhecido. Esse projeto foi pensado e ensaiado várias vezes pra essa finalidade, mas sempre teve algum empecilho. Dessa vez não. Fui esperançoso e confiante. Tentei não fazer barulho – leia-se tocar a campainha – e bati três vezes na porta numa intensidade mínima. Minha prima, atualmente reclusa em Viçosa estava aqui aproveitando a sua licença e convalescência. Ela me abre a porta. Alem dela na casa minhas duas tias irmãs do meu pai. A casa é de uma delas e minha prima morava ali antes de se mudar. Agora ela estava com mais um.

Pé ante pé fui até o meio da sala onde estava o carrinho e ele estava lá dormindo. Pouco tempo depois se contorce, chora e acorda. Pela primeira vez eu estava vendo o filho da minha prima, neto de uma daquelas minhas tias e consequentemente sobrinho neto da outra. Fui um dos últimos da famíia a vê-lo pessoalmente já que por fotos e vídeos e com a velocidade da informação praticamente em tempo real o via e assistia.

Aruan foi pro colo da minha prima que tentou amamentá-lo. Ela até se assustou um pouco pensando que o leite dela havia secado. Claro que não havia. Era neura dela. Sabe como é mãe de primeira viagem. Ainda estava se acostumando com aquilo tudo, mas se dedicando com afinco àquele serzinho. No início ele sossegou, mas logo voltou a chorar. Não era fome. Ao que tudo indicava era sono. Sabe quando você acorda no meio da noite, toma um copo d’água e custa um pouco a pegar no sono novamente? No caso do Aruan foi um copo de leite e quem fez ele voltar a dormir foi a minha tia que também é tia avó dele. Foi ela quem o pegou no colo e o embalou até ele voltar a dormir. Enquanto isso minha outra tia, mãe da minha prima estava arrumando a mesa pro lanche. Depois de tudo pronto Aruan volta pro carrinho pra continuar o turno dele daquele sono.

Pra surpresa minha quem estava dormindo também e acabou acordando quando nós estávamos praticamente no fim do lanche foi o pai da criança. Eu não sabia que ele estava por lá, mas tudo ficou mais esclarecido por ser na tarde de um sábado de um feriado prolongado, ou seja, pelo menos até a segunda ele podia ficar com o filho dele mesmo que na casa da sogra. Não me lembro quanto ao pai da criança, mas a mãe votou pra Viçosa na semana seguinte a esse meu primeiro contato com o Aruan.

Ao menos consegui vê-lo porque depois foi só no natal, quando a família se reuniu. Durante o lanche, minha tia, avó da criança confirmou uma informação. Eu não seguro criança com menos de três meses no colo. Já falei isso aqui quando falei do meu sobrinho. Tanto que o meu primeiro momento registrado em fotografia desse encontro foi com ele no colo da minha prima e ele do lado.

Esse foi o meu primeiro contato com o Aruan. Tanto ele quanto eu não passamos mais por pessoas desconhecidas, ou melhor, acho que pra ele ainda sou já que ele conhece mesmo só a mãe e agora que está começando a desenvolver e aguçar os sentidos. Não sei se com quase dois meses a criança enxerga nitidamente, mas o cheiro, a audição e o paladar esses certamente tem a sua vez e são bem mais apurados que a visão. Já o tato eu não sei também se o bebê sente. Talvez das mães pra criança pode causar uma memória afetiva , um registro no sub consciente que lá pra frente pode ser bom.


Aruan é um nome indígena, assim como Janainna. Aruan nasceu em 19 de agosto, assim como Janainna. Aruan é só um bebê e casualmente o primeiro sobrinho de Janainna. O que aconteceu comigo e com meu irmão, caso único até então de nascimentos no mesmo dia, no nosso caso com um ano de diferença, aconteceu trinta e sete anos depois, dessa vez com tia e sobrinho com uma diferença de trinta e cinco anos. 

sábado, 9 de julho de 2016

ÁGUAS DE MARTE

ÁGUAS DE MARTE

Desde pequeno a gente escuta sempre que é pra economizar água. Somos condicionados a não desperdiçar nem a água e nem outro ítem de necessidade básica pra nossa sobrevivência como os alimentos. Essa consciência é muito mais enraigada e posta em prática lá fora na Europa até por que eles sabem como é ruim viver sem água e sem comida, com as duas racionadas devido às guerras pelas quais passaram.

Já os Estados Unidos, creio eu, que assim como o Brasil tem se atinado pra isso mais recentemente. Lá eles são megalomaníacos e tudo o que é consumido e despejado é em grande quantidade, no entanto essa prática do não desperdício é bem mais organizada do que aqui no Brasil. Tanto eles quanto nós não vivenciamos uma guerra no próprio território. Aliás tivemos sim. Aqui São Paulo se defendeu das forças ditatoriais de Getúlio vargas enquanto que lá, há mais tempo, teve a guerra de secessão que queria dividir o país em dois. Lá foi mais grave e violento que aqui, mas nada que se compare a passar por duas guerras mundiais.

O problema do abastecimento de água tem se agravado a cada ano que passa. Se na região nordeste isso não é novidade e desde que eu me entendo por gente sofre com o problema da seca, aqui pra baixo, de uns anos pra cá está chegando a nossa porta. Os reservatórios de água de São Paulo já trabalham com o chamado volume morto, outros com uma capacidade total abaixo do esperado e considerado normal há algumas décadas atrás.

O que eu não consigo entender é como o Brasil um país rico em recursos hídricos deixa chegar a esse ponto. Não é que esteja faltando água, mas o que faltou mesmo foi um planejamento de gestão desse recurso. Agua é o que não falta. Tudo bem que o clima tá meio maluco e faz calor no inverno e frio no verão de vez em quando, mas isso não é um sinal, um motivo pra falta de água. Se dependem da chuva pra isso e a chuva não tem caído o suficiente pra encher os reservatórios não podem dar isso como desculpa. O problema é que não cuidam da água como deveriam cuidar. E se essa possível e profética falta de água realmente acontecer eu já tenho algumas soluções que podem servir como paliativos.

Uma delas é o que esses navios de cruzeiro fazem. Toda água utilizada por eles é a água do mar que passa por um processo de dessalinização pra se tornar potável e consumível pelos passageiros e tripulantes. Caso acabe a água doce, vamos partir pra salgada . Não é o ideal, mas é uma solução. Se o planeta terra é coberto por 2/3 de água é um crime que falte água pra abastecer seus habitantes. Caso essa solução seja bravamente combatida e a ONU discutir quando discutir sobre esse assunto não chegue a um consenso eu ainda sugiro mais um caminho.

Ano passado descobriram que tem água em marte. Simples. Vamos importar água de lá. Já pensou nas prateleiras de supermercado cheias de garrafas de água envazadas em marte? Pelo que eu fiquei sabendo a água de lá é pior do que a daqui. Mas em se tratando de solução pra problema de abastecimento pode ser uma saída. Um encanamento entre marte e a terra fica inviável e pode atrapalhar o tráfego de foguetes e satélites. É melhor trazer de lá em conteiners e desembarcar nos reservatórios daqui. Se de tudo não surtir efeito tem-se a segunda opção sideral. Na mesma semana que anunciaram essa descoberta em marte, constataram que em plutao também tem e me parece que em bem mais quantidade que em marte.


Água é o que não vai faltar. Eu não tô mais preocupado quanto a isso, mas não vai ser por isso também que vou deixar de tomar meu diário, necessário e interminável banho de cinco minutos e diversas vezes repetidos ao longo do dia naquele calor infernal do verão. As águas vão rolar de um jeito ou de outro.

sábado, 2 de julho de 2016

AUTO PATRULHA

AUTO PATRULHA

Ano passado tive uma dificuldade tremenda em manter uma rotina de exercícios. Leia-se caminhadas na praia. Durante 4 meses não tive tempo pra me dedicar a uma das coisas que mais gosto de fazer por pura falta de tempo. A produção de um espetáculo me tomou esse tempo e quando achei que poderia voltar foram mais vinte dias de dedicação a outro espetáculo.

Só em outubro consegui voltar a fazer minhas caminhadas e mesmo assim na primeira semana foram só dois dia pra retomar o ritimo. Por ser outubro, quase fim de ano, não tive tanto envolvimento mais com produções que tomaram meu tempo e pelo menos até o fim do ano eu consegui revesar um pouco entre o que ainda fuquei incumbido de fazer e os dias com horários livres pra caminhar que na verdade eram todos os que eu não tinha compromisso a noite, excetuando- se os fins de semana. Quer dizer, fim de semana às vezes. Só quando não tenho compromisso e esteja a fim de dar minha caminhada.

Penso em correr às vezes, mas preciso encontrar alguém que esteja disposto a correr comigo porque eu não gosto de correr sozinho. Aliás penso em voltar a frequentar a academia de ginástica que concomitantemente com a dieta passada pela nutricionista dá pra atingir a forma do corpo ideal, pelo menos pra mim. Falando em nutricionista, essa foi outra que ficou sem me ver um bom período ano passado por dois motivos. Um foi pela minha falta de tempo e o outro foi porque ela parou de atender em Niterói e eu tive que correr atrás dela em Copacabana pra ser atendido novamente. Vamos ver até quando a cobertura do meu plano de saúde terá ela no seu quadro de funcionários. E não adianta ela mudar de clínica que eu vou atrás dela. A não ser que ela mude de região ou de estado.

Sei que posso e tenho que me policiar pra continuar a me exercitar enquanto estou trabalhando, mas às vezes tem dias que realmente não tem jeito, principalmente as vésperas de uma estréia. O que não posso é me deixar envolver a tal ponto que eu deixe de cuidar de mim mesmo. Senti o peso de uma crise de labirintite, segundo o hospital me disse, no meio de um processo de ensaio de um espetáculo e estréia de outro. Isso também pode ser falta de cuidade além de outros fatores que culminaram na minha baixa no hospital em agosto do ano passado. Mas em outubro as coisas eram bastante diferentes e melhores em termos de trabalho. Só estava em uma produção fixa e alguma volante. O ideal e suficiente pra mim.

Outra coisa que eu tenho que me policiar pra fazer é tentar dormir e acordar mais cedo. Durante três desses quatro meses que fiquei sem caminhar  na orla eu consegui fazer isso. Depois, com a desculpa que tinha que descansar, deixei desandar esses horários. Pode até ser que eu tenha retomado essa rotina no hiato que existe entre a escrita do rascunho e a publicação de fato no blog. Por exemplo, no exato momento em que estou escrevendo esse rascunho eu deveria estar dormindo. Acabou de passar das três da manhã, que é o horário limite que me dou pra dormir e tentar acordar por volta das dez, o que dá sete horas de sono, uma boa média pra mim. Na verdade até acordo por essa hora pra esvaziar a bexiga, voltar pra cama e dormir por mais uma hora mais ou menos. Mas quero acordar pra não dormir mais durante o dia.


Acordar mais cedo, me alimentar direito, fazer exercícios e trabalhar com o que se gosta de fazer. Tentar coincidir isso tudo num dia, equilibrando as atividades, isso é qualidade de vida, é o que tenho buscado. É o que todos deveriam buscar, mas a gente sabe que na prática é difícil, o dia a dia se apodera da gente que quando vemos o dia já acabou. Daí nos entregamos a uma área, um setor da vida e esquecemos de outro. Temos que fazer uma auto patrulha pra que isso não aconteça.