sexta-feira, 28 de outubro de 2016

CANÇÕES NO RÁDIO

CANÇÕES NO RÁDIO

Geralmente enquanto rascunho esses textos eu faço escutando música ou de algum disco que eu tenha comprado e escuto direto por três meses seguidos, ou da rádio mesmo. A rádio que eu escuto é a MPB FM 90.3. É uma rádio que só toca música brasileira. Quando muito tem um quadro chamado MPB sem fronteiras que é ou um artista nosso cantando música estrangeira ou um artista estrangeiro cantando música nossa.

Tendo terminado de ler a biografia da Angela Maria muito bem estruturada e desenvolvida pelo Rodrigo Faour eu fico imaginando como era na época em que as rádios contratavam os cantores pra fazer parte do seu elenco. A Angela, por exemplo, começou na Mayrink Veiga, à época concorrente da Nacional que era a mais poderosa e além delas tinha a Guanabara e a Tupi. Os artistas eram revelados em shows de calouros como tinha o Ary barroso. E ao fazer sucesso na rádio gravavam suas músicas no 78 rotações que eu conheci como compacto simples, ou seja, era uma música no  lado A e outra no lado B.

Há muito que os discos não tem mais lado. Há pouco que o disco é um objeto raro, mas tem cantores que insistem em lancar seu trabalho em mídia física e eu insisto em comprar os de quem eu gosto. Na década de 50 não existia isso. Se gravava disco e se vendia disco. O sucesso dos cantores se dava pela quantidade de discos vendidos, pelas músicas cantadas e divulgadas nãos programas de rádio e pela quantidade de pessoas que assistiam as suas apresentações dentro ou fora dos auditórios das rádios. A combinação desses três fatores era o que tornava o artista uma estrela da música no Brasil.

E na época era separado. Nem sempre se fazia sucesso no Rio e em São Paulo na mesma época, simultaneamente. Existiam os cantores do Rio e os de São Paulo. Não havia uma rede apesar do intercambio e da distribuição dos discos, principalmente. As gravadoras não eram multinacionais, pelo contrário, eram pequenas. Depois que elas foram sendo engolidas pelas grandes.

E os modismos? Isso não vai deixar de existir nunca e polui cada vez mais nossos ouvidos além de enfraquecer nossa cultura. Todavia tem gente resistente como Angela Maria e tantos outros que tocam na rádio que eu escuto. Ainda assim eu não acho suficiente. As rádios de um modo geral deveriam tocar essas pessoas que fizeram dele o meio que ele se tornou hoje. Claro que na época não existia a FM e se cada rádio tinha seu casting  você sabia perfeitamente onde escutar o seu artista favorito sem que pra isso ele tivesse que se render ao famoso jabá. Ou seja, a música tocava mesmo que em apenas uma única estação. E naquela época também não existiam tantas concorrências. Hoje tem tv a cabo, internet, tudo pra pulverizar as atenções. Nem as novelas que paravam o Brasil conseguem essa proeza.

Por falar nisso na era do rádio tinha ibope? Como que se detectava que um programa ganhou do outro no mesmo horário? Será que tinha e quem era a concorrente da angela enquanto ela cantava no horário nobre da Mayrink Veiga? Será que as rádios tinham um acordo entre si ou faziam o mesmo tipo de programa no mesmo horário?


Tem muita gente boa que toca na rádio que eu escuto, aliás, por ser uma rádio seguimentada, os modismos não fazem parte da programação assim como certos ritmos também não e por conseguintes alguns artistas até mesmo já consagrados por suas músicas também nem passam perto na porta ao menos dessa estação. Mas ainda acho que tem muita música boa pré 60 que eu acho que é a década limite de gravações que essa rádio executa. Deveriam desengavetar gravações das décadas de 50, 40, 30, tocar Chiquinha Gonzaga se for o caso. Nossos ouvidos merecem e nossa cultura também.

sábado, 22 de outubro de 2016

PRA SEMPRE TEREMOS PARIS

PRA SEMPRE TEREMOS PARIS

Ano passado a França ficou na berlinda. Logo na primeira semana do ano o Charlie Hebdo foi atacado por terroristas mulçumanos fanáticos e vários e bons jornalistas e cartunistas foram mortos. Mais pro fim do ano, em novembro, a onda de ataque aumentou e vários simultâneos aconteceram na mesma noite de sexta feira 13.

Existe um exército de muçulmanos fanáticos que querem dominar o mundo. Parece que estão brincando de jogar War, cujo tabuleiro é o próprio território geográfico. Parte do Iraque já é de domínio deles. Algumas partes ali da Síria e acho que Turquia também. Ali é a base deles, é onde eles agem com mais incisão. Volta e meia espalham o terror em outras partes do mundo através de células cancerígenas, como é o caso da França ano passado.

Não sei o que ficou decidido, o que foi acordado entre os países pra que o combate a esse tal estado islâmico seja feito de modo mais efetivo. Rascunho esse texto ainda com a poeira dos ataques de novembro alta e tenho receio de que isso possa se repetir em outros países da Europa, principalmente na Espanha e na Inglaterra que também já sofreram ataques desse tipo. Tenho amigos que moram na Europa e estão vulneráveis lá por conta desse tipo de ataque que não se sabe quando e onde vai acontecer.

Eu gostaria imensamente de descobrir o motivo desse gigantesco ódio contra os parisienses, madrilenhos ou londrinos, ou melhor, contra o ocidente de um modo geral. Será que eles não percebem que isso só faz aumentar a repulsa contra os muçulmanos e que cada vez mais os seguidores dessa religião serão taxados de terroristas e vão sofrer mais preconceito ainda? Verdadeira bola de neve.

Tenho um amigo que não suporta mais ver muçulmanos que acha que todos são nocivos a humanidade. É essa visão que a maioria das pessoas vão construir a cada ataque que o estado islâmico, a al qaeda ou outro grupo radical islâmico proporcionar.

Nunca li o alcorão, mas será que ele prega o ódio, a disseminação pra quem não pertence ao islamismo? Foi isso que o profeta Maomé deixou como legado, o pedido pra eliminar todos aqueles que não seguirem seus preceitos? Não acho que seja assim. Não deve ser assim. Temos que ser diferentes e respeitar essas diferenças.

É preciso que haja uma inteligência que detecte esse tipo de genteque pensa em destruir um lugar e sua população, um monitoramento dessas pessoas suspeitas pra que se evite catástrofes como a da dimensão dos atentados de Paris onde mais de 120 inocentes morrerame mais de 400 ficaram feridas.

Tenho receio de que essa moda pegue e fanáticos pentecostais entrem também nessa dita guerra santa. Coitado de Deus que é o que sofre mais com isso. Pouco me importa a alegação do estado islâmico pra esses ataques e muito menos suas exigências pra que eles parem de planejar esses ataques dentro ou fora do território que eles já dominaram.

Tem que se combater isso de qualquer jeito. Tem que se mostrar que dá pra conviver num mundo mais tolerantes onde as diversas crenças não atrapalhem a civilidade e nem a evolução da humanidade que só deve rumar para a cordialidade.

Um outro amigo meu receoso com esses ataques me confessou que está com medo de visitar Paris. Eu não. Isso não me intimida a dar outro passeio pela Champs Elisés, a visitar o Louvre ou a Catedral de Notre Dame. A torre Eiffel, símbolo da cidade continua lá de pé e nunca deixará de ficar até mesmo pelo histórico do povo francês.
 
           É por isso que eu sempre estou de acordo com a bandeira da França e digo que pela igualdade, liberdade e fraternidade je suis Paris.

sábado, 15 de outubro de 2016

HOMENAGEM AO TIO RUI

HOMENAGEM AO TIO RUI

Os céticos diriam que eu tenho sorte. Os crentes diriam que sou abençoado. Eu diria que os dois têm razão. Sou sortudo pelo fato de fazer parte da vida desse cara e abençoado por pertencer a família dele.

Sou suspeito pra falar desse cara já que nada tenho a reclamar, pelo contrário, é só elogios. Nada do que esse cara faça e que eu por ventura não concorde – o que é difícil – é motivo de redução do sentimento que eu tenho por ele. Aliás, foi isso que ele sempre me passou, que me ensinou e que de certa forma me ajudou a entender e perceber. Esse amor incondicional por mim, pela sua família, pelos seus amigos. Esse é um dos valores, talvez o mais nobre, que esse cara ajudou a incutir na minha personalidade. Se hoje sou como sou, boa parte devo a esse cara.

Fazendo uma analogia digamos que meus pais são minha perna direita e esse cara a minha perna esquerda e que botando uma de cada vez na frente da outra eu hoje consigo caminhar com muito mais segurança sem medo de topadas ou tropeções. Já os outros membros da minha família são a minha coluna vertebral que me dá sustentação e me deixa de cabeça erguida.

Vou revelar uma coisa aqui que me veio na cabeça agora. Não sei precisar a época, mas eu era pequeno quando recebi dele de presente um Mickey inflável que ficava quase do meu tamanho e cujo pé era encaixado numa espécie de andador acionado por controle remoto. O Mickey nada mais é do que a realização do sonho de um visionário que Walt Disney se tornou. Não que aquele Mickey fosse a realização de um sonho meu; foi surpresa, mas tenho pra mim que que aquele gesto foi uma espécie de recado que ele estava passando pra mim nas entrelinhas. Como se ele estivesse falando pra mim: “Sonhe e no que for preciso eu vou te ajudar a realizá-los.”

Claro que eu era pequeno pra perceber aquilo, no entanto com meu crescimento, com a minha evolução, a minha maturidade e os gestos que esse cara fazia não só para comigo, mas com qualquer um da nossa família e provavelmente com seus amigos também eu pude notar o quão grandioso, o quão generoso esse cara é e nos transmitiu não só pra mim quanto pros seus filhos, pros outros sobrinhos e agora pros sobrinhos netos que esse tipo de gesto só nos faz crescer e enobrecer. Atrevo-me a dizer ser essa característica é genuína da minha família sem querer menosprezar outras que também sejam assim. Se o mundo fosse de pessoas como esse cara, como diz a canção, se todos fossem iguais a você garanto que não estaríamos acompanhando certas barbaridades no noticiário.

Olha pra gente. Olha em volta de você. Olha essa homenagem que está acontecendo pra você. Olha quanta gente está aqui por sua causa. Olha quantos mais queriam estar aqui te homenageando. Olha a alegria que você está nos dando. Que bom que todos nós podemos vivenciar isso. Dizer que você merece é ficar enxugando gelo. Aposto que se pudesse seu busto ficaria em alguma praça da cidade seu nome estartia estampado numa placa de rua tamanha importância que você tem pra gente não pelos feitos que tenha contribuído à cidade, mas por tudo que nos ensinou, pela colaboração que você dá a cada um de nós no dia a dia, pela transformação inconsciente ou não que você nos proporciona e sempre pra melhor. Tudo isso é pra você. A gente sabe que é pouco pelo muito que tem feito por todos nós, mas foi feito com amor e carinho.


Tenho orgulho de você que sempre me ajudou, sempre me defendeu, sempre me apoiou. Esse cara é você. Sortudo ou abençoado agora faço questão de cometer um ‘deslize’. “Não sei por que insisto tanto em te querer.” Realmente tenho sorte de ter você perto de mim sempre que eu precisar e sou abençoado por também ser seu afilhado. Muito obrigado por tudo. Eu te amo meu tio Rui.   

domingo, 9 de outubro de 2016

HÁ UM ALGUÉM NA MULTIDÃO

HÁ UM ALGUÉM NA MULTIDÃO

Não que eu me ache importante. Pelo contrário. Prefiro ser útil a importante. Mas às vezes acontece umas coisas que me fazem sentir importante. No início de novembro do ano passado me chegou um mail de uma forte produtora de teatro do Rio pedindo pra responder mediante a grande possibilidade de conseguir um par de convites pra assistir uma sessão extra de um musical que completava 50 apresentações e cuja atriz protagonista comemorava 50 anos de carreira com direito a exposição de fortos da vida e carreira dela.

Como essa produtora conseguiu meu mail eu não sei, mas não foi a primeira vez que eles entraram em contato comigo tanto pra fazer a divulgação dos seus espetáculos quanto pra me convidar pra alguma coisa. Dessa vez deu certo. Da outra eles chegaram a chamar, mas depois cancelaram o convite. Eu como gosto de teatro e tenho trabalhado bastante no meio fiquei um pouco receoso que eles repetissem a dose. Tinha impresso o mail de confirmação na sexta e viajei pra comemoração do aniversário do Serguei em SP no sábado só voltando na segunda, dia dessa apresentação extra. E se no meio do caminho eles tivessem feito a mesma presepada da outra vez? Iria dar de cara na porta.

O desespero em acessar a caixa de mail foi tão grande que tentei fazer isso pelo celular ainda na rodoviária quando o Serguei embarcou de volta pra Saquarema, mas não consegui. Liguei pra um amigo que mora em Copacabana pedindo um abrigo e uma ducha até a hora do espetáculo. Me arrisquei e fui.

Cheguei lá, deixei a mala e fomos almoçar. Na volta do almoço tomei o meu banho e fiquei pronto, em contato com outro amigo que eu já havia combinado de ir com ele. A reunião em que ele estava demorou mais que o esperado e ele na última hora declinou do convite. Chamei esse amigo que me deu guarita e ele rapidamente se prontificou a ir. Enquanto ele tomava banho eu acessei meu mail e não havia nada desmarcando esse evento. 

Saimos de casa na hora em que estava marcado pra chegar no teatro. Pegamos um taxi e em cinco minutos chegamos lá. Tinha uma fila considerável. Queria saber se aquela fila era pra entrar ou trocar o mail de confirmação pelo ingresso. Apesar de ter dois guichês, a fila só era pra um. Como vi poessoas naquela fila com o ingresso na mão, corri pro outro guichê. Custou um pouco, mas o próprio produtor que estava a frente desse guichê sem filaque me deu os ingressos. Pergamos a fila I. Do balcão. Lá em cima. Pouco depois sobe o produtor oferecendo lugares vagos na plateia e conversando com meu amigo ele disse que eu podia descer pra ver mais de perto e que ele preferia ficar lá em cima mesmo por ser mais espaçado principalmente depois da debandada das pessoas do balcão para a plateia.

Revi vários conhecidos e no fim outro amigo meu apareceu também. Não fiquei muito tempo na bajulação no final. Cumprimentei a todos no início, antes do começo do espetáculo, logo que cheguei. No final eu queria ir embora logo, afinal estava voltando de viagem e nem tinha ido pra casa ainda. Se eu ficasse por lá iria demorar mais e esse meu amigo que foi comigo também não gosta muito de badalação. Se fosse o que tinha combinado de ir comigo ficaríamos lá até altas horas, mas não foi o caso. Atores, autores, diretores, músicos foram lá prestigiar a sessão extra reservada para a classe.
          
            Me senti da classe também. Boa parte dos meus amigos fazem parte da classe e eu já estou quase me considerando também da classe de tanto que eu tenho assistido, frequentado e trabalhado no meio. Ainda sou um Zé Ninguém, mas um Zé Ninguém que às vezes tem o seu dia de Zé Alguém. E pretendo ser um dia um Zé Alguém nesse universo tão amplo e tão cheio de possibilidades que agora estão cada vez mais se concretizando. 

sábado, 1 de outubro de 2016

DIA DE FESTA

DIA DE FESTA

Dia 8 de novembro é aniversário do Serguei. Ano passado ele completou 82 anos de vida. A festa foi embutida na celebração de outra festa, a de 48 anos de existência da banda Made in Brazil, uma tradicional banda de rock paulistana cujo líder Oswaldo Vecchione já pode ser considerado uma referência dentro da cena musical brasileira de São Paulo.

Na ocasião também foi gravado um DVD comemorativo realizado no Centro Cultural São Paulo, colado a estação de metrô Vergueiro, na capital paulista e dentre os vários convidados o Serguei foi principalmente por calhar o dia da gravação com o dia do aniversário dele. Marcio Baraldi foi quem articulou isso tudo comigo. Me deu carta branca pra comprar as passagens e reservar o hotel pra que ele pudesse participar e ter de certa forma uma festinha também.

No sábado nos encontramos ao meio dia na rodoviária do Rio e pegamos um taxi pra ir pro aeroporto do Galeão pra pegar o avião. Como o vôo estava marcado pras 4 da tarde, tivemos tempo pra almoçar e mofar na sala de embarque. Às cinco e pouca estávamos chegando no hotel que por sinal foi o mesmo que eu havia ficado na semana anterior. Assim que nos instalamos dei um pulo no mercado que ficava na rua de trás pra comprar alguns complementos alimentares – leia-se gordices como um saco grande de batata rufles, duas caixas de suco de laranja e duas caixas de bis. Mais tarde nosso amigo Bruno levou para o Serguei uns potes de doce de leite e lá prqas dez e meia da noite o próprio Oswaldo nos pegou e levou para comer uma pizza e depois fomos a uma casa noturnatematica de rock. Chegamos de volta no hotel pouco depois das duas da manhã.

No dia seguinte, quando descemos pra tomar café, quem aparece pra fazer o mesmo? Eduardo Dusek. Todo feliz o Serguei inesperadamente recebeu os parabéns do colega artista, além de uma mensagem carinhosa do meu amigo Gustavo Berriel. Depois do café, tornamos a subir pra descansar até as duas horasque foi quando saímos pra almoçar e em seguida fomos direto pro local do show.

O show começou às 6 e terminou às 8. Serguei foi o último a se apresentar cantando apenas uma parte de uma música pra fazer o “grand finale” e depois cantar o parabéns tanto pra banda quato pra ele e encerrar a festa por definitivo. Até pelo fato do som vazar pra área que teria atividade em seguida, o teatro se não me engano. As pessoas ainda ficaram na área do show pra aproveitar, tirar fotos e tietar um pouco. Depois a festa seguiu pro camarim onde teve outro bolo pra ser cortado e mais uma vez o parabéns, mas agora de uma forma bem mais intimista, sem público, só pra quem ainda estava por ali.

O mesmo Marcio Baraldi mandou rodar uma revista pôster com a discografia, biografia e curiosidades sobre o Serguei e distribuiu lá nesse evento. Antes de nos recolhermos ao quarto do hotel fomos nós, o Bruno e mais dois amigos comer um hambúrguer numa hamburgueria rock and roll em frente ao hotel.

           No dia seguinte tomamos o café da manhã, subimos pro quarto, descansamos mais um pouco, arrumamos a mala, o Bruno apareceu pra se despedir da gente e nos acompanhou até o aeroporto. Nosso vôo estava marcado pras 4:30 da tarde, mas como a gente tem que sair ao meio dia do hotel, fomos pro aeroporto tentar antecipar o voo. Geralmente podemos fazer isso na ponte aérea. Conseguimos embarcar nos voo das 2 da tarde. Condições meteorológicas não nos deixaram levantar voo. Foi só a gente entrar no avião pra despencar uma nuvem de chuva daquelas que faz o aeroporto fechar e ficamos quarenta minutos esperando tanto o aeroporto reabrir quanto a fila de aviões na nossa frente também decolar. Pousamos no Rio por volta das 3:20.