sexta-feira, 30 de junho de 2017

VIAJE BEM

VIAJE BEM

Uma das coisas que eu gosto de fazer e que me faz um bem enorme é viajar. Sinto um prazer enorme em fazer as malas e sair por aí, mesmo que seja pra ir pra São Paulo. Adoro a atmosfera que envolve esse evento apesar de não gostar muito de ficar no aeroporto. Por mim entrava direto no avião, mas como temos que cumprir certas normas é necessário chegar algumas horas antes e ficar por lá matando o tempo.

Eu já tive oportunidade de ir pra vários lugares do mundo. Tem uns que não faço questão de voltar, outros me sinto na obrigação de passar, mas tem inúmeros que eu ainda não conheço e quero conhecer quando tiver oportunidade . Alguns eu só passei algumas horas e conheci o básico do básico mesmo, sem me embrenhar nos locais como fazia os bandeirantes, mas deu pra visitar e conhecer alguma coisa.

Cada um investe seu dinheiro da maneira que lhe convém. Eu trabalho, junto e gasto viajando. Geralmente pra lugares que eu não conheço. A última viagem internacional que eu fiz ano passado, por exemplo, foi pra Copenhagen, na Dinamarca e pra Londres que é o lugar que eu faço questão de voltar pelo menos enquanto o Airton estiver por lá.

Da primeira vez que viajei pelo mundo ou por parte dele, selecionei três lugares pra voltar. Roma, Paris e Barcelona. Tive oportunidade de voltar a dois deles de modo que em Barcelona foi apenas aquela parada de um dia, mas em Roma não. Acho que foram mais dois ou três dias. Agora me falta Paris, mas entre voltar pra um lugar que eu conheço e desbravar um que eu nunca fui prefiro a segunda opção. Conhecer culturas novas, obter conhecimento, desvendar como um povo diferente e distante de você faz pra viver, ouvir uma língua totalmente diferente da sua, os hábitos deles é o que me instiga.

Sei que o mundo é enorme e tem uma quantidade de países que ultrapassa os duzentos. Nem todos me apetecem, nem todos são a minha primeira opção, principalmente os países asiáticos. Em primeiro lugar quero gastar todos os meus cartuchos, minhas possibilidades, meus euros com a Europa. Depois que eu fuçar todos os buracos europeus que eu tiver capacidade e coragem de ir aí sim eu mudo de continente e vou desbravar outro. Claro que tendo oportunidade não vou jogar fora. Se me pintar uma viagem pra Tonga parando no Japão é claro que eu vou, mas não vou economizar a ponto dessa viagem ser a minha primeira opção, o meu sonho de consumo.

Recentemente tem me batido uma vontade de voltar a viajar pros Estados Unidos pra ir na Disney. Já fui quatro vezes na de Orlando e uma na da Califórnia, mas isso já tem quase vinte anos e como muitos parques e brinquedos novos  abriram nesse tempo eu tenho que me atualizar. Confesso que os Estados Unidos não me apetecem hoje tanto quanto a Europa ou quando eu tinha os meus quinze anos que foi a minha primeira vez lá. As únicas coisas que me atraem lá atualmente, além dessa atualização da Disney são Nova York – que só fiquei uma semana e quero voltar porque não tive tempo de ver nada – e visitar minha prima Jana que mora lá e a última vez que fui pros EUA foi justamente pra visitá-la ainda quando ela morava no estado da Virginia. Hoje ela mora na Flórida. Isso faz sete anos já. O filho mais velho dela estava pra fazer cinco anos. Hoje ele tem onze com uma irmã de quase quatro.


Mas não adianta. Sempre que planejo uma viagem, a europa domina o mapa mundi dos lugares que eu não conheço e quero conhecer. Não sei ainda quando, mas preciso pensar no destino da próxima viagem e trabalhar pra juntar dinheiro pra poder ir. Enquanto junto vou vendo os locais e fazendo esquemas pra passar no maior número de lugares possíveis ou me fixar num ponto e explorar ao máximo possível o local.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

RAZÃO DO CORAÇÃO (publicado em 24 set 2007)

RAZÃO DO CORAÇÃO (publicado em 24 set 2007)

Quando eu era pequeno meu avô cantava uma música de não me lembro quem chamada “Aos pés da santa cruz”. Como grande maioria das canções da época, aliás, todas as épocas têm canções desse tipo, era uma música de fossa. Um dos versos dessa musica é de uma franqueza, sinceridade e verdade ímpar e que bem ou mal ministra uma área da nossa vida, a parte sentimental. Repara na veracidade desse verso: ‘O coração tem razões que a própria razão desconhece.’ Engraçado que tá me vindo outro verso de outra música que eu nem sei se tem a ver com que eu quero dizer aqui hoje, mas mesmo assim eu vou escrever. ‘Só se encontra a felicidade quando se entrega o coração.’ Esse é dá música “Tudo passará” interpretada pelo Nelson Ned.

Agora vamos tentar aproximar as duas. Se encontra a felicidade quando se entrega o coração que tem razões que tem razões desconhecidas pela própria razão. Muitas vezes, creio que no início das paixões arrebatadoras daquelas que a gente troca juras e jura que é para sempre, mesmo que dure uma semana, no entanto é eternizada, a gente entrega o coração com o único intuito de ser feliz e ele mesmo tracejando seus caminhos descobre uma razão que se a gente for parar pra pensar não tem uma lógica racional. Será que consegui me explicar?

Depois, com o tempo, a luz do convívio esclarece e assenta alguma coisa e a gente começa a pensar, ou não. Por isso que atualmente existem relacionamentos que eu acho válido e que eu apelido de ‘adicto em recuperação’. Sabe o lema de um ex qualquer coisa que diz ‘só por hoje eu não vou...’ Então, se encontra a felicidade entregando o coração só por aquele dia ou momento. E durante aquele curto período de tempo tem-se um ao outro. Isso é o que a juventude chama de ficar. Há pouco tempo também descobri que aqueles que formam o mesmo casal durante vários encontros são os ‘peguetes’ um do outro.

Relacionamentos sem compromisso que podem permanecer nessa constante ou se transformar em algo mais visceral, mais tesudo, por que não dizer, mais comprometido. Aí o amor muda sua configuração e toma outros rumos mais sérios, mais normatizados. Até alguns anos atrás eu pessoalmente não era adepto e nem sequer me atinava para esse tipo de relacionamento relâmpago. Mas depois, mal comparando, aliás, muito mal comparando, diga-se de passagem, percebi que um jogador de golfe reduz suas tacadas gradativamente, que um nadador só ganha depois de muito treinar e perder.

O risco faz parte do jogo da sedução. E como é um jogo se perde e se ganha. É raro uma pessoa entrar numa casa lotérica com seis dezenas e acertar sozinho na mega sena. Eu pensava que em se tratando de relacionamentos as prerrogativas eram diferentes. Agora tô percebendo que não e que não é tão mal ter relacionamentos relâmpagos. Não creias tu que saio por aí passando o rodo como se diz. Encontro sim a felicidade quando entrego meu coração a alguém mesmo que essa felicidade dure dez minutos. E não penso, ou melhor, não consigo descobrir a lógica da razão que rege meu músculo cardíaco. Quer saber, ficar livre, leve e solto é muito bom. Quando cansar é só se prender por um tempo ou para sempre.


O amor é um bem durável, no meu caso eterno, o que o transforma são as variações de intensidade que é irradiado pra cada pessoa. Acho que agora cheguei onde queria. E até que os trechos das músicas ajudaram a abrir um caminho, a traçar uma trilha, um ponto de apoio. Agora é só seguir os mandamentos do coração pra ser feliz. Bem, nesse segmento eu, por enquanto, to começando a me sair relativamente bem. O meu eu conservador deu o braço a torcer pro meu eu moderno, liberal. Vamos ver qual o outro setor que sofrerá com mudanças também.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

SAUDADE,QUANTO TEMPO FAZ

SAUDADE, QUANTO TEMPO FAZ

Tem dias que me bate uma saudade, uma nostalgia de um tempo que não volta mais. É um pouco redundante falar isso. Nenhum tempo volta mais. É igual água de rio que corre pro mar ou que move moinho.

Vontade de voltar no tempo e reviver dias e momentos que marcaram minha infância. Era feliz e não sabia. Acho que sou feliz ainda, mas se há felicidade pra  mim hoje eu só vou descobrir no futuro. Mais momentos que dias especificamente. Passávamos eu e minha turma do prédio brincando de pique durante intermináveis horas e gostávamos de ficar juntos curtindo essas horas.

Às vezes esse tempo está bem longe de mim. Sinto saudade dos velhos jornalistas. Aqueles que tinham como sua principal arma a máquina de escrever e dela saiam textos eloquentes e grandiosos que valorizavam muito o vocabulário que se utilizava nas páginas impressas e que circulavam nas bancas de jornal. As pessoas pareciam ler mais, serem mais instruídas, mais envolvidas em política e cultura. Atualmente é tudo muito superficial, nada se aprofunda, muito menos o vocabulário que jornais e revistas trazem nos textos das suas matérias.

Até o ano passado aqui em casa se assinavam duas revistas de grande circulação e eu as lia não por tomar partido das suas editorias, mas até mesmo pra argumentar e contrapor o que elas publicavam. Mas também depois que acabou o contrato da assinatura não sinto nenhuma falta em lê-las. Costuma-se comprar jornal aos domingos também. Desse escolho alguns cadernos e/ou colunas para lê-los, principalmente o de cultura. Talvez se eu tivesse vivido algumas décadas antes o meu interesse pelo jornalismo teria se aguçado mais. Mas também quem daquela época iria imaginar em que ponto da tecnologia da informação chegamos?

Nem eu na minha tenra infância com meus amigos do prédio em que morava imaginava que iria viver com aparatos só vistos nos filmes de James Bond ou de ficção científica. Homens nunca conviveram com dinossauros até Spielberg vir com o Jurassic Park. Robôs nunca tiveram sentimentos até o mesmo Spielberg vir com o Inteligencia Artificial. Filmes que se bobear vão ter o mesmo destino dos aparatos do James Bond, ou seja a realidade. Sinto saudade do tempo em que pokemon era só um desenho japonês chato e não um jogo viciante onde as pessoas saem com o aparelho de telefone celular em punho pra caçar em lugares reais os bichinhos virtuais.

Será que meus pais viam mal na gente quando passávamos algumas horas jogando atari. Acho que não porque inconscientemente sabíamos dividir o nosso tempo, coisa que não vejo o meu sobrinho mais velho fazer. Por outro lado o computador ou a tela do celular é a única distração que tem aqui em casa. Existem outras, mas que não enchem os olhos dele mais, como jogos ou brinquedos de montar.

Na minha infância a gente vivia mudando de fase. Tinhamos a fase da bolinha de gude, do buraco, do jogo de damas, do jogo da vida, do war e de vários tantos outros que nem passávamos perto dos jogos eletrônicos. Nossa prioridade era a socialização com nossos coleguinhas, ou melhor, com amigos que carregamos pro resto da vida. Não vejo meu sobrinho socializando com as outras crianças desse prédio aqui. Sinais dos tempos? Pode ser. Talvez seja por isso que a gente sente saudade de um tempo que não volta mais. De uma época que a gente considera de ouro. Das dificuldades que passamos antes de chegar a evolução da tecnologia e facilitar tudo.


Ninguém mais vai se lembrar de como se fazia uma pesquisa escolar no tempo em que as fontes eram ou a biblioteca da escola ou pra quem tinha em casa a enciclopédia Barsa. Principalmente agora nos tempos do google. Taí a única coisa que eu posso afirmar de que não tenho saudade, não me dá nostalgia.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

TUDO ERA APENAS UMA BRINCADEIRA

TUDO ERA APENAS UMA BRINCADEIRA

No filme “O mágico de Oz”, para Doroty, a personagem principal, voltar pra casa tem que bater os sapatos de rubi no calcanhar e repetir três vezes: “Não há melhor lugar do que o nosso lar.” Tudo foi um sonho que ela teve, uma espécie de visão, uma realidade que não era a dela, apesar de alguns conhecidos também fazerem parte da história que ela viveu. Eu faço uma analogia desse”sonho” com o teatro.

Quando a gente senta pra assistir a um espetáculo vivemos outra realidade que não a nossa. As vezes pode chegar perto e a gente se identificar com alguma coisa, mas não é a nossa realidade. As vezes pode até chocar e fazer com que você reveja alguns conceitos ou tenha mais convicção dos seus preceitos, mas o que está sendo encenado não é a nossa vida, a nossa realidade. Sabemos que aquelas pessoas existem em algum lugar, mas ali elas se demonstram pra gente. O teatro é mágico sim, mais do que o cinema que está tudo pronto. No teatro é ao vivo, é real, é ali, é agora, é efêmero, é divino. O bichinho do teatro há muito me mordeu. Sempre gostei de assistir e depois que eu voltei a trabalhar com, se um dia eu tiver que largar vai ser difícil me desapegar dele. Caso isso aconteça continuarei assistindo e acompanhando meus amigos em seus espetáculos.

É uma pena que num país como o Brasil que tem uma história e bagagem teatral antiga e enorme ainda não se valorize a arte de um modo geral. É difícil montar uma peça, lançar um livro, divulgar um trabalho musical, fotográfico, plástico, enfim, é difícil fazer arte no Brasil e mais difícil ainda que essa arte seja valorizada, receba o retorno que precise pra se manter viva e pulsante. Não dá pra ficar refém de um patrocinador, não dá pra depender de um empresa gostar do seu projeto e bancá-lo porque isso só faz selecionar o que vale ou não a pena para a própria empresa e não pra quem o teatro é de direito, ou seja, a população. Talvez seja por causa dessa política que achamos os ingressos caros. É um custo alto bancar uma peça de teatro, não só por cenários, figurinos, elenco, técnicos de luz e som como principalmente pelo alto valor dos aluguéis das salas de espetáculos particulares.

Eu fico imaginando na época das grandes companhias de teatro que se apresentavam de terça a domingo com duas sessões em alguns dias da semana e só viviam disso já que ficavam em torno de dois meses em cartaz e emendavam um espetáculo em outro sem parar. Claro que nessa época a concorrência era quase nula. Não havia televisão e muito menos internet. As pessoas se interessavam mais no que estava acontecendo culturalmente, politicamente no país. Eram outros tempos.

Atualmente os musicais tem crescido bastante. Abriu-se um gênero que valguns anos atrás eram só vistos e comentados por quem assistiam em Londres ou Nova York. Hoje existem escolas de teatro especializadas em formação de atores especificamente pra musicais. Nesse campo eu só fico meio cabreiro com os musicais ou importados ou biográficos. Acho que já está ficando maçante, mas mesmo assim apoio por ser feito pela gente e mesmo eles também tem sua magia, sua capacidade de entreter e quem sabe até modificar o interior de alguém que vai assistir.
           
          É preciso a coragem de um leão pra levantar uma peça e o enfrentamento com outros leões de bandos diferentes pra brigar por manter em cartaz. É preciso a esperteza do cérebro de um espantalho pra driblar todos os contras em chamar o público e convence-lo de que ali se vive uma vida, se conta uma história de valor. E principalmente é preciso o coração de um homem de lata pra amar esse ofício que é o de estar em cena e tudo que envolve pra que a cena aconteça. E se não há melhor lugar que o nosso lar certamente em segundo lugar não há melhor lugar que uma sala de espetáculos teatrais. 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

ALERGIA, ALERGIA

ALERGIA, ALERGIA

Dizem que quanto mais a gente vai ficando velho, mais surpresa temos em relação ao que o nosso organismo mostra pra gente, ou seja mais doenças aparecem. Eu, por exemplo, descobri que tenho intolerancia a algum tipo de alimento que até agora eu não sei o que é.

Tudo começou no final da temporada de “7contra 1” em julho do ano passado. Foi só a temporada acabar pra começar a surgir pontinhos avermelhados pelo meu corpo. Os percebi na segunda, na terça assisti uma leitura dramatizada e na quarta baixei no hospital pra tentar identificar alguma coisa, inclusive se era zika. A médica perguntou até se eu tinha trocado recentemente de xampu.
No exame não acusou nada e ela me receitou um anti alérgico pra tomar por sete dias. Saí do hospital e passei logo na farmácia pra comprar e já começar a tomar. Ela também receitou outro pra caso começasse a coçar. Até coçava, mas não era aquela coceira fora do normal, desesperadora, tanto que esse nem comprei e nem tomei. Quando eu percebi que não estava amais pontilhado eu parei de tomar o remédio. Não cumpri o que a médica pediu. Tomei o remédio por  seis dias e não por sete, o que fez sobrarem quatro comprimidos na cartela e que eu guardei pra sorte minha.

Poucas semanas depois tornei a ficar com pontinhos avermelhados em algumas partes do corpo, principalmente pernas e tronco. Dessa vez não fui a lugar nenhum. Tomei os quatro comprimidos restantes do antialérgico, o suficiente pra que a tal alergia não evoluísse mais e começasse a regredir num ritmo mais lento. Talvez se eu tivesse tomado mais dois ou três comprimidos a involução teria sido mais rápida. Agora o que foi que provocou isso eu não tenho a menor idéia.

Eu me lembro bem quando foi a primeira vez que isso aconteceu comigo e não precisou nem de ir a médico pra diagnosticar. Foi uns quinze anos atrás e era véspera do batizado da Diana, filha da minha prima Livia. Fui comendo salaminho e quando vi a peça do embutido estava quase no fim. Na hora nada aconteceu, mas no dia seguinte acordei todo pipocado e coçando muito mais que dessas vezes. Eu só não me lembro o que eu fiz para sumir com os pontinhos avermelhados. Nunca mais tive problemas com salaminho e como sem pensar nisso. Esse foi o mais parecido caso que vivenciei frente a essa surpreendente alergia de alguma coisa que eu comi e não sei exatamente o que.

Toda vez que eu vou a algum médico, quando perguntado se tenho alergia a alguma coisa eu respondo penicilina. Segundo o que minha mãe conta, eu devia ter uns dois ou três anos e tive que tomar uma injeção de penicilina não sei pra que que me causou uma reação alérgica. Ela acha que se eu tomar hoje em dia é capaz de eu não ter reação nenhuma, já que se passaram quase quarenta anos, mas eu prefiro não me arriscar.

Outra coisa que eu evito é camarão. Não que eu seja realmente alérgico, mas parei de comer porque sempre que eu comia me dava a mesma sensação quando a casquinha do milho de pipoca agarra na goela. Não sei se isso é um tipo de alergia, mas que é uma sensação horrível isso é.


No final do ano passado eu comentei sobre a pedra na parótida, agora sobre essa alergia misteriosa. Qual será a próxima? Ou será que isso é a reação do organismo a como ele foi tratado durante minha vida toda e agora ele está querendo me dizer pra parar com alguma coisa, mudar alguns hábitos. Mas especificamente nesse caso o que foi que eu comi que me deixou assim? Será que eu tô ficando alérgico a alguma coisa que eu não era? Isso pode acontecer? Agora que passou tudo ainda devo consultar um alergista? Nossa, quantas dúvidas, quantas perguntas. Pelo menos nesse ponto eu não tenho alergia nenhuma e gosto de procurar saber.