sexta-feira, 14 de julho de 2017

BRINCANDO NAS ONDAS SONORAS

BRINCANDO NAS ONDAS SONORAS

Hoje estou a fim de fazer uma brincadeira que eu já vi sendo feita em chá de panela – ou seria de fralda – enfim, nesses encontros que a famíia faz quando uma mudança está por vir – ou um casamento ou uma criança, agora não me recordo bem.

A brincadeira consiste em pegar frases soltas no ar, ditas pelas pessoas sendo que uma tem o trabalho de anotar pra depois no final juntar todas elas e criar o que antigamente se dizia ser o samba do crioulo doido. No meu caso aqui e agora vai ser diferente. Não estou em nenhuma reunião nesse sentido, mas, como sempre tem uma música rolando enquanto escrevo, vou juntar trechos de várias delas pra ver que bicho que vai dar. Aliás, não são só as músicas, mas o que a locutora falar também. Acho uma brincadeira interessante, principalmente pra quem não sabe sobre o que escrever hoje, pra quem está com a síndrome da página em branco e não sabe sobre o que dissertar.

Vou começar. E os remédios pegam mal quando esquece do prazer. Agora tá tocando o refrão da música que eu vou pular até mesmo pra dificultar a identificação da música e não dá margem a futuros e possíveis processos caso os autores leiam isso e se irritem com essa proposta. Vamos a outra música.

Para realinhar as órbitas dos planetas. Derrubando com assombro exemplar. Essa a maioria conhece. Antes que eu visse você disse e eu não pude acreditar. Eu só queria te contar. Voltou pro início. Não vou repertir, mas descobriram de quem se trata? Seu telefone irá tocar. Eu só queria te contar. E a vida que ardia sem explicação. Não tem explicação. Essa foi fácil. Agora uma mais antiga.

Às vezes parece até que a gente deu nó. Você não vai me acertar a queima roupa. Hoje eu quero sair só. Não demora eu tô de volta. A lua me chama eu tenho que ir pra rua. Essa me faz lembrar exatamente onde eu tava da primeira vez que eu a escutei. No avião indo pra Miami e tocou num canal de musicas se não me engano chamado de new world. Década de noventa do século passado. Foi aí que eu conheci esse artista e comecei a descobrir mais composições dele. Agora a locutora tá falando.

Sorteio Silvana de Oliveira Leite ganhou ingresso pra gravação do Palco MPB com Fernanda Abreu. Agora vem o intervalo da programação. Continuo a brincadeira? Faço o mesmo com os anúncios? Por que não? Já que comecei vou até o fim. Vamos lá.

Venha curtir grandes shows da nova cena musical. Todo mundo ama Maria Gadu. Classicos MPB. As músicas que marcaram a sua vida  - programa novo estreiando agora. O ser humano tá na maior fissura. Down down down o high socity. A crise tá virando zona. Tem muito rei aí pedindo alforria. Alô, alô marciano. A coisa dá ficando russa. Alah. Música de Rita Lee na voz de Elis Regina. Pra variar estamos em guerra. E pensar que essa música continua atual.

Não adianta nem me abandonar. Já mudou de música. Que eu que dois que dez que dez milhões todos iguais. Mistério sempre há de pintar por aí. Que não sabe nada que morre afogada por mim. Voz, letra e música de Gilberto Gil. Até que nem tanto exotérico assim. Se eu sou algo incompreensível meu Deus é mais. Essa frase diz tudo.

Não sei como botar assovios no papel. Mais uma pra encerrar. Dessa eu não me lembro. Nossos bailes no clube da esquina quanta saudade. Será que algum dia ... cantar as canções que a gente quer ouvir. Sem querer fui me lembrar de uma flor e seus ramalhetes. Não sei de quem é letra, música e voz.


Também chega de brincar. Não foi exatamente igual até porque homem não liga muito pra esses tipos de brincadeiras, mas pelo menos tentei manter a chama do gracejo aceso, o espírito da brincadeira de um modo diferente, peculiar, inventado de última hora, mas mantendo, ou ao menos tentando o que se faz normalmente.

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